Questões de Concurso
Sobre redação jornalística em jornalismo
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Dentro deste contexto, assinale a alternativa que indica a resposta correta do editor para a pergunta feita pelo repórter.
A prática do webjornalismo passou a ser relacionada ao conceito de:
Dentro deste contexto, o primeiro texto escrito e publicado pelo repórter, poucos minutos depois do acidente, e o que o será entregue daqui a duas semanas são, respectivamente:
Assinale a alternativa relacionada corretamente à entrevista pingue-pongue.
Esse advérbio sic serve para indicar ao leitor que:
Assinale a alternativa que corresponde corretamente ao termo técnico desse pequeno texto redigido pelo editor
No contexto descrito, o pequeno texto escrito pelo editor, e lido pelo apresentador, é denominado:
Assinale a alternativa relacionada ao contexto descrito.
Leia:
(...) a notícia deve evitar todo tipo de informação que não seja relevante ao fato. Uma notícia demasiadamente longa pode afastar o leitor. Assim, é relevante apresentar um texto conciso e objetivo.
Qual das características da notícia versa o excerto?
Leia:
(...) a notícia é um texto técnico, por isso o cuidado com a língua e com a variedade padrão é essencial. Dentre os cuidados necessários, a precisão vocabular ganha destaque, pois o texto deve evitar interpretações múltiplas, e o uso vocabular adequado garante que o sentido seja comunicado de modo mais claro.
Qual das características da notícia versa o excerto?
Leia a notícia abaixo.

Analise as afirmativas abaixo sobre a redação da notícia acima, publicada na Folha de S. Paulo.
1. A linha de apoio obedece às recomendações do bom jornalismo, por não dar informação redundante em relação ao título.
2. O título da matéria traz discurso direto. Essa técnica dá mais autenticidade ao material produzido.
3. Falta no lide da matéria da Folha de S. Paulo a resposta apenas a uma das seis perguntas clássicas: o onde?
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas
corretas.
Leia com atenção os dois trechos retirados do livro de Costa (2014):
O jornalismo é um ofício. Um ofício tão banal quanto trágico e glorioso. Numa perspectiva moral, nele cabem, vale redundar, simultaneamente, tanto o sentido ético quanto o seu contrário – além do seu avesso, a hipocrisia. As novas mídias, anabolizadas pela possibilidade de participação individual ou institucional, se fundam nessa possibilidade e isso fez mudar a comunicação. Queiramos ou não, com resistência ou sem resistência das mídias tradicionais, as instituições e os indivíduos – cidadãos ou solipsistas – agora têm mais poder.
Não é o jornalismo que muda, mas sim a forma de comunicação. Não muda o modo de se fazer jornalismo, mas a importância que o jornalista tinha, e que não tem mais, nos elos da comunicação – e isso sim tem importância. Por isso ele precisa se acostumar com a ideia de um concorrente na contramão do despejar informações assimétricas de forma unilateral nas pessoas. Um indivíduo qualquer agora consegue produzir informação, ao menos alguma informação, não importa se ela segue os cânones da imprensa tradicional ou não. Idem para qualquer instituição, particular ou pública. A via agora é de mão dupla, tripla, infinita. E a possibilidade de qualquer um ter nas mãos uma ferramenta de comunicação capaz de atingir milhões de pessoas é que é inédita e por isso espantosa.
I. As fontes hoje têm mais poder e podem veicular informações de seu interesse em canais próprios de informação.
II. As novas mídias não trouxeram novas discussões sobre ética, antiética e hipocrisia, permitindo o exercício de uma “moral provisória”.
III. O jornalista não é mais o único produtor de informação.
IV. O dado desafiador no jornalismo é que ele começa a perder sua identidade numa realidade saturada de informações assimétricas (o maior indício do problema ético) e refém do sensacional desenvolvimento de múltiplos meios eletrônicos de comunicação.
V. Um indivíduo qualquer não pode despejar informações assimétricas de forma unilateral nas pessoas.
A partir da interpretação desses trechos, as afirmativas CORRETAS são, apenas:
O mundo tornou-se tão complicado, tão intenso o incremento da informação disponível, que o jornalista tem que ser alguém que cria, e
não só transmite, um organizador, e não só um intérprete, alguém que
junte os fatos e os torne acessíveis. Além de saber como redigir informações de imprensa ou como contá-las nos meios audiovisuais, deve
descobrir como fazê-las chegar à mente de seu público. Em outras
palavras, o jornalista tem agora que ser um administrador de dados
acumulados, processador e analista desses dados.
A partir da citação, analise quais afirmativas estão corretas:
I. O jornalista não precisa ser rigoroso na apuração da informação. II. O jornalista precisa transmitir a notícia de modo a suplantar o burburinho da sobrecarga informacional e chegar ao público que dela necessita ou deseja. III. O jornalista precisa saber como encontrar a informação. IV. O jornalista não tem que avaliar e analisar a informação. V. O jornalista deve evitar a divulgação de superstições e crenças sem fundamento, mesmo que atraentes o bastante para convencer até mesmo pessoas com longa formação escolar.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas:
LAGE, Nilson. A reportagem: teoria e técnica de entrevista e pesquisa jornalística. Rio de Janeiro: Record, 2001.
De acordo com o exposto no texto, é primordial para a construção do texto da notícia