Questões de Concurso
Comentadas sobre teorias da comunicação em jornalismo
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Quando Goffman menciona situações de risco de ruptura, ele aponta atributos e práticas defensivas que evitam a ocorrência de incidentes, como “gafes", “mancadas" e “passos em falso". No caso específico de situações de interação, das quais podem advir consequências importantes, como as de entrevista de candidato a trabalho, de apresentação de profissionais da televisão e de políticos, ele aponta atributos e práticas defensivas de
laboriosamente, a capacidade de uma representação expressar algo além de si mesma; é onde as ilusões e impressões são abertamente construídas; é onde aparelhos como telefone são guardados de modo que possam ser usados particularmente; é onde os trajes e outras partes da fachada pessoal podem ser regulados e revistados, a fim de se descobrirem as imperfeições.
O espaço a que Goffman está-se referindo é o(a)
I – As relações e ações sociais são derivadas, unicamente, das normas e regras sociais preestabelecidas.
II – O modo como um indivíduo interpreta os fatos e age perante outros indivíduos e coisas depende do significado (ou significados) que ele atribui a esses outros indivíduos ou coisas.
III – O significado é resultado dos processos de interação social, ou a partir deles construído.
IV – Os significados podem sofrer mudanças ao longo do tempo.
V – As descrições dos fatos pelos atores sociais são por demais vagas e muito ambíguas para serem usadas de modo científico.
As premissas derivadas do pensamento de Mead são APENAS as apresentadas em
Essa tese foi desenvolvida
Essa afirmação resume o conceito da Teoria
Ao ampliar, com base no alto grau de interatividade propiciado pela Internet, a autonomia do público, que passa a questionar a prerrogativa jornalística na produção da notícia, o jornalismo digital recupera o seguinte axioma de McLuhan: o meio é a mensagem.
Repórter e editor desempenham funções de gatekeepers, pois cabe a eles dar credibilidade ao assunto abordado na reportagem.
No processo de edição, ocultam-se o processo de descontextualização do assunto, no local do seu acontecimento, e o de recontextualização, que ocorre na redação. Uma das razões para que esses processos mantenham-se ocultos é ideológica, pois interessa às empresas jornalísticas que o público imagine o jornalismo como um espelho da realidade, reforçando-se, assim, mitos como o da neutralidade e o da objetividade.
A maior parte das técnicas de reportagem baseia-se, teoricamente, na chamada sociologia do emissor e dá origem ao processo de produção da notícia, denominado newsmaking.
O crescimento exponencial de informações no ciberespaço, incluindo vídeos, gerou disfunções como o peso dos arquivos e o excesso de links e, com isso, a queda na oferta de serviços online e de empresas virtuais.
A facilidade de difusão de informações na Internet pode levar uma organização a melhorar a sua presença nos ranques de acesso, mas a duplicação de conteúdo pode-se transformar em disfunção e até mesmo em um problema ético, se for feita de forma abusiva.
Uma sala virtual de imprensa deve caracterizar-se, sobretudo, pela quantidade e variedade de informações, funcionando como um generoso servidor de conteúdos, de maneira a promover as consultas locais acerca dos objetivos, da missão e dos fatos organizacionais da empresa ou instituição.
Os conceitos de culto de personalidade e de estética da recepção estão associados, pois ambos tratam da tendência das massas de se deixarem influenciar por grandes personalidades, como os políticos carismáticos e os pop stars.
O poder que as fontes oficiais exercem sobre a pauta dos jornalistas levou teóricos da comunicação, como, por exemplo, Stuart Hall, a classificarem essas fontes como definidores primários (primary definers) e os jornalistas como definidores secundários (secondary definers), mesmo quando estes não mantêm com as fontes oficiais uma relação de subserviência.
A teoria dos aparelhos ideológicos de Estado, de Louis Althusser, considera aparelho ideológico de Estado apenas os segmentos da mídia que estão em poder do Estado, como, por exemplo, as emissoras estatais.