Questões de Concurso Sobre jornalismo
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I. O meio é entendido por esse autor como uma ambiência que conforma um bios existencial próprio, em um processo sociotecnológico.
II. O autor teoriza a questão comunicacional sob o prisma da recepção.
III. Para o autor a midiatização é o movimento em que o indivíduo se lança para além do real manifesto em discurso, ou seja, procura romper as cadeias conceituais, sejam elas econômicas, políticas, culturais, estéticas.
Assinale a alternativa correta:
O planejamento da comunicação organizacional passa por um conjunto de etapas lógicas. As principais são:
As publicações empresariais, enquanto veículos jornalísticos, portanto, que conduzem a notícia, devem preocupar-se com:
I. O jornalismo líquido, onde se busca entender como algumas questões-chave do jornalismo (mediação, credibilidade, agendamento, legitimidade e fluxo noticioso) se reconfiguram na nova ecologia midiática.
II. O jornalismo líquido não significa o fim do jornalismo, embora talvez sinalize o término de um dado modelo de jornalismo informativo diário, enunciado nas redações a partir de uma mediação verticalizada.
III. O jornalismo líquido é antes um cenário instável, em aberto, permeado por um contínuo de mudanças que aparentemente desencadeiam um processo de alargamento das fronteiras do campo, cujo ponto de equilíbrio é uma questão que permanece em aberto.
Assinale a alternativa correta:
Ao registrar os fatos do dia a dia com as interpretações naturais no processo de produção da notícia, o jornalista atua como um historiador do cotidiano, influenciando as reflexões e provocando as ações sociais.
Assinale a alternativa INCORRETA.
O Código de Ética do Jornalista fixa as normas a que deverá subordinar-se a atuação do profissional nas suas relações com a comunidade, com as fontes de informação e entre os jornalistas. Ao referir-se à Conduta Profissional do Jornalista o Código estipula o compromisso com a verdade. O Artigo 9° observa que é dever do jornalista:
O trabalho de Stuart Hall sobre o papel ideológico da mídia e a natureza da ideologia representa um momento importante na constituição de um teoria capaz de refutar os postulados da análise funcionalista americana e de fundar uma forma diferente de pesquisa crítica sobre os meios de comunicação de massa. O estudioso, em seu artigo, Encoding/Decoding, redigido em torno de 1973, ao examinar o processo de comunicação televisiva segundo quatro momentos distintos: produção, circulação, distribuição/consumo; reprodução que, na sua percepção, apresentam suas próprias modalidades e suas próprias formas e condições de existência, mas articulam-se entre si e são determinadas por relações de poder institucionais, afirma que:
Digitalização é a transformação de informações textuais, sonoras ou gráficas no código binário 0 ou 1, que por sua vez é uma linguagem matemática para a qual essas informações são traduzidas e ambientadas em um suporte virtual.
Em um contexto de interatividade colaborativa em rede, um interlocutor de mensagens pode assumir a condição de coautor no caso de elaboração de conteúdos online.
Embora a objetividade absoluta seja um mito, especialmente no que diz respeito ao uso da língua e da linguagem, o autor de um texto de conteúdo informativo deve elaborar essa matéria da forma mais objetiva possível, de modo a evitar a apresentação aos leitores de um produto parcial ou tendencioso.
A Internet e os sistemas de localização como o GPS criaram novos paradigmas, como o ciberespaço e a cibercultura, que permitem ao usuário de redes digitais acessar, por exemplo, obras de arte de um museu sem sair de casa.
A análise do conteúdo artístico da literatura de massa é fundamental para que se possa estimular a leitura.
À medida que aumenta o envolvimento dos usuários com o hipertexto, também cresce a experimentação de novas maneiras de verbalização, antes excluídas de outros ambientes e instituições.
A educação como processo de construção, transformação e apropriação de conhecimentos torna-se o centro da cibercultura, ao passo que o ciberespaço suporta tecnologias que ampliam, modificam e transformam os processos humanos de memória e abstração.