Questões de Concurso
Sobre teorias da comunicação em jornalismo
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seguir.
I. O professor de psicologia Harold D. Laswell representa um importante nome da escola, tendo defendido, dentre outras idéias, que a mídia afeta o público com seu conteúdo e que os conteúdos da mídia se inserem a partir dos contextos social, cultural e ideológico.
II. A escola surge na primeira metade do século XX, abordando estudos da publicidade e da propaganda política e questões de jornalismo e opinião pública, na busca por tornar a linguagem política e publicitária mais eficaz
III. O estudo científico do processo comunicativo tende se a concentrar em algumas das seguintes interrogações: Quem? Diz o quê? Através de que canal? Com que efeito?
IV. A conclusão dos estudos dessa teoria aponta que as pessoas não buscam conteúdos que tenham a ver com o que pensam.
V. A idéia central da teoria funcionalista configura-se na construção analítica dos fenômenos que investiga.
O episódio que gerou prejuízos financeiros e feriu a imagem do clube, inclusive internacionalmente, chama a atenção para um fenômeno de massa. Do ponto de vista da comunicação, a análise dos agrupamentos humanos permite que se afirme que:
I. São características da multidão: irracionalidade, agrupamento inesperado e espontâneo, ausência de individualidade e impulsividade.
II. Público pode ser definido como um grupo de pessoas com objetivos comuns, alta racionalidade, pouco sugestionável, cuja formação prescinde da presença física e que produz seus próprios meios de informação.
III. Opinião pública é expressa pela opinião da maioria.
IV. Massa se caracteriza por alta racionalidade, baixa influência dos meios de comunicação e alta individualidade.
V. Opinião do público se refere a expressão da opinião de um pequeno grupo de pessoas, reunidas em forma de massa ou multidão.
e banco de dados relacionados a software e jornalismo digital.
depósitos isolados de informação com canais de comunicação de
uma só via (um entre muitos), mas que, em vez disso, são fontes
de conteúdo e funcionalidade. O MySpace, por exemplo, faz
sucesso onde o Geocities fracassou, porque para os seus usuários
é fácil enviar áudio e fotos, manter um blog e permitir aos
visitantes publicar comentários, o que torna a comunicação mais
intensa. O Geocities permitia aos usuários apenas a criação de
homepages estáticas em seu conteúdo, sem interatividade ou
funcionalidade adicional.
Mark Briggs. Jornalismo 2.0. Como sobreviver e prosperar. Um
guia de cultura digital na era da informação. Editado em português
pelo Knight Center for Journalism in Americas (com adaptações).
A partir do texto acima, julgue os itens a seguir.
último ano a circulação diária média dos jornais norte-americanos
caiu mais de 10%. Entre abril e setembro de 2009, os jornais
publicaram 30,39 milhões de exemplares por dia, em média,
contra 34 milhões durante o mesmo período de 2008. A queda é
maior que a registrada no período de outubro de 2008 a março de
2009 (!7,09%) ou no período precedente (!4,64%).
O escritório de auditoria da difusão (ABC) confirmou
que o Wall Street Journal, o único entre os 25 maiores jornais
do país a ganhar leitores (+0,61%, atingindo 2,02 milhões de
exemplares), tornou-se o diário com maior circulação semanal,
passando o USA Today (cujas vendas caíram 17,05%, chegando
a 1,9 milhão de exemplares).
O San Francisco Chronicle sofreu a maior queda
(25,82%), e o New York Times teve mais sorte que muitos
outros, com uma circulação reduzida em 7,28%, chegando a
927.851 exemplares.
O recuo não poupou os tablóides: o New York Post, que
como o Wall Street Journal pertence ao império News
Corporation de Rupert Murdoch, viu sua difusão cair 18,77%,
atingindo a marca de 508.042 exemplares.
Luciana Medeiros. Desmoronamento da imprensa americana se
acelera. Verbo Virtual, 26/10/2009 (com adaptações).
A respeito da situação atual das empresas jornalísticas, no mundo
e no Brasil, julgue os itens seguintes.
sobre a identidade das organizações só aparece em momentos de
crise. Já para Alexandre Caldini, uma crise não necessita de um
fato, pois pode se iniciar com um boato. A partir do que afirmam
esses dois autores, julgue os próximos itens.
(MAFFESOLI, M. A comunicação sem fim (teoria pós-moderna da comunicação). Revista FAMECOS, Porto Alegre, n. 20, p. 13-20, abr. 2003.2003, p. 13). Eduardo Portanova Barros (http://www.unisinos.br/publicacoes_cientificas/images/ stories/pdfs)
Ao explicar as concepções teóricas de Maffesoli lembra que o filósofo defende que, "para além de uma concepção progressista, destacam-se três arcaísmos na pós-modernidade: o retorno de Dioniso (dimensão hedonista da existência), a ideia de tribo (modo de estar-junto a partir do gosto compartilhado) e a de nomadismo (sedentarização da existência, retorno da animalidade, do bárbaro e do selvagem)".
