Questões de Concurso Sobre jornalismo
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Considerando o artigo de Leonardo Boff “O caráter das novas manifestações”, publicado em Carta Maior, de 26/6/2013, em que ele analisa as manifestações que tomaram conta das principais ruas do Brasil, e a importância das redes sociais, no seguinte trecho: “O velho sonho democrático, segundo o qual naquilo que interessa a todos, todos têm direito de opinar e contribuir para alcançar um objetivo comum, pode enfim ganhar forma. Tais redes sociais podem desbancar ditaduras como no norte da África, enfrentar regimes repressivos como na Turquia e agora mostram, no Brasil, que são os veículos adequados de reivindicações sociais, sempre feitas e quase sempre postergadas ou negadas: transporte de qualidade (os vagões da Central do Brasil têm 40 anos), saúde, educação, segurança, saneamento básico”, é correto afirmar que o autor sustenta que
Considerando o artigo de Leonardo Boff “O caráter das novas manifestações”, publicado em Carta Maior, de 26/6/2013, em que ele analisa as manifestações que tomaram conta das principais ruas do Brasil, e a importância das redes sociais, no seguinte trecho: “O velho sonho democrático, segundo o qual naquilo que interessa a todos, todos têm direito de opinar e contribuir para alcançar um objetivo comum, pode enfim ganhar forma. Tais redes sociais podem desbancar ditaduras como no norte da África, enfrentar regimes repressivos como na Turquia e agora mostram, no Brasil, que são os veículos adequados de reivindicações sociais, sempre feitas e quase sempre postergadas ou negadas: transporte de qualidade (os vagões da Central do Brasil têm 40 anos), saúde, educação, segurança, saneamento básico”, é correto afirmar que o autor sustenta que
Agenda Legislativa da Confederação Nacional da Indústria - CNI
Desde que foi criada, em 1996, a Agenda Legislativa da Indústria é uma importante aliada na conquista de leis que ajudam a modernizar e aprimorar o ambiente de negócios brasileiro, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Há seis anos, a CNI reúne, na pauta mínima da agenda, o conjunto de propostas prioritárias para o setor que tramitam no Congresso Nacional, para sensibilizar os parlamentares brasileiros sobre temas que os industriais consideram fundamentais para as suas empresas e, consequentemente, para a nossa economia. Algumas das proposições merecem o apoio da indústria brasileira por buscarem benefícios como a redução da burocracia, a simplificação tributária e o estímulo ao investimento. Outras, pelo potencial de elevar os custos de produção e gerar insegurança jurídica, devem ser aprimoradas ou rejeitadas.
O planejamento, elaboração, confecção e execução da Agenda Legislativa envolve, diretamente, quatro setores da CNI, que são: Gerência Executiva de Jornalismo (que coordena toda a execução dos trabalhos, pois a ela cabe a comunicação externa), Gerência Executiva de Relações Públicas, Gerência Executiva de Desenvolvimento e Gestão e a Gerência Executiva de Publicidade e Propaganda. No dia do lançamento, é realizado um grande evento na sede da entidade, em Brasília, com a presença do presidente do Congresso Nacional, parlamentares, assessores e jornalistas que cobrem o setor.
Em 2013, duas propostas incluídas na pauta mínima saíram do papel. São elas:
Nova Leis dos Portos
O novo marco regulatório do setor portuário foi aprovado em maio de 2013. A lei permitirá um novo ciclo de investimentos nos portos e avanços na gestão e eficiência dos terminais marítimos e fluviais.
Lucro presumido
A MP 612, editada em 4 de abril, atualizou de R$ 48 milhões para R$ 72 milhões o teto da receita bruta para enquadramento no regime de lucro presumido, possibilitando às empresas simplificar a apuração de seus tributos. Esse limite não era atualizado há 10 anos, período em que a inflação acumulada pelo IPCA alcançou 76,6%. O novo teto entrou em vigor em 1º de janeiro de 2014.
