Questões de Concurso
Sobre microeconomia em economia
Foram encontradas 5.659 questões
Considerando esse contexto, julgue o item subsequente.
A comparação entre o comportamento do consumo dos
combustíveis antes e depois da reforma tributária de 2011 na
Finlândia pode ser feita por meio da análise de
descontinuidade na regressão.
Um empresário avalia a possibilidade de investir R$ 1.200.000,00 na abertura de uma filial de sua loja. Com base nas condições de mercado da cidade em que a nova filial será aberta, o setor comercial prevê um fluxo líquido anual de R$ 320.000,00 em cada um dos próximos 5 anos, que é o prazo usual com base no qual se realiza esse tipo de análises no setor em questão.
A respeito dessa situação hipotética e considerando an | i = [1 – (1 + i) –n ] / i como o fator de valor atual de uma série de n pagamentos postecipados uniformes à taxa de juros i, julgue o item a seguir.
Se a taxa mínima de retorno que o empresário exige do seu investimento em uma filial é 16% ao ano, o fluxo líquido anual para que o investimento seja realizado deve ser 1.200.000a5 | 16% reais.
Um empresário avalia a possibilidade de investir R$ 1.200.000,00 na abertura de uma filial de sua loja. Com base nas condições de mercado da cidade em que a nova filial será aberta, o setor comercial prevê um fluxo líquido anual de R$ 320.000,00 em cada um dos próximos 5 anos, que é o prazo usual com base no qual se realiza esse tipo de análises no setor em questão.
A respeito dessa situação hipotética e considerando an | i = [1 – (1 + i) –n ] / i como o fator de valor atual de uma série de n pagamentos postecipados uniformes à taxa de juros i, julgue o item a seguir.
Sendo i* a taxa interna de retorno desse investimento, com o fluxo líquido previsto, caso o empresário receba a informação de que a taxa de inflação anual esperada para cada um dos próximos cinco anos é de 6%, a taxa interna de retorno real passa a ser dada por (1 + i*) ∙ 1,06 – 1.
Alguns bens e serviços, por sua natureza, não podem ter sua oferta e procura determinadas pelas teorias clássicas da firma e do consumidor. Isso pode ocorrer por várias razões, como o fato de ser impossível impedir que um indivíduo desfrute do benefício trazido pelo bem ou serviço, mesmo que não tenha pagado por ele. Um exemplo típico é um farol, que ilumina as águas e o litoral ao redor de sua área. Mesmo que um fornecedor privado do serviço do farol cobrasse as embarcações que chegam ao porto pelo uso do serviço, outras embarcações que não aportam também se beneficiariam da iluminação do farol, porém sem pagar pelo preço do serviço.
Considerando as informações e a situação hipotética do caso do farol, julgue o item a seguir.
Por ser fornecido pelo Estado, como o serviço de água e
esgoto, o serviço de farol é um bem público.
Alguns bens e serviços, por sua natureza, não podem ter sua oferta e procura determinadas pelas teorias clássicas da firma e do consumidor. Isso pode ocorrer por várias razões, como o fato de ser impossível impedir que um indivíduo desfrute do benefício trazido pelo bem ou serviço, mesmo que não tenha pagado por ele. Um exemplo típico é um farol, que ilumina as águas e o litoral ao redor de sua área. Mesmo que um fornecedor privado do serviço do farol cobrasse as embarcações que chegam ao porto pelo uso do serviço, outras embarcações que não aportam também se beneficiariam da iluminação do farol, porém sem pagar pelo preço do serviço.
Considerando as informações e a situação hipotética do caso do farol, julgue o item a seguir.
A impossibilidade de cobrar cada beneficiário pelo serviço
do farol o caracteriza como um bem não exclusivo.
Alguns bens e serviços, por sua natureza, não podem ter sua oferta e procura determinadas pelas teorias clássicas da firma e do consumidor. Isso pode ocorrer por várias razões, como o fato de ser impossível impedir que um indivíduo desfrute do benefício trazido pelo bem ou serviço, mesmo que não tenha pagado por ele. Um exemplo típico é um farol, que ilumina as águas e o litoral ao redor de sua área. Mesmo que um fornecedor privado do serviço do farol cobrasse as embarcações que chegam ao porto pelo uso do serviço, outras embarcações que não aportam também se beneficiariam da iluminação do farol, porém sem pagar pelo preço do serviço.
Considerando as informações e a situação hipotética do caso do farol, julgue o item a seguir.
A falha de mercado descrita no caso do farol é a
externalidade negativa.
Suponha que a quantidade produzida q por uma firma seja dada por q = 1200K2/3 L1/3, sendo K a quantidade de capital investido e L a quantidade de mão de obra, ambas medidas em unidades convenientes. Sabendo que cada unidade de capital investido custa $ 6 e cada unidade de mão de obra custa $ 24, julgue o item que se segue.
No longo prazo, a minimização do custo para produzir
q = 24.000 unidades envolve a contratação de 5 unidades de
mão de obra.
Suponha que a quantidade produzida q por uma firma seja dada por q = 1200K2/3 L1/3, sendo K a quantidade de capital investido e L a quantidade de mão de obra, ambas medidas em unidades convenientes. Sabendo que cada unidade de capital investido custa $ 6 e cada unidade de mão de obra custa $ 24, julgue o item que se segue.
A produtividade marginal do capital é o dobro da
produtividade marginal da mão de obra no longo prazo.
