Questões de Concurso Sobre economia
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No texto seguinte, o economista Gustavo Franco, participante da equipe responsável pela implementação do Plano Real, comenta a política cambial que norteou o referido plano de estabilização anti-inflacionária, entre 1994 e final de 1998:
A política cambial foi dos temas mais intensamente debatidos durante toda a existência do Real [...]. A política cambial de fato jogaria um papel muito importante no sentido de conectar as agendas de estabilização e reforma, na medida em que, simultaneamente, foi crucial para subjugar a hiperinflação, induzir a desindexação, turbinar a abertura mais do que qualquer pacote setorial específico seria capaz, e colocar o consumidor no comando das ações, como deve ser em toda economia de mercado.
FRANCO, G.H.B. O Real e o câmbio: observações à margem da experiência. In: __. O Desafio brasileiro: ensaios sobre desenvolvimento, globalização e moeda. São Paulo: Ed. 34, p.297. Adaptado.
A análise de Gustavo Franco sugere que, no tocante à política cambial, um dos fatores responsáveis pelo sucesso do Plano Real em dar cabo à inflação crônica no Brasil, a partir de 1994, foi a
Um dos mais conhecidos modelos de economia aberta é o de Mundell-Fleming (IS-LM-BP), que procura avaliar o impacto esperado das políticas econômicas em países com diferentes regimes de câmbio e graus de abertura ao movimento de capitais. Considere, então, o caso do Brasil atual, que adota um regime de câmbio flutuante e possui elevado grau de abertura ao fluxo de capitais.
De acordo exclusivamente com o modelo de MundellFleming, caso o governo adote uma política fiscal expansionista com o objetivo de reduzir o elevado nível de desemprego no país, o efeito final de longo prazo, comparado a uma situação de equilíbrio inicial, será, supondo tudo o mais constante,
As autoridades monetárias podem controlar a oferta de moeda e os meios de pagamento da economia mediante diversas medidas operacionais.
Uma operação que pode acarretar redução dos meios de pagamento da economia é a
Considere o texto seguinte sobre a reviravolta ocorrida no sistema monetário e financeiro internacional a partir do final da década de 1970:
Na reunião mundial do FMI de 1979, Mr. Volcker, presidente do FED (Federal Reserve, o banco central americano), retirou-se ostensivamente, foi para os E.U.A. e de lá declarou ao mundo que estava contra as propostas do FMI e dos demais países membros, que tendiam a manter o dólar desvalorizado e a implementar um novo padrão monetário internacional [...]. A partir dessa reviravolta, Volcker subiu violentamente a taxa de juros interna e declarou que o dólar manteria sua situação de padrão internacional e que a hegemonia da moeda norte-americana iria ser restaurada. Esta diplomacia do dólar forte custou aos E.U.A. mergulhar a si mesmos e a economia mundial numa recessão contínua por três anos [...]. Além disso, levaram à beira da bancarrota os países devedores, e forçaram os demais países capitalistas a um ajuste recessivo, sincronizado com a política americana.
TAVARES, M.C. A Retomada da hegemonia norte-americana. Revista de Economia Política, v.5, nº 2, p.6, abril-junho, 1985. Disponível em:<http://www.rep.org.br/PDF/18-1.PDF>. Acesso em: 15 jul. 2018. Adaptado.
A análise de Maria da Conceição Tavares sugere que a principal consequência imediata da “diplomacia do dólar forte” para os países em desenvolvimento na América Latina foi a
A oferta e demanda de mercado de determinado produto podem ser representadas por curvas em que as quantidades ofertadas e procuradas variam com o respectivo preço unitário daquele produto. O gráfico a seguir ilustra curvas de oferta e demanda de um produto, em que P é o preço por unidade, S, a oferta, D, a demanda, Q, a quantidade ofertada ou procurada, e E, a situação de equilíbrio de mercado.

No entanto, ambas as curvas podem deslocar-se quando ocorrem mudanças nos fatores que interferem no comportamento da oferta ou da demanda no longo prazo.
A curva de demanda pode deslocar-se no longo prazo, se
houver
Uma alternativa de investimento representada por uma árvore de decisão propicia melhores condições ao
tomador de decisões de visualizar os riscos, as opções e as vantagens financeiras presentes nas diversas
alternativas de investimentos. A Figura a seguir apresenta uma árvore de decisão, onde A1 e A2
representam as alternativas de investimento existentes, p é a probabilidade de ocorrência de cada evento
e E os eventos considerados. Para cada evento, também temos um VPL associado ao mesmo.

Considerando essa árvore de decisão, marque a alternativa correta.
A tabela a seguir foi extraída do livro “A Crise do Petróleo”, de Emane Gouvêas.
Preços médios do petróleo (US$ / barril)

A drástica elevação no preço do petróleo gerou implicações para a economia brasileira. Dentre elas,
pode-se afirmar que:
O Inep elabora e computa Indicadores de Qualidade da Educação Superior. Os indicadores revelam, em uma escala de 1 a 5, qual é a avaliação dos cursos de graduação e das Instituições de Educação Superior (IES) brasileiras. Três são os indicadores mais importantes: Conceito Enade; Conceito Preliminar de Curso (CPC) e Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição (IGC).
Analise as seguintes sentenças:
I. O Conceito Enade (CE) é um indicador de qualidade calculado a partir dos desempenhos dos estudantes concluintes dos cursos de graduação no Enade. O indicador é resultante da média ponderada da nota padronizada dos concluintes na prova de Formação Geral e na de Conhecimento Específico.
II. O Conceito Preliminar de Curso (CPC) é um indicador de qualidade que agrega diferentes variáveis: resultados da avaliação de desempenho de estudantes, ou seja, o Conceito Enade; titulação e regime de trabalho do corpo docente; percepções dos estudantes sobre a organização didático-pedagógica, infraestrutura e as oportunidades de ampliação da formação acadêmica e profissional. O indicador é calculado somente para cursos com, no mínimo, dois concluintes participantes no Enade.
III.O Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição (IGC) é calculado por IES e considera a média dos CPC dos cursos avaliados da instituição, no triênio de referência, ponderada pelo número de matrículas, além da média dos conceitos da avaliação trienal da Capes dos programas de pós-graduação stricto sensu, ponderada pelo número de matrículas. Para instituições sem programas de pós-graduação stricto sensu avaliados pela Capes, o IGC é a média ponderada dos CPC de seus cursos de graduação.
São corretas as sentenças: