Questões de Concurso Sobre economia
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A oferta de determinado produto pode ser definida como as várias quantidades que os produtores estarão dispostos e aptos a oferecer no mercado, em função dos vários níveis de preços possíveis, em determinado período de tempo.
No âmbito da análise microeconômica, não há interação entre as leis da oferta e da procura por não estarem estas relacionadas ao estudo da formação dos preços no mercado.
A análise da oferta e da procura é uma ferramenta importante na determinação do modo pelo qual os impostos, os subsídios, os impostos de importação e as cotas de importação afetam consumidores e produtores.
A lei da oferta correlaciona as diferentes quantidades que os consumidores estão dispostos e aptos a adquirir com os vários níveis de preços apresentados.
Nas estruturas de mercado sob regime de concorrência monopolística, não há acentuada diferenciação dos produtos, não apresentando o bem ou serviço de cada empresa particularidades capazes de distingui-lo dos demais.
Nas estruturas de mercado oligopolistas, o produto pode ou não ser diferenciado, importando apenas que algumas empresas sejam responsáveis pela maior parte ou pela totalidade da produção.
Em uma estrutura de mercado sob concorrência perfeita, cada empresa vende uma marca ou versão de um produto, sendo cada empresa a única produtora de sua marca.
Em um regime de monopólio puro, o ramo industrial no setor considerado e a firma são expressões sinônimas.
Um mercado monopolisticamente competitivo é a expressão definitiva de um regime de concorrência perfeita.
O custo marginal é o aumento de custo variável em que a empresa incorre pela diminuição de uma unidade extra de produto.
O custo total médio da produção é a soma, para cada nível de produção, dos custos fixos e variáveis.
O custo marginal, também definido como custo incremental, resulta da divisão do custo total pelas quantidades produzidas.
O custo fixo total é representado por uma reta paralela ao eixo das quantidades.
O custo total da produção é a soma dos custos fixos, que serão incorridos independentemente do nível de produção que seja obtido pela empresa, e o custo variável, que varia conforme o nível de produção.
A crise de alimentos, nos moldes previstos por Thomas Malthus, não se concretizou.
A maior parte da evolução na produção mundial de alimentos nos últimos anos se deve a melhoramentos tecnológicos, e não a aumentos de terras utilizadas para fins agrícolas.
Malthus acreditava que a quantidade fixa de terras existentes no planeta não supriria quantidades suficientes de alimentação à medida que continuasse o crescimento da população mundial.
Os melhoramentos tecnológicos modificaram significativamente a produção de alimentos na maioria dos países, mas esse aumento de produtividade não tem sido capaz de vencer a questão da falta de alimentos devido ao aumento em progressão geométrica da população mundial.
A crise mundial de alimentos, problematizada no cenário econômico mundial no início do ano de 2008, atualiza e confirma a tese malthusiana.
Conforme pressupostos da Lei Geral de Procura não se pode afirmar que a quantidade procurada de um bem ou serviço qualquer varia na razão inversa da variação de seus preços, mantidas as demais influências constantes.