Questões de Concurso Sobre economia
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Em que: E(.|t) é a expectativa condicional, dadas as informações disponíveis no instante t; θ é a taxa de preferência intertemporal.
Considere, ainda, que, no instante t, o consumidor decida alocar sua riqueza em qualquer dos n ativos arriscados existentes na economia, cujo retorno (líquido) estocástico é dado por zit , com i = 1, ..., n, e que exista um ativo livre de risco com retorno rt .
Considere, por fim, que as condições de primeira ordem para o problema do consumidor sejam descritas por
U´(ct = (1 + θ) -1 E [ U´(ct+1) (1 + zit ) | t ] i = 1, ..., n (2)
U´(ct ) = (1 + θ) -1 (1 + rt ) E[U´(ct+1) | t] (3)
Com base nesse conjunto de informações, julgue o item seguinte.
Os consumidores estão dispostos a receber menor retorno do ativo com risco, caso este seja capaz de protegê-los contra um baixo consumo futuro.

Em que: E(.| t) é a expectativa condicional, dadas as informações disponíveis no instante t; θ é a taxa de preferência intertemporal.
Considere, ainda, que, no instante t, o consumidor decida alocar sua riqueza em qualquer dos n ativos arriscados existentes na economia, cujo retorno (líquido) estocástico é dado por z it , com i = 1, ..., n, e que exista um ativo livre de risco com retorno rt .
Considere, por fim, que as condições de primeira ordem para o problema do consumidor sejam descritas por
U´(c t = (1 + θ) -1 E [ U´(ct+1) (1 + zit ) | t ] i = 1, ..., n (2)
U´(c t ) = (1 + θ) -1 (1 + rt ) E[U´(ct+1) | t] (3)
Com base nesse conjunto de informações, julgue o item seguinte.
Quanto maior for a covariância do ativo com a utilidade do consumo do agente, menor será o retorno esperado do ativo.
Um indivíduo avesso ao risco com aversão ao risco relativa decrescente exibirá aversão absoluta ao risco decrescente.
O agente em análise apresenta aversão relativa ao risco constante, de modo que se a riqueza do consumidor aumentar, o percentual investido em ativos com risco se manterá constante.
Em um nível de riqueza x = 10, o coeficiente de aversão relativa ao risco é igual a α/10.
O coeficiente de aversão absoluta ao risco desse agente é igual a rA(x, u) = α.
Se forem dada a maturidade e a rentabilidade inicial de um título pré-fixado, então, quanto menor for a taxa de cupom, menor será a variação percentual no preço do título decorrente de oscilações na taxa de juros de mercado.
O aumento da taxa de juros de mercado reduz o preço dos títulos pré-fixados, sendo essa variação maior quanto menor for a taxa de cupom.
Para apuração do patrimônio de referência nível 1, deduz-se o valor das ações preferenciais emitidas com cláusula de resgate e acrescenta-se o valor dos instrumentos de dívida subordinada.
Para fins de apuração do patrimônio de referência exigido, o fator de ponderação de risco dos instrumentos cambiais é de 50%.
O cálculo do patrimônio de referência exigido (PRE) envolve a apuração de seis parcelas relacionadas ao risco a que as instituições financeiras estão sujeitas.
Amparada nos princípios do acordo de Basileia, a autoridade supervisora pode exigir que os bancos operem acima do capital mínimo estabelecido no referido acordo.
Em resposta à crise, o governo brasileiro adotou, em 2008, medidas de política fiscal que visavam estimular o consumo e o investimento.
Em 2008, o PIB brasileiro apresentou uma variação real negativa.
Entre os anos de 2006 e 2013, a meta fixada pelo governo foi de 4,5% ao ano, com tolerância de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O Brasil foi o primeiro país a adotar esse sistema.
A meta de inflação para cada ano é fixada pelo Ministro da Fazenda, no mês de junho do ano anterior.
Como parte do Plano Real, promoveu-se uma desvinculação parcial das receitas do governo federal.
A unidade real de valor (URV), criada em fevereiro de 1994 como unidade de conta, passou a ser meio de pagamento em julho desse ano, mudando em seguida de nome.
A alta inflação propiciava receitas para os bancos comerciais, de modo que a sua eliminação pelo Plano Real foi em parte responsável por uma crise bancária.