Questões de Concurso
Comentadas sobre teorias da comunicação em jornalismo
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Para o pensamento do século XIX, o progresso da industrialização, a revolução dos transportes e do comércio e os valores de igualdade e liberdade resultaram na sociedade de massa, cujo conceito é fundamental para a compreensão da teoria hipodérmica da comunicação.
Espiral do silêncio é a técnica elaborada em sondagens para descobrir opiniões não captadas pelos métodos quantitativos de pesquisa.
A publicação de release nas redes sociais sugere pautas aos leitores, constituindo-se como uma estratégia eficaz para alcançar o público final.
A teoria da responsabilidade social da imprensa surgiu logo depois da Primeira Guerra Mundial, com a teoria libertária.
De acordo com a teoria hipodérmica, a massa é composta por pessoas que não se conhecem, que estão separadas umas das outras no espaço e que têm pouca ou nenhuma ação ou influências recíprocas.
A cabeça, texto lido pelo apresentador em telejornal, deve responder às perguntas contidas no lide, de modo a estarem presentes os sintagmas nominal, verbal e circunstancial.
Gatekeeping, decisão sobre o que vai e o que não vai ser publicado, foi centralizado na responsabilidade dos editores no momento em que o jornal-empresa atingiu sua maturidade nos Estados Unidos da América.
A Escola de Frankfurt sistematizou a doutrina da natureza essencial e das variedades fundamentais da semiose, isto é, da cadeia produtiva da construção de sentidos.
As perguntas Quem? Diz o quê? Através de qual canal? Com que efeito? pertencem ao modelo dos processos de comunicação de Lazarsfeld, criado em 1955.
Kurt Lewin, em 1947, estudou as dinâmicas que agem no interior dos grupos sociais em relação à mudança de hábitos alimentares e concluiu que há diferença de comportamento, antes e depois de uma “zona filtro”. Observou também que o mesmo fenômeno ocorre com a sequência de uma informação. Essas “zonas filtro” são controladas por um sistema objetivo de regras ou por
(Mauro Wolf, Teorias da Comunicação. Adaptado)
Leia os textos a seguir.
Atualização do Facebook e Twitter da UFG
Mantidos pela Ascom, o Facebook/UFG (criado em fevereiro de 2012) e o Twitter/UFG (criado em julho de 2009) destinam-se à divulgação de novidades sobre serviços, ensino e pesquisa. As notícias postadas são curtas e objetivas. A partir de 2014, os comentários dos internautas são quantificados e analisados pela Ascom, de modo a levantar as preferências do usuário. A Ascom também passou a estudar a linguagem específica destes veículos para adequação do conteúdo, de forma a ter maior alcance das notícias nessas redes. Em setembro de 2014, a UFG chega a 42 mil curtidas no Facebook e 25,3 mil seguidores no Twitter.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS. Disponível em:<http://www.ascom.ufg.br /up/84/o/Apresenta%C3%A7%C3%A3o_dos_servi%C3%A7os_da_Ascom_final_site.pdf . Acesso em: 5 abr. 2015.
Jornalismo profissional domina as redes sociais
O jornalismo profissional predominou entre os links compartilhados por usuários de redes sociais nas eleições de outubro. É o que mostra levantamento feito pela Folha a partir de postagens com links no Facebook e no Twitter durante dez dias ao final do pleito brasileiro, quando as redes sociais registraram recordes de interação entres seus participantes.
FOLHA DE S. PAULO. 9 nov. 2014. Disponível em:<http://www1.folha.uol.com.br/ poder/2014/11/1545424-jornalismo-profissional-domina-redes-sociais.shtml>. Acesso em: 5 abr. 2015.
Os textos apresentados indicam que