Questões de Concurso Sobre jornalismo
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A esse respeito, é correto afirmar que o jornalista
Essa estrutura corresponde ao paradigma
É incorreto afirmar que, entre essas características, o autor cita que
De acordo com Pierre Lévy (1999), as principais tecnologias da inteligência que mudaram os modos de gestão social do conhecimento pela humanidade ao longo do tempo foram:
Em relação à Web e a pesquisas, julgue o item.
A cibercultura é o conjunto de técnicas (materiais e
intelectuais), de práticas, de atitudes, de modos de
pensamento e de valores que se desenvolvem
separadamente do ciberespaço.
Em relação à Web e a pesquisas, julgue o item.
O ciberespaço é um meio de comunicação que surge da
interconexão mundial dos computadores.
Considerando as teorias da comunicação, julgue o item.
Na hipótese da agenda setting, a questão fundamental
não é o ponto de vista que os indivíduos vão receber das
mídias, mas sim quais assuntos esses indivíduos
discutirão com seus semelhantes e em quais assuntos
eles pensarão.
Considerando as teorias da comunicação, julgue o item.
A teoria do gatekeeper (“guardião do portal”) concentra
seus esforços sobre o trabalho dos jornalistas e os
critérios utilizados pelos profissionais para publicarem
ou descartarem uma notícia.
( ) Para ser qualificada a informação deve ser plural. O jornalismo deve incluir a pluralidade de fontes para expressar a diversidade de significação do mundo, o que é um direito social à informação. O jornalismo deve contribuir para “dar aos cidadãos uma visão mais ampla dos caminhos e descaminhos pelos quais o Estado gerencia o conflito social moderno, a partir de um tratamento plural e equilibrado das diversas perspectivas nele envolvidas.
( ) A informação jornalística ser contextualizada, significa que o jornalista também deve ter preocupação com as técnicas narrativas para a construção da matéria, tanto no que diz respeito ao texto, quanto aos aspectos visuais que ajudem a contar o fato (como fotografias, infográficos, ilustrações). A informação deve ser redigida de forma clara e original a fim de atrair atenção do leitor mesmo em temas mais complexos ou áridos.
( ) A noção de relevância abarca a compreensão sobre o que é importante, mas também sobre o que é atual e útil. O jornalismo tanto seleciona o que é relevante (dever-ser, a priori), como dá relevância àquilo que seleciona (efeito/atributo da informação qualificada). Ao dar visibilidade pública a determinados fatos, a instituição jornalística não só mostra ao seu ‘leitor’ que certos conteúdos possuem sentido de relevância para a vida social, mas também investe um sentido de relevância para estes eventos.
Por exemplo, em um jogo de tênis ou de futebol, é comum a disponibilização das informações em tempo real. Tem-se acesso a cada lance do jogo. Ou como acontece em coberturas do carnaval de Salvador, quando se pode acompanhar, em tempo real, a passagem dos blocos, os intervalos entre eles e o que acontece durante cada noite.
I. A narrativa jornalística, por mais que se pretenda isenta e imparcial, é também fortemente determinada por um fundo ético ou moral. Os jornalistas só destacam certos fatos da realidade como notícia porque esses fatos transgridem algum preceito ético ou moral, alguma lei, algum consenso cultural. A notícia representa sempre uma ruptura ou transgressão em relação a algum significado estável. Cabe ao analista identificar, interpretar e elucidar esse significado simbólico
II. A análise da narrativa jornalística deve observar particularmente o contrato cognitivo implícito entre jornalistas e audiência em seu contexto operacional. Esse contrato segue as máximas da objetividade, da co-construção da verdade dos fatos: o objetivo é co-construir a verdade, a “realidade objetiva”.
III. O discurso narrativo objetivo distingue-se pela presença (implícita ou explícita) do narrador, de um sujeito que narra. A narração como dispositivo argumentativo é evidente. O discurso subjetivo (a ficção) do jornalismo, ao contrário, define-se pelo distanciamento do narrador. Ele narra como se a verdade estivesse lá fora, nos objetos mesmos, independentemente da intervenção do narrador: dissimula sua fala como se ninguém estivesse por trás da narração.