Agenda Legislativa da Confederação Nacional da Indústria - CNI
Desde que foi criada, em 1996, a Agenda Legislativa da Indústria é uma importante aliada na conquista de leis que ajudam a modernizar e aprimorar o ambiente de negócios brasileiro, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Há seis anos, a CNI reúne, na pauta mínima da agenda, o conjunto de propostas prioritárias para o setor que tramitam no Congresso Nacional, para sensibilizar os parlamentares brasileiros sobre temas que os industriais consideram fundamentais para as suas empresas e, consequentemente, para a nossa economia. Algumas das proposições merecem o apoio da indústria brasileira por buscarem benefícios como a redução da burocracia, a simplificação tributária e o estímulo ao investimento. Outras, pelo potencial de elevar os custos de produção e gerar insegurança jurídica, devem ser aprimoradas ou rejeitadas.
O planejamento, elaboração, confecção e execução da Agenda Legislativa envolve, diretamente, quatro setores da CNI, que são: Gerência Executiva de Jornalismo (que coordena toda a execução dos trabalhos, pois a ela cabe a comunicação externa), Gerência Executiva de Relações Públicas, Gerência Executiva de Desenvolvimento e Gestão e a Gerência Executiva de Publicidade e Propaganda. No dia do lançamento, é realizado um grande evento na sede da entidade, em Brasília, com a presença do presidente do Congresso Nacional, parlamentares, assessores e jornalistas que cobrem o setor.
Em 2013, duas propostas incluídas na pauta mínima saíram do papel. São elas:
Nova Leis dos Portos
O novo marco regulatório do setor portuário foi aprovado em maio de 2013. A lei permitirá um novo ciclo de investimentos nos portos e avanços na gestão e eficiência dos terminais marítimos e fluviais.
Lucro presumido
A MP 612, editada em 4 de abril, atualizou de R$ 48 milhões para R$ 72 milhões o teto da receita bruta para enquadramento no regime de lucro presumido, possibilitando às empresas simplificar a apuração de seus tributos. Esse limite não era atualizado há 10 anos, período em que a inflação acumulada pelo IPCA alcançou 76,6%. O novo teto entrou em vigor em 1º de janeiro de 2014.
A PEC 206/12 tem como objetivo neutralizar decisão do Supremo Tribunal Federal que, em junho de 2009, revogou a exigência de diploma para o exercício da profissão de jornalista.
A proposta de emenda à Constituição PEC 206/12, que tramita na Câmara dos Deputados, reestabelece a obrigatoriedade do diploma de curso superior de comunicação social, habilitação jornalismo, para o exercício da profissão de jornalista. O texto, aprovado no Senado Federal, mantém a figura do colaborador sem vínculo empregatício e valida os registros obtidos por profissionais sem diploma no período anterior à mudança prevista pela referida PEC.
Em 2004, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso Nacional a proposta para a criação do Conselho Federal dos Jornalistas (CFJ), órgão que permite a autorregulamentação da profissão.
A tese central favorável à não necessidade do diploma foi a de que não há nenhuma especificidade ética ou moral no exercício da profissão de jornalista que não possa ser discernida pelo cidadão comum, sem formação específica.
Por serem amplamente acessíveis, podem ser classificados como meios de comunicação de massa os jornais, as revistas, o cinema, a televisão, o rádio, os websites, os telefones, os CDs, os DVDs e os videocassetes.
Indústria cultural e cultura de massa são expressões disseminadas pelo grupo de intelectuais que, nos anos 1920, ficou conhecido como Escola de Frankfurt, a qual tinha entre seus membros Walter Benjamin e Herbert Marcuse.
A comunicação ciberespacial apresenta capacidade de comunicação de massa, ou seja, pode atingir diversos receptores simultaneamente, no entanto, trata-se de comunicação anônima, visto que exclui a personalização de seu conteúdo.
Ao antever um mundo interconectado nos moldes de uma aldeia global, o filósofo Marshall McLuhan o supôs reticular e resultante de filtros preliminares correspondentes a cada uma de suas comunidades interpretativas isoladas e marcadas por códigos específicos, como ocorre com a língua e a cultura autóctones.
Em contraste com os sistemas políticos totalitários, nos quais a força física pode ser usada para coagir a população, em sociedades democráticas os meios de comunicação de massa podem funcionar como forma não violenta de controle social.
