Questões de Concurso Sobre jornalismo
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As redes sociais assumem a condição de microesferas públicas e devem ser consideradas como fontes e(ou) caixas de ressonância no trabalho do jornalismo em qualquer suporte, mas principalmente no jornalismo digital.
Ao ampliar, com base no alto grau de interatividade propiciado pela Internet, a autonomia do público, que passa a questionar a prerrogativa jornalística na produção da notícia, o jornalismo digital recupera o seguinte axioma de McLuhan: o meio é a mensagem.
As páginas dos sítios jornalísticos na Internet são produzidas em linguagem HTML, cuja constituição por meio de tags controla a formatação de textos e de imagens na tela do computador, assim como os links de hipertexto.
O jornalismo digital reforça as fronteiras entre os espaços público e privado, contribuindo, assim, para a manutenção da privacidade das pessoas.
O lide mais comum no jornalismo é aquele em forma de pirâmide. Adotando-se esse tipo de lide, deve-se, na narração dos acontecimentos, relatar o mais importante no final.
O material publicado pelo jornalismo pode ser classificado em opinativo, analítico e noticioso. Esses três tipos de material são equivalentes em termos de importância no processo de produção da notícia.
Repórter e editor desempenham funções de gatekeepers, pois cabe a eles dar credibilidade ao assunto abordado na reportagem.
No processo de edição, ocultam-se o processo de descontextualização do assunto, no local do seu acontecimento, e o de recontextualização, que ocorre na redação. Uma das razões para que esses processos mantenham-se ocultos é ideológica, pois interessa às empresas jornalísticas que o público imagine o jornalismo como um espelho da realidade, reforçando-se, assim, mitos como o da neutralidade e o da objetividade.
A maior parte das técnicas de reportagem baseia-se, teoricamente, na chamada sociologia do emissor e dá origem ao processo de produção da notícia, denominado newsmaking.
O jornalismo denominado literário ou novo jornalismo combate, na reportagem, as carências estéticas que resultam da prosa sem brilho, fria, e que denota baixo envolvimento do repórter com o assunto.
As mensagens transmitidas pelo rádio apresentam grau de redundância maior, se comparadas às transmitidas pela televisão.
Storyline é o resumo composto de algumas páginas que o autor submete ao produtor durante o processo de construção de um roteiro. No storyline, estão condensadas as várias tramas que constituem uma história.
Na produção de reportagem de jornalismo para televisão, é necessária a presença de repórter enquadrado no vídeo em passagem ou em stand-up.
Fonte, em produção gráfica, tem três significados: o ponto de onde se inicia o processo de comunicação, a procedência da informação (documento, depoimento etc.) e o conjunto de caracteres de uma família tipográfica.
O elemento visual que, desenhado em leiautes, tem como objetivo compor o leiaute, simulando manchas de texto, denomina-se nononô, utilizado em projetos gráficos.
Charge pode ser definida como uma piada gráfica que faz uma crônica leve do cotidiano e serve para divertir.
Capitular é uma letra de corpo bem superior ao do restante da composição e é normalmente empregada na abertura de um texto ou para marcar o início de cada capítulo de um livro.
Um software de editoração eletrônica é um programa por meio do qual se pode desenhar uma página de jornal no computador. O uso desse tipo de software elimina a necessidade do rafe feito pelo diagramador.
Uma publicação impressa compõe-se de um projeto editorial, que traça os objetivos e as diretrizes da publicação, e um projeto gráfico, que traduz tais objetivos e diretrizes para uma linguagem gráfica.
O conceito de hipertexto deriva do surgimento dos hyperlinks, mas somente com o uso corrente de blocos de textos conectados entre si por nexos não sequenciais, permitindo-se igualmente relações com conteúdos diversos (indicados por termos sublinhados), é que se pode, de fato, falar da existência das hipernotícias.