A palavra que completa o trecho do texto de Maffesoli, é
A teoria do cultivo é uma das teorias que buscam explicar como a mídia pode influenciar a percepção da realidade, especialmente a televisão.
A exclusão digital impede que pessoas das camadas sociais sem acesso às modernas tecnologias se insiram no processo de monitoramento da informação nesse meio.
No pensamento político moderno, a noção de massa apareceu difusamente de início, para depois cristalizar-se em conceito, no sentido de designar pura e simplesmente a parcela majoritária da população. Contrapõe-se, assim, às noções de elite e público.
Gabriel Cohn. Sociologia da comunicação: teoriae ideologia. São Paulo: Pioneira, 1993, p. 29.
Foi no bojo dos estudos culturais, herdeiros das escolas de sociologia alemã, na década passada, que surgiram conceitos tecnológicos fundamentais para a compreensão da cultura virtual, como interatividade, sociedade em rede, capitalismo informacional, esfera pública virtual, tecnologias da inteligência e colaboração criativa.
No pensamento político moderno, a noção de massa apareceu difusamente de início, para depois cristalizar-se em conceito, no sentido de designar pura e simplesmente a parcela majoritária da população. Contrapõe-se, assim, às noções de elite e público.
Gabriel Cohn. Sociologia da comunicação: teoriae ideologia. São Paulo: Pioneira, 1993, p. 29.
Os estudos acerca de cibercultura apresentam diversas visões a respeito do caráter democratizante das tecnologias de comunicação e de informação. Nessa pluralidade, destacam-se aqueles que ressaltam a democracia virtual e os que apontam as tecnologias como uma força a favor do capitalismo, em seu estágio informacional.
No pensamento político moderno, a noção de massa apareceu difusamente de início, para depois cristalizar-se em conceito, no sentido de designar pura e simplesmente a parcela majoritária da população. Contrapõe-se, assim, às noções de elite e público.
Gabriel Cohn. Sociologia da comunicação: teoriae ideologia. São Paulo: Pioneira, 1993, p. 29.
Na perspectiva pós-moderna das culturas híbridas, a cultura de massas criou uma identidade cultural uniforme, homogênea e globalizada, em escala planetária. Assim, os conceitos de classe social, públicos segmentados e elites culturais foram completamente superados. Nessa nova concepção, prevalece a noção de comunidades virtuais, as quais assumiram o papel de elites culturais na pós- modernidade.
No pensamento político moderno, a noção de massa apareceu difusamente de início, para depois cristalizar-se em conceito, no sentido de designar pura e simplesmente a parcela majoritária da população. Contrapõe-se, assim, às noções de elite e público.
Gabriel Cohn. Sociologia da comunicação: teoriae ideologia. São Paulo: Pioneira, 1993, p. 29.
A economia política da comunicação desenvolveu-se a partir dos anos 60, com o respaldo da teoria da dependência. Um dos focos dos estudos embasados por essa perspectiva analítica foi a crítica ao imperialismo cultural. Segundo essa visão, as indústrias culturais passaram a ser vistas como agentes do capital a serviço da dependência cultural.
No pensamento político moderno, a noção de massa apareceu difusamente de início, para depois cristalizar-se em conceito, no sentido de designar pura e simplesmente a parcela majoritária da população. Contrapõe-se, assim, às noções de elite e público.
Gabriel Cohn. Sociologia da comunicação: teoriae ideologia. São Paulo: Pioneira, 1993, p. 29.
A respeito da relação entre massa e público, no campo dos estudos empíricos destaca-se a escola de Chicago, que emergiu nas primeiras décadas do século XX, sob a liderança intelectual de Robert Park e Ernest Watson Burgess. Ambos usaram material de imprensa para estudar problemas urbanos, tais como as consequências da imigração da sociedade norte-americana e a dinâmica entre periferia e áreas centrais.
No pensamento político moderno, a noção de massa apareceu difusamente de início, para depois cristalizar-se em conceito, no sentido de designar pura e simplesmente a parcela majoritária da população. Contrapõe-se, assim, às noções de elite e público.
Gabriel Cohn. Sociologia da comunicação: teoriae ideologia. São Paulo: Pioneira, 1993, p. 29.
Historicamente, o conceito de indústria cultural desenvolvido no âmbito da escola de Frankfurt, por Adorno e Horkheimer, é posterior ao de cultura de massas e se contrapõe ao pressuposto norte-americano de cultura democrática.