Questões de Concurso
Comentadas sobre teorias do jornalismo em jornalismo
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O colunista Euler de França Belém, do portal www.jornalopcao.com.br, escreveu: “aceitando a provocação de vários leitores, li uma série de artigos e reportagens publicadas em alguns jornais do país a respeito de (nome do político). A impressão que se tem é que, de repente, a esquerda brasileira fez sua Revolução Russa e, a revelia dos proprietários, tomou (ou retomou) conta de determinadas redações pelo país afora. Há textos indicados como artigos e reportagens, que são mera torcida contra o (cargo do político) que pretende disputar a Presidência da República”.
Esse comentário a respeito do poder dos profissionais de comunicação de filtrar a divulgação de notícias na mídia é objeto da Teoria
Qual é a característica mais relevante do jornalismo de qualidade? A resposta para os tempos atuais, e também ante o nascimento dessa nova forma de produção de conhecimento, continua sendo a imparcialidade, ou seu sinônimo: isenção. A condição de isento, imparcial, garante ao jornalista e ao seu trabalho, uma espécie de selo de garantia do produto notícia. Uma das primeiras explicações para significar o jornalismo de qualidade foi inspirada no positivismo do filósofo francês Auguste Comte (1798-1857). Para ele, a notícia seria de qualidade se o jornalista conseguisse retratar fielmente o fato e fazer a sua transcrição.
(Michelle ROSSI & Mário Marques RAMIRES: A Imparcialidade como Conceito de Qualidade Jornalística. Adaptado)
A fundamentação desse ponto de vista está na Teoria
No dia 28 de março deste ano, J.S., escritor e sociólogo, escrevia em seu blog: “Hoje em dia não resta nenhuma dúvida ao leitor atento de que o Brasil está sendo vítima, desde 2013, de um ataque dirigido pelo capitalismo financeiro internacional na sua ânsia de saquear as riquezas nacionais e se apropriar do trabalho coletivo. Mas este ataque não tem as mesmas consequências em todos os lugares.(***) No Brasil, a instituição que incorpora à perfeição o espírito do capital financeiro é a (nome da rede de televisão). A mentira tem que ser dita não só como se verdade fosse, mas tem de dar a impressão de ser luta moral e emancipadora. Essa é a sofisticação demoníaca do capital financeiro que a (nome da emissora de televisão) materializa e interpreta tão bem.”
As afirmações de J.S. coincidem com os fundamentos da teoria do jornalismo chamada de
O conceito de “estabelecimento de agenda” é refletido por Molleda e nele são destacados aspectos fundamentais para explicar o impacto dos meios de comunicação na formação da opinião pública.
De acordo com essa perspectiva, é INCORRETO afirmar:
Quanto às formas de produção e estruturação da notícia em diferentes meios, julgue o item.
Estudos relacionados ao newsmaking comprovam que as decisões de seleção sobre o que se torna notícia se devem mais a questões subjetivas que em razão das normas profissionais.
Quanto às formas de produção e estruturação da notícia em diferentes meios, julgue o item.
O gatekeeping limita‐se a explicar o processo de produção das notícias pela ótica de quem as produz, ou seja, dos jornalistas.
Em 1950, David Manning White aplicou o conceito ao jornalismo, num artigo da revista Journalism Quartely. Anotou os motivos que levaram um jornalista veterano a rejeitar notícias num jornal médio americano. Queria entender o fluxo de notícias. Por que uns fatos viram notícias e outros não?
Referência: PEREIRA JR., Luiz Costa. Guia para a edição Jornalística. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.
O texto refere-se ao conceito de:
(Adaptado de: DeGeorge apud Sousa. Teorias da Notícia e do Jornalismo, Chapecó: Argos, 2002)
O texto, em seu conjunto, se refere ao processo de
É certo que os diferentes meios de comunicação apresentam um discurso próprio. No entanto, “no computador, a comunicação televisiva vai se misturar com telefonia, rádio, transporte de Internet via cabo, transmissão direta por satélite, suporte em tempo real, pagers, celulares, tablets e laptops (...).
(BARBEIRO, Heródoto; LIMA, Paulo Rodolfo; Manual de Jornalismo para rádio, TV e novas mídias. Rio de Janeiro: Elsevier)
Essa construção se convencionou chamar de