Questões de Concurso
Sobre redação jornalística em jornalismo
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Para criarmos um resultado eficiente nos textos jornalísticos para rádio e TV, não podemos incluir:
I. Frases curtas.
II. Frases longas que contenham pausas.
III. Linguagem formal.
IV. Linguagem informal.
V. Voz ativa.
Assinale a alternativa correta.
Na linha da produção da notícia, o levantamento e o rigor na checagem estabelecem a qualidade da informação. Segundo Nelson Traquina, em “O estudo do jornalismo no século XX”, para avaliar a confiabilidade da informação, os jornalistas usam alguns critérios para avaliar as fontes, que preenchem as necessidades organizativas das redações, de evitar excessiva incerteza no resultado da produção noticiosa, além de furos de prazo. Existem outros critérios que também devem ser avaliados:
I. Hierarquia da autoridade.
II. Privilegiar fontes.
III. Produtividade.
IV. Credibilidade.
Assinale a alternativa INCORRETA.
Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta. As principais tarefas na edição e editoração do House Organs são:
I. Definição de pauta, coleta de informações, fotos e ilustrações.
II. Produção de texto com linguagem voltada para o público-alvo da organização.
III. Diagramação, projeto gráfico, impressão e distribuição.
IV. Traçar uma comunicação eficiente entre o topo e a base da pirâmide organizacional.
Estão corretas as afirmativas:
Como recurso de diagramação no jornalismo impresso, o intertítulo funciona para quebrar o texto em blocos chamados de retrancas, facilitando a leitura e retendo a atenção do leitor.
O processo de editoração corresponde à adequação do texto jornalístico ao formato de apresentação, seja na plataforma impressa, seja na audiovisual ou multimídia, unindo os esforços de editores de arte e texto.
Se o objetivo é facilitar a compreensão do fato que está sendo noticiado, a edição do texto jornalístico deve dispensar o uso de recursos de infografia, uma vez que estes privilegiam números e dados, que são, naturalmente, de difícil entendimento do público não especializado.
O título da notícia não atende os quesitos para se caracterizar como um texto informativo, uma vez que trata de um fato no futuro.
No sub-lead do texto, encontra-se uma complementação do lead, com destaque para a motivação da análise do CNJ acerca das uniões poliafetivas.
Observa-se no texto a utilização de um lead clássico que, na apresentação do fato ao leitor, privilegiou as informações “quem”, “quando” e “o que”.
É dever de todo jornalista ouvir o maior número de lados envolvidos antes da divulgação de um fato, exceto no exercício da assessoria de imprensa, dadas as especificidades da área.
Os ideais de objetividade e imparcialidade no jornalismo levaram a um conceito próprio de “verdade alternativa”, que se manifesta a partir das versões e dos enquadramentos escolhidos para se apresentar o fato.
A adoção de um texto transparente, comprometido a apresentar o fato como ele é, está na base do ideal de imparcialidade defendido na própria concepção do jornalismo moderno.
A objetividade é encarada no jornalismo como requisito para reduzir as manipulações do texto a partir de um compromisso com a realidade material do fato, transcrita por um texto direto e transparente.
Nos grandes jornais, apenas entre 40% e 60% do espaço total de páginas de cada edição sai preenchido por informação; o restante do espaço é destinado à propaganda. Como o espaço de anúncios é pago, ele pode ser aumentado, conforme apareçam novos anunciantes. O mesmo não se aplica ao texto jornalístico: ele deve adaptar-se ao espaço previamente estabelecido, salvo acontecimentos extraordinários.
Sendo assim, a função do copidesque se tornou muito importante dentro das redações, pois ele teria como uma de suas funções:
Antes de surgir o lide, a notícia ou reportagem era introduzida com o uso de um primeiro parágrafo.
Este recurso, que ainda é muito usado em revistas semanais ou reportagens dominicais, é chamado de
Nas coberturas cotidianas, desde a concepção da pauta
até chegar ao processo de produção e edição, o repórter
de TV deve sempre ter em mente que a matéria só é considerada adequada para se tornar uma reportagem em
televisão, quando é viável obter