Questões de Concurso
Comentadas sobre história econômica e economia contemporânea em economia
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( ) A economia brasileira apresentou um fraco desempenho em 1998 e, assim, o crescimento de 1999 foi computado a partir de um nível base mais baixo.
( ) O governo promoveu um “hedge”ao setor privado, o que evitou um efeito-riqueza associado à queda do consumo e do investimento.
( ) As importações foram substituídas em alguns setores pela maior competitividade que a mudança cambial propiciou ao setor doméstico frente ao setor externo.
As afirmativas são, respectivamente,
( ) O Programa Nacional de Desestatização, criado no início da década, foi responsável pela privatização de diversas empresas siderúrgicas e petroquímicas.
( ) Empresas do setor de serviços públicos foram privatizadas, além de bancos estaduais.
( ) Houve um processo de reprivatização, quando empresas estatizadas em situação de falência foram vendidas.
As afirmativas são, respectivamente,
Em relação a esses planos, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) O Plano Bresser eliminou o congelamento de preços, visto que este foi uma das fontes principais da hiperinflação gerada pelo Plano Cruzado.
( ) O fracasso do Plano Bresser se deveu principalmente à reposição salarial obtida por diversos setores, pois um dos pilares do plano era o congelamento salarial.
( ) Ao contrário do Plano Cruzado, o Plano Bresser adotou uma política de austeridade fiscal logrando êxito devido à redução de transferências às esferas subnacionais.
As afirmativas são, respectivamente,
Em relação a tal política, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) Contenção da demanda agregada através de diversas medidas, como por exemplo, mudança da política salarial para uma regra de subindexação salarial.
( ) Política cambial visando a melhora dos termos de troca e, consequentemente, a elevação do saldo comercial.
( ) Maiores incentivos à exportação como forma de elevar a competitividade do setor industrial.
As afirmativas são, respectivamente,
Em resposta à crise, o governo brasileiro adotou, em 2008, medidas de política fiscal que visavam estimular o consumo e o investimento.
Em 2008, o PIB brasileiro apresentou uma variação real negativa.
O Brasil foi o primeiro país a adotar esse sistema.
Como parte do Plano Real, promoveu-se uma desvinculação parcial das receitas do governo federal.
A unidade real de valor (URV), criada em fevereiro de 1994 como unidade de conta, passou a ser meio de pagamento em julho desse ano, mudando em seguida de nome.
A alta inflação propiciava receitas para os bancos comerciais, de modo que a sua eliminação pelo Plano Real foi em parte responsável por uma crise bancária.
As primeiras medidas de combate à inflação anunciadas pelo governo da Nova República possuíam caráter ortodoxo, como o ajuste fiscal e o controle monetário.
O Plano Bresser reajustou os preços públicos e administrados, o que provocou uma inflação corretiva.
A alta dos preços internacionais do petróleo e o aumento das taxas de juros internacionais constituem alguns dos fatores responsáveis por esta crise.
Os efeitos negativos da elevação da dívida externa entre os anos de 1980 e 1984 levaram à adoção de um sistema de taxas de câmbio flutuantes
Desde 1995, a dívida líquida brasileira tem sido negativamente afetada pela desvalorização cambial.
Em decorrência da crise cambial brasileira de 1999, o governo Fernando Henrique Cardoso rompeu com o receituário de câmbio fixo proposto pelo Fundo Monetário Internacional.
O déficit previdenciário causou forte impacto, após o Plano Real, no resultado primário do governo.
No Plano Verão, além de ter-se instituído o cruzado novo, promoveu-se o fim da unidade de referência de preços (URP) salarial, com a finalidade de extinguir a retroalimentação da inflação, e buscou-se contrair a demanda agregada da economia por meio da elevação da taxa de juros e da redução das despesas públicas.
O aumento do poder de compra dos salários foi um resultado alcançado pelo Plano Cruzado.