Questões de Concurso
Sobre história econômica e economia contemporânea em economia
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1 – Governo Sarney ( ) Criação do Banco Central do Brasil
2 – Governo Geisel ( ) II Plano Nacional de Desenvolvimento
3 – Governo Castelo Branco ( ) Plano Cruzado
4 – Governo Médici ( ) Plano de Ação Econômica – PAEG
( ) Prevalece a idéia de que a inflação é um mal inevitável surgindo a noção de correção monetária.
( ) A restrição ao crédito e o aumento das taxas reais de juros tiveram como consequência uma onda de falências, concordatas, fusões e incorporações.
( ) Adotou-se tratamento de choque no combate à inflação para obter ganhos imediatos.
( ) Procurou-se atender as reivindicações salariais.
( ) Criação da Companhia Siderúrgica Nacional e da Companhia do Vale do Rio Doce.
( ) Estímulo ao aumento da produção de bens intermediários, como o aço, o carvão, o cimento, o zinco, etc.
( ) Criação do Banco Nacional de Desenvolvimento - BNDE.
( ) Incentivos à introdução dos setores de consumo de bens duráveis e de capital.
O desenvolvimento de um mercado global de biocombustíveis tem recebido particular atenção na ação internacional do Brasil por permitir conciliar o interesse no aproveitamento de potencialidades econômicas no setor agroindustrial e da agricultura familiar com a necessidade de diversificação da matriz energética em favor da redução das emissões de gases de efeito estufa.
O expressivo aumento dos recursos dedicados aos programas de transferência direta de renda permitiu manter elevado o nível de consumo interno, compensando-se, assim, a perda de renda causada pela queda na geração de empregos formais, o que foi fundamental para a superação dos impactos da crise financeira internacional no mercado doméstico nos últimos anos.
O Brasil experimenta, a partir de 2005, expansão da renda nacional per capita aliada à gradual melhora do padrão de distribuição de renda, o que resulta no declínio da pobreza e em maior mobilidade social.
Apesar do impacto da crise financeira internacional deflagrada em 2008, a economia brasileira sofreu pequena retração em 2009, seguida de forte expansão no ano de 2010, desempenho melhor que o obtido pelas economias de países desenvolvidos no mesmo período.
A política de concessão de aumento real do salário mínimo, praticada a partir de 2003, teve como contrapartida a dificuldade na geração de empregos formais, o que se observa, sobretudo, nos grandes centros urbanos do país, onde aumentou significativamente a atividade econômica informal.
Acompanhando o forte ritmo de crescimento da economia brasileira em 2010 e a elevação dos preços das commodities, particularmente dos alimentos, no mercado internacional, a inflação medida pelo índice de preços ao consumidor amplo ultrapassou, naquele ano, o centro da meta prevista pela autoridade monetária.
A estrutura etária brasileira tem-se mantido inalterada nas duas últimas décadas, sendo a população do país majoritariamente constituída por jovens de até vinte e quatro anos de idade, o que representará forte pressão para o mercado de trabalho nas próximas décadas.
A desaceleração do crescimento demográfico e da taxa de crescimento vegetativo da população ocorre simultaneamente com o aumento da renda per capita e, consequentemente, com a melhora da qualidade de vida da população.