Questões de Concurso
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A execução da política monetária tem sido influenciada, nas últimas décadas, por novas visões quanto à política inflacionária e ao controle inflacionário. No que concerne a essas novas visões, julgue (C ou E) o item a seguir.
Na visão de política monetária proposta por Lucas, a
taxa corrente de desemprego é igual à taxa natural
quando a taxa corrente de inflação equivale às
expectativas de inflação.
A execução da política monetária tem sido influenciada, nas últimas décadas, por novas visões quanto à política inflacionária e ao controle inflacionário. No que concerne a essas novas visões, julgue (C ou E) o item a seguir.
Lucas, Sargent e Wallace, ao proporem um modelo
fundamentado em expectativas racionais que concluía
pela ineficácia da política monetária, baseavam-se
nas mesmas premissas da visão monetarista de
Milton Friedman.
Com relação ao Plano Real e seus reflexos na economia brasileira ou argentina, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) O Plano Real atacou o processo inflacionário do país por meio de 3 estágios: ajuste fiscal, indexação completa da economia (via URV) e reforma monetária (conversão da URV em reais – R$).
( ) A âncora cambial do Plano Real – com valorização do Real, volume grande de reservas e abertura comercial – permitiu travar os preços internos devido a possiblidade de importações, evitando-se assim a propagação de choques.
( ) Após a implementação do Plano Real e da valorização do Real, as contas externas da Argentina apresentaram melhora pelo fato do Brasil ser um dos seus principais parceiros comerciais.
As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente,
C = 100 + 0,85Y Onde: Y = renda e C = consumo O nível de investimento planejado foi: I = R$ 50 O Equilíbrio é: Y = C + I
Assinale a alternativa que apresenta qual será a renda e o consumo de equilíbrio com Investimento para esta sociedade.
C = 100 + 0,85Y Onde: Y = renda e C = consumo Logo, função poupança será: S = -100 + 0,15Y Onde: S = poupança
Com nível de renda igual a R$ 700,00, assinale a alternativa que apresenta qual será o valor da poupança nesta sociedade.
C = 100 + 0,85Y Sabemos que o Equilíbrio é: Y = C Onde: Y = renda e C = consumo
Diante disso, assinale a alternativa que apresenta o valor de equilíbrio entre renda e consumo
Diante dos Quadros 1 e 2, assinale a alternativa que está plenamente correta.
Relacione as duas colunas e assinale a alternativa correta.
I. A escassez existe porque as necessidades humanas a serem satisfeitas através do consumo dos mais diversos tipos de bens (alimentos, roupas, casas etc.) e serviços (transporte, assistência médica etc.) são infinitas e ilimitadas.
II. Os recursos produtivos (máquinas, fábricas, terras agricultáveis, matérias-primas etc.) à disposição da sociedade e que são utilizados na produção dos mais diferentes tipos de produtos são finitos e limitados.
III. Os recursos produtivos são suficientes para se produzir o volume de bens e serviços necessários para satisfazer as necessidades de todas as pessoas.
IV. Um bem pode ter sua oferta limitada, entretanto, se esse bem não for desejado, se não houver procura por ele, ele não será escasso.
Estão corretas as afirmativas:
Nas últimas décadas, houve significativa diminuição da importância relativa do setor manufatureiro na economia brasileira. Segundo dados do IBGE, a participação do valor adicionado da indústria de transformação no PIB brasileiro já havia declinado, em termos reais, de 15,7% para 11,9%, entre 2000 e 2020, após ter alcançado um pico de 21,4%, em 1976.
Os indicadores estão associados ao fenômeno conhecido como
O trecho seguinte alude aos limites de uma estratégia de crescimento financiada por poupança externa.
