Questões de Concurso
Sobre história econômica e economia contemporânea em economia
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Entre 1986 e 1991, o governo brasileiro implementou, na tentativa de combater a inflação, os planos econômicos
A privatização e a abertura econômica marcam importantes mudanças implementadas na economia brasileira, especialmente nos anos 90. Caracteriza essas reformas apenas a afirmativa:
Nos dez anos que se seguiram à posse do Presidente José Sarney, foram implementados vários Planos de estabilização com o intuito de reduzir a inflação no Brasil, sendo o último o Plano Real. Em relação a esses planos, é correto afirmar que:
Entre 1967 e 1973, o Brasil obteve elevadas taxas de crescimento econômico, de modo que o período fi cou conhecido, no país, como o "período do milagre econômico"; sobre este período, podemos afirmar que:
Quanto às políticas cambiais implementadas no período de 1945 a 1955, é correto afirmar que:
Quanto às privatizações conduzidas nas gestões Fernando Collor, Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso, é correto afirmar que:
Comparando o período do governo Juscelino Kubitschek com o período do “milagre”, é correto afirmar que, em ambos os períodos, o grande crescimento da indústria manufatureira foi liderado pelo setor de bens de consumo duráveis, secundado pelo setor de bens de capitais.
A retomada do crescimento no início do “milagre” foi possível pela adoção de uma política monetária expansionista e crescimento do crédito, que gerou em contrapartida uma aceleração na inflação, que vinha declinando com a adoção de uma política econômica mais ortodoxa no contexto do PAEG.
Segundo a tese cepalina da industrialização por substituição de importações o dinamismo do processo de substituição de importações colocava a necessidade da importação de novos produtos manufatureiros (insumos e bens de capital), o que poderia gerar um problema de estrangulamento externo.
Baseando-se nos conceitos essenciais da economia política e macroeconomia, julgue o item.
Para os economistas clássicos (de Smith a Marx) o trabalho
é a fonte de valor, ou seja, a faculdade que as mercadorias
tem na troca de comandarem trabalho alheio. Para Marx,
contudo, o valor não é uma qualidade social dos bens, mas
algo indiferente e exterior a própria mercadoria.
A crise cambial brasileira de 1999 se assemelhou ao que foi observado no México em 1995 e posteriormente na Argentina em 2002. Esses três processos tiveram como causa um excesso de gastos do setor público que acabou por provocar um desequilibro externo e uma crise cambial.
A ancoragem cambial utilizada no Plano Real tinha por objetivo segurar o preço dos produtos transacionáveis e tentar coordenar expectativas futuras em relação à trajetória dos preços.
O diagnóstico da inflação inercial destacava fatores reais, como nível de atividade econômica e excesso de gastos do governo, para justificar os níveis de inflação elevada.
A grande virtude teórica da proposta de moeda indexada para controle da inflação no Brasil era permitir o alinhamento de preços relativos de forma voluntária, superando um problema encontrado na estratégia do choque heterodoxo.
A oligopolização da economia acontece pela capacidade de auto-investimento do próprio mercado produtivo privado.
A especulação financeira vislumbra como luz no fim do túnel o brilho do tesouro nacional.
Sem a conversão dos fundos públicos em pressuposto geral do capital, a economia produtiva capitalista é insustentável.
A produção agrícola, o capital da terra, conforma o pilar central do Departamento I da economia produtiva.
O bloco de atividades produtivas que se materializaram em iniciativas estatais como a criação da PETROBRAS e da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), instituem no Brasil as bases para a expansão dos Departamentos II e III da economia brasileira.
Na primeira metade dos anos cinqüenta do século passado, precisamente o período que corresponde à presidência Vargas, buscou-se um padrão de acumulação para a economia brasileira fundado na expansão do setor produtor de bens de produção.