Questões de Concurso Comentadas sobre economia
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As exposições relativas às operações de crédito e ao arrendamento mercantil com prazo contratual superior a 24 meses exigem uma carga de capital para a cobertura do risco de crédito superior às operações de crédito consignadas com prazo inferior a 36 meses.
De acordo com as normas do BACEN relativas à cobertura dos riscos, o fator de ponderação a ser utilizado no cálculo da exigência de capital para o risco de liquidez é de 15% do patrimônio de referência exigido (PRE).
Tratando-se de relação à exigência de capital para a cobertura do risco de mercado, os bancos devem calcular o VaR (value at risk) utilizando a abordagem paramétrica.
Um indivíduo avesso ao risco com aversão ao risco relativa decrescente exibirá aversão absoluta ao risco decrescente.
O agente em análise apresenta aversão relativa ao risco constante, de modo que se a riqueza do consumidor aumentar, o percentual investido em ativos com risco se manterá constante.
Em um nível de riqueza x = 10, o coeficiente de aversão relativa ao risco é igual a α/10.
O coeficiente de aversão absoluta ao risco desse agente é igual a rA(x, u) = α.
Se forem dada a maturidade e a rentabilidade inicial de um título pré-fixado, então, quanto menor for a taxa de cupom, menor será a variação percentual no preço do título decorrente de oscilações na taxa de juros de mercado.
O aumento da taxa de juros de mercado reduz o preço dos títulos pré-fixados, sendo essa variação maior quanto menor for a taxa de cupom.
Para apuração do patrimônio de referência nível 1, deduz-se o valor das ações preferenciais emitidas com cláusula de resgate e acrescenta-se o valor dos instrumentos de dívida subordinada.
Para fins de apuração do patrimônio de referência exigido, o fator de ponderação de risco dos instrumentos cambiais é de 50%.
Amparada nos princípios do acordo de Basileia, a autoridade supervisora pode exigir que os bancos operem acima do capital mínimo estabelecido no referido acordo.
Em resposta à crise, o governo brasileiro adotou, em 2008, medidas de política fiscal que visavam estimular o consumo e o investimento.
Em 2008, o PIB brasileiro apresentou uma variação real negativa.
Entre os anos de 2006 e 2013, a meta fixada pelo governo foi de 4,5% ao ano, com tolerância de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O Brasil foi o primeiro país a adotar esse sistema.
A meta de inflação para cada ano é fixada pelo Ministro da Fazenda, no mês de junho do ano anterior.
Como parte do Plano Real, promoveu-se uma desvinculação parcial das receitas do governo federal.
A unidade real de valor (URV), criada em fevereiro de 1994 como unidade de conta, passou a ser meio de pagamento em julho desse ano, mudando em seguida de nome.
A alta inflação propiciava receitas para os bancos comerciais, de modo que a sua eliminação pelo Plano Real foi em parte responsável por uma crise bancária.