Quando um país decide aceitar essa proposta de “crescimento com poupança externa”, a primeira consequência é a apreciação da taxa de câmbio. Em seguida, do lado da oferta, ocorre o aumento artificial dos salários, e, em consequência, o aumento do consumo interno [...]. Do lado da demanda, o resultado é o mesmo: a apreciação da moeda provoca a diminuição das oportunidades de investimento lucrativo voltadas para a exportação; caem os investimentos e, em termos keynesianos, cai a poupança interna. Mais amplamente, o endividamento externo provoca uma sucessão de três males: primeiro, temos uma elevada taxa de substituição da poupança interna pela externa, grande parte das entradas de capitais financiando o consumo ao invés do investimento; segundo, temos o aumento do endividamento externo que leva o país a uma condição de fragilidade externa e à política desastrosa do confidence building, a aceitar sem crítica as recomendações de nossos credores e concorrentes; e, terceiro, temos a crise de balanço de pagamentos.
BRESSER-PEREIRA, L.C. Déficits, câmbio e crescimento. O Estado de São Paulo, São Paulo, mar.2010. Adaptado.
De acordo com o autor, um país que se guia por uma estratégia de “crescimento com poupança externa”
O texto seguinte alude às mudanças ocorridas na economia brasileira, a partir da primeira metade da década de 1930.
O que parece ter sido decisivo para que Furtado identificasse pré-keynesianismo em Vargas, e não, por exemplo, em Epitácio Pessoa, é a imagem impressionante da queima dos estoques de café tão aparentada à construção de pirâmides ou ao cavar buracos mencionados por Keynes. É, entretanto, a disposição de acomodar o choque fiscal, através de aumento do déficit público, o elemento que permite, com adequação, que se possa afirmar que a política econômica do Governo Provisório tenha sido pré-keynesiana.
ABREU, M. P. Crise, crescimento e modernização autoritária: 1930-1945. In M. P. Abreu (org.). A Ordem do Progresso: Cem Anos de Política Econômica Republicana – 1889-1989. Rio de Janeiro: Editora Campus, p. 81. Adaptado.
Os eventos descritos no texto fazem menção à análise de Celso Furtado a respeito das mudanças ocorridas na economia brasileira, após a crise de 1929. A principal mudança a que se refere o texto é o(a)
A regra de Taylor é uma das ferramentas mais utilizadas pela maioria dos Bancos Centrais, no manejo da política monetária. Elaborada pelo economista John Taylor, em 1993, ela pode ser expressa pela equação:

em que i é a taxa básica de juros de curto prazo; r* é a taxa de juros real neutra; Π, a taxa de inflação observada; Π* , a meta de inflação; Y, o PIB real observado; Y*, o PIB real potencial de pleno-emprego; t, o período temporal considerado; e α e β são coeficientes positivos escolhidos pelo Banco Central.
Admita que uma determinada economia apresente taxas de inflação observadas superiores à meta de inflação e hiatos do produto positivos, ao longo de determinado período.
Tendo em vista, exclusivamente, os preceitos da regra de
Taylor, o Banco Central desse país deverá
Em célebre trecho de sua Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda, Keynes mostra as razões por que o investimento, uma das variáveis mais importantes para sustentar o crescimento econômico no longo prazo, sofre flutuações expressivas ao longo dos ciclos econômicos. O fato de maior importância é a extrema precariedade da base do conhecimento sobre o qual temos que fazer os nossos cálculos das rendas esperadas.
O nosso conhecimento dos fatores que regularão a renda de um investimento alguns anos mais tarde é, em geral, muito limitado e, com frequência, desprezível. Se falarmos com franqueza, temos de admitir que as bases do nosso conhecimento para calcular a renda provável dentro de dez anos de uma estrada de ferro, uma mina de cobre, uma fábrica de tecidos, a aceitação de um produto farmacêutico, um navio transatlântico ou um imóvel no centro comercial de Londres pouco significam e, às vezes, a nada levam. De fato, aqueles que tentam, com seriedade, fazer um cálculo desta natureza constituem uma pequena minoria, cuja conduta não chega a influenciar o mercado.
KEYNES, J.M. A Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda.
São Paulo: Editora Nova Cultural, 1996, p.161.
De acordo com Keynes, as decisões de investimento nas economias capitalistas são efetivadas sob incerteza e com base em expectativas
Admita que sejam válidas todas as premissas subjacentes à Teoria Quantitativa da Moeda (TQM), em sua versão clássica.
De acordo com a TQM, se o Banco Central aumentar a oferta de moeda da economia, ele provocará