Questões de Concurso
Sobre microeconomia em economia
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Um mercado perfeito é representado por um mercado fechado, com um pequeno número de compradores e vendedores, os quais trocam informações entre si e negociam uma grande variedade e qualidade de produtos e serviços.
O surgimento de uma nova tecnologia que permita uma menor utilização de insumos e que reduza os custos de produção deslocará a curva de oferta para a esquerda.
Se a razão entre o produto marginal e o preço de um fator de produção for igual ao inverso do preço do bem final, o lucro total de uma empresa que opera em mercados perfeitamente competitivos, de produto e de fatores, será maximizado.
De acordo com o ótimo de Pareto, nenhum agente pode melhorar sua utilidade sem piorar a utilidade de qualquer outro agente. Esse conceito está associado a um aspecto socialmente benéfico, que deve ser adotado pelos governos.
Sendo a utilidade a propriedade que determinado bem possui de satisfazer o desejo do consumidor, espera-se que o crescimento da utilidade implique utilidade marginal negativa e crescente.
Quando a receita marginal de uma empresa perfeitamente competitiva for igual ao custo marginal, o lucro total no curto prazo dessa empresa será maximizado, ou seja, se a empresa estiver no seu melhor nível de produção de curto prazo e o preço estiver menor que o custo variável médio, então o empresário minimizará suas perdas mantendo sua produção no mesmo nível.
No modelo de oligopólio de Cournot, os produtores não reconhecem sua interdependência e cada um considera que o outro manterá sua quantidade constante.
O efeito substituição, ceteris paribus, é obtido por meio de um movimento que sai da curva de indiferença mais alta e vai para outra mais baixa em decorrência de uma queda no preço de um bem. Assim, é impossível separar o efeito renda do efeito substituição, dado as duas análises serem complementares.
Em uma situação de equilíbrio, limitados renda e preço, o consumidor maximiza sua satisfação. Entretanto, se o consumidor escolher ficar abaixo da linha orçamentária, ele poderá estar satisfeito e não gastará toda a sua renda.
Uma curva de indiferença horizontal representa saturação na satisfação advinda do consumo de um bem, o que significa que a taxa marginal de substituição do bem saturado por outro é igual a zero.
A partir da união dos pontos de custo marginal obtidos entre os diversos níveis de produção observados, atinge-se a curva de custo marginal de longo prazo (CMgLP), que, por sua vez, atingirá seu valor máximo quando a curva de custo médio de longo prazo (CMeLP) também atingir seu maior valor.
Os problemas surgidos em decorrência do aumento da escala de produção dificultam o gerenciamento eficaz do negócio. É o que ocorre nos casos em que a produção cresce em proporção menor que o acréscimo nos insumos, o que resulta em rendimentos decrescentes em escala.
A Constituição Federal de 1988 prevê a ação do Estado como agente normativo e regulador da atividade econômica, atribuindo-lhe, na forma da lei, as funções de fiscalização, incentivo e planejamento.
A contribuição previdenciária sobre as remunerações dos trabalhadores tem caráter regressivo. Os encargos sociais das empresas são, em geral, repassados aos preços, como um tributo sobre o consumo; os encargos sociais dos trabalhadores, por outro lado, estão sujeitos a um teto de contribuição; quem recebe abaixo do teto paga proporcionalmente mais sobre sua renda.
Uma das características da estrutura tributária brasileira é a predominância dos tributos indiretos. Não obstante, considera-se menor o custo de cobrança dos tributos diretos, em razão de eles serem calculados e pagos pelo próprio contribuinte.
O ICMS, por constituir-se em um imposto sobre o consumo, é cobrado no destino. Essa característica estimula a sua utilização como mecanismo de atração, pelos estados, de novos empreendimentos. Desse modo, cada unidade federada se torna responsável por políticas econômicas, assumindo todos os ônus resultantes dos incentivos fiscais concedidos.
A configuração do sistema tributário que emergiu da Constituição Federal de 1988 priorizou a descentralização e o fortalecimento da autonomia dos estados e municípios e a atenuação dos desequilíbrios regionais, do que resultaram a ampliação da competência tributária daqueles entes e o aumento das partilhas e transferências constitucionais dos impostos.
A fusão tecnológica, a globalização de mercados e as tecnologias da informação são fatores que estimulam a criação de redes produtivas. No ramo de estudo das redes produtivas, existem ao menos duas correntes: a técnico-econômica, que está associada à busca de competitividade pela concentração de recursos produtivos e minimização de custos; e a corrente fenomenológica de tradição interdisciplinar, que está relacionada aos fatores políticos, culturais e sociais como pontos chaves para explicar as redes de empresas.
As mudanças tecnológicas e institucionais exigem maior especialização e formas mais estruturadas de cooperação empresarial. Nesse contexto, observa-se uma gradativa substituição nas empresas do modelo horizontal pelo modelo de verticalização, com intuito de atingir maior competitividade.
As formas de mercado dependem de três características principais: quantidade de empresas, tipo do produto e existência de barreiras à entrada. O monopólio é uma estrutura que ocorre quando não existem substitutos próximos e uma única empresa atua no mercado.