Questões de Concurso
Sobre microeconomia em economia
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Quando a elevação do preço do bem causa redução da quantidade demandada, diz-se que o bem é inferior.
Dois bens são complementares se a elasticidade-preço cruzada da demanda é positiva.
economia A 3 4
economia B 2 3
A tabela acima apresenta os coeficientes técnicos de horas de trabalho da mão de obra na produção de uma unidade de alimento e de uma unidade de tecido em duas economias, identificadas como A e B. A partir dessas informações, julgue o item a seguir.
A economia A tem menos custo de oportunidade na produção de tecidos que a economia B.
O coeficiente de aversão relativa ao risco do referido investidor é igual a 1/2.
Para o investidor em questão, a loteria B é preferível à loteria A.
Considerando essas informações, julgue os itens que se seguem.
O segmento de reta RT representa a fronteira eficiente de investimentos e indica as carteiras com o maior retorno esperado para um dado nível de risco.
Considerando essas informações, julgue os itens que se seguem.
A carteira ótima de ativos de risco, representada pelo ponto T, maximiza a utilidade esperada dos investidores independentemente do nível de aversão ao risco.
Os testes de volatilidade são utilizados para testar a hipótese de racionalidade do mercado financeiro.
Na especificação VAR, é necessária a definição das variáveis endógenas para que se corrija o problema de identificação do modelo.
O nível de política ótima assenta-se no nível de qualidade que iguala o benefício e o custo marginal. A abordagem de custos e benefícios visa reduzir as controvérsias sobre esse assunto, maximizando o ganho líquido das políticas públicas.
Caso o preço de mercado de uma empresa esteja tão baixo que a receita total seja inferior ao custo total, essa empresa deve encerrar as atividades, ao invés de incorrer em prejuízo.
Com base em uma reunião entre economistas e advogados da Universidade de Chicago, teóricos formularam o que ficou conhecido como o modelo estrutura-conduta-desempenho ou modelo de Chicago, que influencia até hoje a aplicação da legislação antitruste como abordagem da política de defesa da concorrência.
Uma possibilidade para ajuste subjetivo é o método de equivalente a certeza, em que ajusta o risco ao projeto por meio dos fluxos de caixa e não pela taxa de desconto.
Em termos amplos, custo é o sacrifício de recursos em troca de outros recursos. Gerir custos significa planejar e controlar os recursos que serão sacrificados ao longo de certo período.
Dada a importância dos tipos de eficiência em não discriminar agentes econômicos, são utilizados alguns desses tipos principais para avaliar os efeitos alocacionais de projetos públicos. Nesse sentido, a eficiência alocativa representa a busca dos estímulos providos à inovação.
No método da taxa de retorno, considera-se a fixação de determinado preço, que é estabelecido com base no índice de preços de varejo e em um fator de eficiência. Com isso, para cada ano, é calculado esse preço-limite com base no limite fixado em relação ao ano anterior, a fim de se avaliar a coerência da taxa de retorno medida de um período para outro.
A regra forward-looking fundamenta-se no custo incremental de longo prazo, elimina o incentivo de inflacionar custos e atém-se ao futuro. A aplicação dessa regra, por um lado, confere discricionariedade na determinação do custo incremental de longo prazo e, por outro, pode induzir a empresa a agir de maneira anticompetitiva nos segmentos concorrenciais.
A regra de componente do preço eficiente (ECPR) é aplicada em situações em que a regulação de acesso seja separada da regulação dos preços finais e não esteja vinculada à noção de custo de oportunidade.
As metodologias embasadas em custo de serviço (backward-looking) são tradicionais na regulação, como é o caso da metodologia do mark-up aditivo, segundo a qual vários bens possuem elementos comuns, os custos indiretos, que fixam o mark-up para cobrir os custos não distribuídos.
O fenômeno econômico conhecido como Tragédia dos Comuns é um caso de externalidade associado à utilização excessiva de um recurso de produção, o qual pertence a toda a sociedade, e não a uma pessoa em particular.