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Considere a notícia a seguir:
Após denúncias de trabalho escravo, empresas afirmam que roupas vinham de terceirizados
O Globo
18/06/2014
SÃO PAULO − A Comissão Parlamentar de Inquérito do Trabalho Escravo da Assembleia Legislativa de São Paulo ouviu nesta quarta-feira representantes das marcas A e B. De acordo com declarações de diretores das empresas, alvos de denúncias do Ministério do Trabalho, as roupas vendidas por ambas eram compradas prontas de fornecedores terceirizados. Portanto, esses fornecedores seriam os únicos responsáveis por manter trabalhadores em condições análogas à escravidão, declararam os representantes das empresas A e B.
(Adaptado de: https://oglobo.globo.com. Acesso em: 20 de outubro de 2019)
As denúncias
Leia o trecho a seguir, extraído dos “Princípios Editoriais do Grupo Globo”:
1. A isenção:
Isenção é a palavra-chave em jornalismo. E tão problemática quanto “verdade”. Sem isenção, a informação fica enviesada, viciada, perde qualidade. Diante, porém, da pergunta eterna − é possível ter 100% de isenção? − a resposta é um simples não. Assim como a verdade é inexaurível, é impossível que alguém possa se despir totalmente do seu subjetivismo. Isso não quer dizer, contudo, que seja impossível atingir um grau bastante elevado de isenção. É possível, desde que haja um esforço consciente do veículo e de seus profissionais para que isso aconteça. E que certos princípios sejam seguidos. São eles:
[...]
d. Não pode haver assuntos tabus. Tudo aquilo que for de interesse público, tudo aquilo que for notícia, deve ser publicado, analisado, discutido;
O trecho de tais princípios descreve
Cada tipo de abordagem feita em um conteúdo de texto para informar possui um tipo de lide cabível, o modelo de lide utilizado abaixo é denominado:
“Luciana Frias, 47 anos, casada, com dois filhos, casa própria e um bom emprego como doméstica em Catanduva, São Paulo. Em janeiro passado, perdeu o emprego; em março, seu esposo a deixou, levando osfilhos; vendeu a casa em maio, para pagar dívidas. Ontem, Luciana escreveu um bilhete de despedida, enfiou um revólver na boca e se matou, em frente ao guichê da Lotérica do bairro.”