Questões de Concurso
Sobre balística forense em criminalística
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Assinale a opção que melhor explica a observação do perito.
O procedimento pericial que consiste em comparar as deformações normais (como estrias, ressaltos, cavados e marcas de percussão) encontradas nos projéteis e estojos questionados com padrões coletados de uma arma suspeita, visando identificar se os elementos de munição são oriundos de uma mesma arma, é
A zona que é formada por resíduos sólidos de pólvora incombusta ou parcialmente comburida, que se incrustam ao redor do orifício de entrada e não se verifica em hipótese alguma no orifício de saída, é conhecida como
Assinale a opção que melhor explica a observação do perito.
O procedimento pericial que consiste em comparar as deformações normais (como estrias, ressaltos, cavados e marcas de percussão) encontradas nos projéteis e estojos questionados com padrões coletados de uma arma suspeita, visando identificar se os elementos de munição são oriundos de uma mesma arma, é
A zona que é formada por resíduos sólidos de pólvora incombusta ou parcialmente comburida, que se incrustam ao redor do orifício de entrada e não se verifica em hipótese alguma no orifício de saída, é conhecida como
As três principais vertentes da classificação balística são
I. É possível avaliar se um suspeito realizou disparo de arma de fogo em caso de homicídio utilizando, por exemplo, a técnica de microscopia eletrônica de varredura. Caso sejam detectados resíduos de chumbo, bário e antimônio, está comprovado que o indivíduo efetuou disparo de arma de fogo, já que não há qualquer outra possibilidade de detectar a presença desses resíduos na pele.
II. Os elementos do tiro, analisados nas feridas provocadas tanto por projéteis de alta energia quanto de baixa energia, têm os mesmos princípios, ou seja, é possível definir se o disparo foi realizado de encosto, à curta distância ou à longa distância. Entretanto, esses elementos apresentam particularidades quanto à sua manifestação e intensidade, relacionadas à maior energia, fragmentação do projétil, entre outros.
III. O fenômeno de cavitação temporária ocorre tanto nos disparos de projéteis de baixa energia quanto nos de alta energia. Entretanto, estes provocam lesões além daquelas localizadas, decorrentes da perfuração, ou seja, lesões à distância, decorrentes da transferência de energia determinada pelas ondas de pressão que originam o fenômeno de cavitação temporária: arrancamentos e extensas lacerações de tecidos.
IV. As lesões de saída possuem características distintas daquelas de entrada de projétil de arma de fogo. Uma delas é a ausência de zona de escoriação nos orifícios de saída. Dessa forma, se não for verificada zona de escoriação, trata-se de um orifício de saída, independentemente se maior ou menor do que o orifício de entrada.
V. Quando um projétil de arma de fogo atinge o anteparo, como o vidro de um automóvel, antes de atingir a vítima, os fragmentos de vidro podem provocar lesões de pele que podem ser confundidas com a zona de tatuagem, já que possuem morfologia idêntica, mesma coloração e mesmo padrão de dispersão. A diferença só é definida pela análise de eventuais fragmentos parcialmente inseridos na lesão.
Quais estão corretas?
O Banco Nacional de Perfis Balísticos tem como objetivo subsidiar ações destinadas a apurações criminais federais, estaduais, distritais e municipais por meio de cadastramento de dados e registros balísticos de elementos de munição deflagrados por armas de fogo relacionadas a crime.
Segundo o manual de procedimentos do SINAB, uma das categorias de itens para inserção no Banco Nacional de Perfis Balísticos é o projétil padrão ou estojo padrão de arma de fogo com adulteração de número de série ou de regime de tiro.
Somente peritos criminais e técnicos ou auxiliares devidamente treinados para trabalhar no laboratório de balística forense poderão operar os equipamentos que permitem acesso aos registros do SINAB.
O ramo ascendente de uma trajetória é sempre mais curvo e menos extenso do que o descendente.