Questões de Concurso
Sobre mídias sociais e jornalismo em jornalismo
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À medida que aumenta o envolvimento dos usuários com o hipertexto, também cresce a experimentação de novas maneiras de verbalização, antes excluídas de outros ambientes e instituições.
A educação como processo de construção, transformação e apropriação de conhecimentos torna-se o centro da cibercultura, ao passo que o ciberespaço suporta tecnologias que ampliam, modificam e transformam os processos humanos de memória e abstração.
As novas tecnologias permitem a redução do uso de matérias-primas, do consumo de energia e da participação de mão de obra não qualificada no processo de elaboração do produto final.
A bidirecionalidade e a multiplicidade de conexões são características das novas tecnologias interativas.
O gênero digital apresentado caracteriza-se como um espaço de debates acerca das opiniões de escritor e leitor. Além disso, no exemplo fornecido, tais discussões podem ser compartilhadas e ampliadas por meio de redes sociais das quais o leitor faça parte.
O gênero digital reproduzido na figura exemplifica a relação entre interlocutores na comunicação da era tecnológica, uma vez que possibilita a imediata participação do leitor no processo comunicativo.
O perfil dos novos jornalistas é profundamente diferente dos velhos colegas de profissão, acostumados com uma única via de comunicação. Não basta mais o domínio ou a familiaridade do assunto em questão; os novos jornalistas devem possuir profundos conhecimentos sobre mídia digital
(TORRES, Cleyton Carlos: Perfil do novo jornalista vai além do jornalismo. Observatório da Imprensa, ed. 677, 17/01/2012)
Para se comunicar de modo eficiente com o público, o jornalista
deve ter capacidade de domínio de linguagens e
produção de conteúdos que considerem de forma determinante
O surgimento da internet, com a disseminação de sites, blogs e espaços de discussão, foi um grande aliado da divulgação da ciência.
A “usabilidade" é um conceito fundamental nas plataformas de jornalismo digital.
As TICs impactaram os sistemas midiáticos nacionais de modo a permitir a emergência de novos veículos e reverter o processo de concentração da propriedade das empresas de mídia.
O advento das redes sociais alterou as relações dos jornalistas com os públicos, mas teve um impacto reduzido nos processos de apuração e redação da notícia nas mídias tradicionais.
A adaptação à lógica das TICs exige do profissional de comunicação, além do domínio das ferramentas técnicas, uma mudança cognitiva e de cultura profissional e organizacional.
Os formatos e funções associados às redes sociais na Internet se multiplicaram nos últimos anos, mas, em geral, têm como traço comum o fato de permitirem aos usuários a criação de perfis e a interação com outros usuários da mesma rede.
A Web 2.0 alterou as modalidades de circulação de conteúdos na Internet por meio de ferramentas de agregação e etiquetagem, como o RSS, o social bookmarking e as tags.
Uma das práticas emergentes do novo ecossistema midiático é o gatewatching, que trata da função jornalística de fiscalização dos poderes por meio das tecnologias digitais.
Embora a Internet tenha acabado com as limitações espaciais na publicação de notícias, os valores-notícia fundamentais do jornalismo se mantêm.