Suponha que a quantidade produzida q por uma firma seja dada por q = 1200K2/3 L1/3, sendo K a quantidade de capital investido e L a quantidade de mão de obra, ambas medidas em unidades convenientes. Sabendo que cada unidade de capital investido custa $ 6 e cada unidade de mão de obra custa $ 24, julgue o item que se segue.
Fixada a quantidade produzida em 24.000 unidades, a
isoquanta é a curva que mostra o menor custo possível para
atingir esse nível de produção.
Suponha que a quantidade produzida q por uma firma seja dada por q = 1200K2/3 L1/3, sendo K a quantidade de capital investido e L a quantidade de mão de obra, ambas medidas em unidades convenientes. Sabendo que cada unidade de capital investido custa $ 6 e cada unidade de mão de obra custa $ 24, julgue o item que se segue.
No curto prazo, fixando-se o capital em K0 = 50, obtém-se
uma função de custo com custo fixo igual a $ 300.
Para dois bens X e Y, um consumidor consome quantidades x e y, respectivamente. Ao consumir x unidades de X e y unidades de Y, o consumidor desfruta utilidade dada por u(x, y) = ln x + y. Ele direciona uma dotação w (renda) para esses bens, que têm preços perfeitamente competitivos dados por pX e pY, respectivamente.
Considerando essa situação hipotética, julgue o item a seguir.
No equilíbrio, a quantidade consumida do bem X não
depende da renda w.
Para dois bens X e Y, um consumidor consome quantidades x e y, respectivamente. Ao consumir x unidades de X e y unidades de Y, o consumidor desfruta utilidade dada por u(x, y) = ln x + y. Ele direciona uma dotação w (renda) para esses bens, que têm preços perfeitamente competitivos dados por pX e pY, respectivamente.
Considerando essa situação hipotética, julgue o item a seguir.
No equilíbrio, fixados os preços dos dois bens, a curva de
Engel de Y é uma linha reta.
Para dois bens X e Y, um consumidor consome quantidades x e y, respectivamente. Ao consumir x unidades de X e y unidades de Y, o consumidor desfruta utilidade dada por u(x, y) = ln x + y. Ele direciona uma dotação w (renda) para esses bens, que têm preços perfeitamente competitivos dados por pX e pY, respectivamente.
Considerando essa situação hipotética, julgue o item a seguir.
O consumidor tem utilidade marginal decrescente para o
bem Y.
I. A empresa monopolista maximiza o lucro total no nível de produção quando a diferença positiva entre a receita total e o custo total é máxima. Por outro lado, minimiza a perda quando a diferença negativa é mínima.
II. No Curto Prazo a empresa concorrente monopolista produz uma quantidade de produto visando à situação em que a Receita Marginal (RMg) é igual ao Custo Marginal (Cmg). Nessa situação, a empresa poderá ter lucro extraordinário (lucro econômico) ou prejuízo.
III. No Longo Prazo uma empresa concorrente monopolista somente obterá lucro normal (lucro econômico > 0) principalmente porque existem barreiras à entrada e à saída.
IV. No oligopólio, se uma empresa aumenta o preço sozinha, as demais a seguirão, pois há interesse em concorrer com preço para alcançar o equilíbrio. A diferenciação não é a principal forma de competição neste mercado, e sim a competição pelo preço.
• Qual é o ponto de equilíbrio? • Quais os pontos que demonstram excesso de oferta? • Quais os pontos que demonstram o excesso de demanda (escassez)? • Se o preço inicial for estabelecido abaixo do ponto de equilíbrio, os produtores ofertarão quantas unidades? • No preço máximo não há equilíbrio, quantas unidades os produtores estarão dispostos a ofertar?
Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, as respostas para as perguntas acima.
( ) Os custos contábeis e custos econômicos podem ser tratados e contabilizados da mesma forma, pois ambos possuem as mesmas fontes de coleta e aplicação.
( ) Sempre que uma empresa ou organização estiver com caixa deficitário o problema estará nos custos fixos que consomem a maior parte da rentabilidade.
( ) Custo de oportunidade são receitas que estão deixando de entrar em função da opção por um outro investimento. São oportunidades que não estão sendo utilizadas. São conhecidos como custo econômico.
( ) Custos irreversíveis são gastos executados que não podem ser recuperados.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Coluna 1 1. Elasticidade-renda positiva (Er > 0). 2. Elasticidade-renda negativa (Er < 0). 3. Elasticidade-preço cruzada da demanda positiva (EXY > 0). 4. Elasticidade-preço cruzada da demanda negativa (EXY < 0). 5. Elasticidade-preço cruzada da demanda nula (EXY = 0).
Coluna 2 ( ) Bem inferior. ( ) Bens complementares. ( ) Bens substitutos. ( ) Bem normal. ( ) Bens independentes.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Considerando o Produto Médio do Fator de Produção Variável (Pme = Q/L) e o Produto Marginal do Fator de Produção Variável (Pmg = ∆Q / ∆/L), pode-se afirmar que até o período 5 o aumento na mão de obra gera um Pmg crescente de 30 unidades e Pme de 15 unidades. A partir daí, não é vantagem aumentar o fator de produção mão de obra, uma vez que Pmg passa a ser decrescente (1ª Parte). A partir do período 6, o Pme cai de 11 para 8 unidades e Pmg cai de 5 para 2, demonstrando que o aumento de unidades de mão de obra gera decréscimo da produção marginal em unidades (2ª Parte). Pela análise do Pme e do Pmg, é possível verificar que há uma eficiência do aumento das unidades de mão de obra empregada, demonstrada pelo aumento constante do Produto Marginal de Produção até o final do período (3ª Parte).
Quais partes estão corretas?