Questões de Concurso
Sobre redação jornalística em jornalismo
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Embora muitas vezes seja lido como ficção, o novo jornalismo não é ficção. Ele é, ou deveria ser, tão fidedigno quanto a mais fidedigna reportagem, embora busque uma verdade mais ampla que a obtida pela mera compilação de fatos passíveis de verificação, pelo uso de aspas e observância dos rígidos princípios organizacionais à moda antiga.
Talese, GAY. Fama & Anonimato. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
Considere as afirmações sobre os valoresnotícia na abordagem de Mauro Wolf:
I - Importância do indivíduo (nível hierárquico). II - Influência sobre o interesse nacional e número de pessoas envolvidas. III - Impacto econômico nas redações. IV - Relevância quanto à evolução futura.
Assinale a alternativa correta:
Segundo André Barbosa Filho, “a(o)________ , no jargão radiofônico, significa um informe sintético de um fato atual, nem sempre inconcluso. Suas características principais são o tempo de irradiação, sempre curto, com quarenta segundos de duração, e as mensagens transmitidas mediante frases diretas, quase telegráficas”.
O termo que completa corretamente a afirmação do
autor é
Armand e Michèle Mattelart (História das teorias da comunicação) revelam que um dos principais pensadores a refutar os postulados da análise funcionalista da comunicação examina o processo televisivo segundo quatro momentos distintos: produção; circulação; distribuição/ consumo; e reprodução. Esse autor defende que a audiência é, a um só tempo, receptor e fonte. Os seus argumentos constam do artigo Encoding/Decoding, publicado em 1973.
O nome do autor do citado artigo é
A Organização das Nações Unidas, por intermédio da Unesco, disponibiliza aos jornalistas, desde 2009, a obra A Investigação a partir de histórias – um manual para jornalistas investigativos. O título procura discutir o papel da imprensa para a liberdade de expressão e a liberdade de informação como elementos indispensáveis para a democracia.
Com relação aos princípios do Jornalismo Investigativo, os autores do título concordam que esse tipo de cobertura midiática
Larissa Azubel, em artigo publicado na revista Verso e Reverso, afirma que “dentre as diversas estratégias retóricas da reportagem hodierna, uma se destaca peculiarmente no Jornalismo de revista: o emprego de Figuras de Linguagem como forma de encantamento e persuasão”.
Dentre os títulos a seguir, adaptados do Portalnews, aquele que apresenta pleonasmo é:
O texto a seguir é o lead de uma matéria veiculada em um jornal de Valinhos:
“Ribeirinha é um mergulho na mestiçagem, na força, nas misturas de um povo e tem um sentido amplo para a intérprete Mariene de Castro. A começar pelas populações ribeirinhas, que vivem à beira dos rios. Comunidades tradicionais que construíram a identidade brasileira e que hoje sobrevivem com bravura às adversidades e desequilíbrios sociais do país. Ser ribeirinho é estar e viver à margem como sujeitos legítimos e dignos.”
(JTV Online, 31.07.2017)
A matéria foi planejada com ênfase no