Questões de Concurso
Comentadas sobre macroeconomia em economia
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O Banco Central é o único agente no Sistema Monetário Nacional Brasileiro atual que emite papel-moeda.
A elevação na taxa de juros de mercado leva ao aumento na demanda por moeda pela população, que preferirá pagar as próprias compras à vista e não fazer financiamentos.
A oferta de meios de pagamento é aumentada quando um banco comercial entrega títulos, como notas do Tesouro Nacional, ao Banco Central em troca de papel-moeda.
Um mês depois da data do texto, uma epidemia assolou o país e reduziu a população em 40%. Para evitar uma crise no setor de maçãs, o governo fixou o preço das maçãs em $ 5 por quilo. Com isso, conclui-se que a quantidade semanal vendida de maçãs será a mesma de antes da epidemia.
Uma nova mercearia que venda maçãs no pequeno país não terá incentivos para vender as frutas por menos que $ 5 por quilo, pois obterá lucros menores do que conseguiria caso mantivesse o preço no nível de equilíbrio.
Se um novo morador migrar para o país e não houver choques exógenos de oferta e de demanda, pagará o preço de $ 5 por quilo de maçã que adquirir.
No início do governo Geisel, as reservas internacionais aumentaram em reflexo ao momento vivido pela economia brasileira.
No início da década de 1980, ocorreu elevação da taxa de poupança brasileira, liderada pelo aumento da poupança externa.
A hipótese do ciclo de vida de Modigliani é compatível com um comportamento de despoupança da parcela da população mais idosa.
Em uma abordagem intertemporal, a taxa de juros pode afetar decisões de consumo, diferentemente da abordagem keynesiana tradicional em que apenas a renda corrente afeta o consumo corrente.
Sempre que uma política fiscal ou monetária provoca efeitos cambiais, há variação nas exportações líquidas.
A imposição de uma política comercial, como tarifas generalizadas sobre as importações sob o regime de taxas de câmbio fixas, tende a reduzir a renda do país.
O efeito final sobre a renda de uma expansão fiscal sob um regime de câmbio flutuante pode ser nulo.
Em um regime de taxas de câmbio flutuantes, uma expansão monetária provoca a desvalorização da moeda nacional, o que tende a favorecer as exportações líquidas e, consequentemente, a renda nacional.
As quedas da taxa de juros descritas no enunciado são resultados de um deslocamento da curva Liquidity Money (LM) para cima e para a esquerda.
Em um regime conhecido como Caixa de Conversão, como o que vigorou no Brasil no começo do século 20, a autoridade monetária autorizada emite moeda nacional somente no caso de deficit comercial, a uma taxa de conversão pré-fixada, que é mantida constante durante a vigência desse mecanismo.
Caso o encaixe monetário dos bancos comerciais seja nulo, a expansão monetária dependerá apenas da preferência do público por papel-moeda.
Sob as premissas da Teoria Quantitativa da Moeda, a moeda é apenas meio de troca, de modo que não há interdependência entre o mercado monetário e o mercado de bens e serviços.
Na teoria clássica de comércio, as vantagens comparativas são explicadas por funções de produção diferentes dos dois países.
O modelo de comércio de David Ricardo descreve como é possível alcançar pontos acima e à direita na fronteira de possibilidades de consumo.