Questões de Concurso Sobre economia
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O Project Finance é comumente utilizado para grandes projetos de infraestrutura, como usinas de energia, aeroportos e portos.
É uma característica do Project Finance:
As estruturas de mercado referem-se aos diferentes arranjos e características que definem como as empresas interagem entre si e com os consumidores, em um determinado setor econômico. Nessa perspectiva, associe as diferentes estruturas de mercado às características apresentadas a seguir.
I - Mercados competitivos
II - Monopólio
III - Oligopólio
IV - Concorrência monopolística
P - Uma estrutura de mercado, em que muitas empresas vendem produtos similares, mas não idênticos.
Q - Um mercado com muitos compradores e vendedores negociando produtos idênticos, de modo que cada comprador e vendedor é um tomador de preço.
R - Uma empresa que é a única vendedora de um produto que não tem substitutos próximos.
S - Uma estrutura de mercado, em que apenas poucos vendedores oferecem produtos similares ou idênticos.
T - Uma estrutura de mercado, em que muitas empresas combinam de forma implícita ou explícita preços e quantidades produzidas.
As associações corretas são:
A teoria dos mercados eficientes é a aplicação da teoria de expectativas racionais à determinação de preços dos títulos nos mercados financeiros. Segundo essa teoria, os preços vigentes dos títulos refletirão todas as informações disponíveis, de forma que todas as oportunidades inexploradas de lucros sejam eliminadas.
Na hipótese de mercados eficientes,
Considere esse modelo macroeconômico de economia aberta com as seguintes características:
C= 300 + 0,8Y;
I = 100;
G = 100;
X = 150; e
M = 50 + 0,3Y.
Em que C = Consumo das famílias, I = Investimentos, G = Gastos do governo, X = Exportações, M = Importações e Y = Produto total (PIB). Com base nessas informações, a renda de equilíbrio e o valor do multiplicador são, respectivamente:
I- Em equilíbrio, sem intervenção governamental, a quantidade de produto transacionado no mercado será de 45 unidades, e o preço praticado será de R$ 7,00 por unidade.
II- O consumidor tem um excedente no valor de R$ 67,50.
III- Se o governo tabelar o preço do produto em R$ 6,00, haverá um excesso de oferta de 30.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s):
( ) Os mercados são geralmente uma boa forma de organizar a atividade econômica.
( ) Os preços diminuem quando o governo emite moeda demais.
( ) No curto prazo, quanto maior a inflação, maior o desemprego.
( ) O custo de oportunidade de um item é aquilo de que se deve abrir mão para obtê-lo.
( ) O padrão de vida de um país depende de sua capacidade de produzir bens e serviços.
Marque a sequência CORRETA, de cima para baixo.
Marque a alternativa que define corretamente a inflação.
Assinale a alternativa CORRETA quando essa curva é construída para dois bens.
1) Perfeitamente competitivo
2) Oligopolista
3) Monopolista
4) Concorrência monopolística
5) Monopsônio
( ) Mercado atomizado, produtos homogêneos e livre entrada e saída de empresas no mercado.
( ) Não há produtos substitutos próximos; existência de barreiras à entrada de empresas concorrentes, e oferta da empresa é igual à oferta de mercado.
( ) Muitas empresas produtoras; livre entrada e saída de empresas no mercado e produtos diferenciados, mas com substitutos próximos.
( ) Existência de empresas dominantes que fixam o preço; existência de barreiras à entrada de novas empresas e produtos que podem ser homogêneos ou diferenciados.
( ) Mercado no qual há apenas um comprador para os diversos vendedores de determinado bem ou serviço.
Relacione cada estrutura de mercado com suas respectivas características e assinale a sequência CORRETA, de cima pra baixo.
Os textos abaixo, extraídos de pesquisas realizadas, respectivamente, por Pedro Ferreira de Souza e Marcelo Medeiros, especialistas em desigualdade socioeconômica, referem-se à fração média da renda nacional recebida pelo 1% mais rico da população no Brasil:
Texto I
As comparações corroboram que o Brasil é um dos países com maior concentração no topo, quiçá o que apresenta a maior. Por aqui, o 1% mais rico recebe em torno de 23% da renda total. Em outros países muito desiguais, esse percentual fica próximo a 20%, como nos Estados Unidos e na Colômbia. Nos países mais igualitários, ele não ultrapassa os 10%, como na França e no Japão [...]. O caráter inercial da desigualdade e sua tendência a mudar depressa apenas em situações de crise e ruptura podem ser vistos em muitos outros países. É raro observar mudanças prolongadas, graduais e profundas na fatia apropriada pelo topo da distribuição.
SOUZA, P. G. F. Uma história de desigualdade: a concentração de renda entre os ricos no Brasil – 1926-2013. São Paulo: Hucitec, 2018. p. 262. Adaptado.
Texto II
Quem quer entender desigualdade no Brasil tem que olhar para a desigualdade racial. Quem quer entender desigualdade racial tem que olhar para os ricos. Uma parte muito grande da desigualdade racial nos salários é dada pela diferença entre os trabalhadores de renda alta e os demais trabalhadores. As portas do mundo dos ricos são muito estreitas, mas para os negros elas estão praticamente fechadas e não vão se abrir sozinhas [...]. Os negros são uma minoria no grupo dos ricos e, entre eles, são os menos ricos. Não é simples explicar essa desigualdade sem passar seriamente pela ideia de racismo estrutural. Fatores que são tomados como determinantes da desigualdade em geral não conseguem predizer muito bem as chances de negros e brancos estarem entre os ricos. A raça, no entanto, ganha importância à medida que se vai para partes mais altas da pirâmide social. Ou seja, raça é uma barreira crescente, a qual se torna mais difícil de superar conforme as pessoas vão ficando mais ricas.
MEDEIROS, M. Os ricos e os pobres: o Brasil e a desigualdade. São Paulo: Companhia das Letras, 2023. p.96-97. Adaptado.
Com o propósito de integrar a macroeconomia à teoria do desenvolvimento econômico, desde o início dos anos 2000, o professor Luiz Carlos Bresser-Pereira e outros autores têm formulado um conjunto de proposições teóricas, acompanhadas de evidências empíricas, com o objetivo de explicar por que muitos países em desenvolvimento, como o Brasil, após percorrerem uma trajetória inicialmente exitosa de crescimento econômico e alcançarem níveis de renda per capita em torno da média mundial, recaem em processos crônicos e persistentes de estagnação econômica. O conjunto dessas proposições forma o chamado novo-desenvolvimentismo.
De acordo com o novo-desenvolvimentismo, o principal obstáculo à superação da estagnação em países em desenvolvimento de renda média, como o Brasil, está relacionado à