Questões de Concurso
Sobre mídias sociais e jornalismo em jornalismo
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Uma organização decidiu bloquear, nos computadores da empresa, o acesso dos colaboradores às mídias sociais. Essa medida visa a aumentar a segurança de dados e limitar o risco dos colaboradores divulgarem informações sigilosas ou ofensivas da organização em ambientes públicos.
Do ponto de vista dos resultados dessa política, a medida é:
Uma das grandes preocupações de gestores de comunicação organizacional está na disseminação de informações distorcidas e inverídicas que circulam nas mídias digitais, com velocidade cada vez maior, e que podem causar grandes danos à imagem de pessoas e instituições.
Esse tipo de informação é conhecido como:
A redação para mídias digitais demanda técnicas diferentes das utilizadas nas mídias tradicionais, ao mesmo tempo em que mantém algumas dessas técnicas dos meios não digitais.
Entre as técnicas de redação utilizadas nas mídias tradicionais e que são importantes em um texto jornalístico no ambiente digital, estão:
Os computadores permitem destacar palavras-chave de um texto (highlight), utilizando cores.
De acordo com os princípios da boa redação jornalística, o uso de highlights nos textos nas mídias sociais é considerado:
O assessor de imprensa de uma instituição pública reuniu os jornalistas da equipe para apresentar orientações sobre redação e edição para mídias digitais.
A primeira instrução foi a de se evitarem textos longos, porque são inadequados para as novas mídias. Essa afirmação está:
Leia o trecho a seguir.
“Para as organizações noticiosas, uma nova função tem emergido. O pesquisador Axel Bruns (2003) descreve o novo papel colaborativo do jornalismo em rede. Na era das redes ou da conexão, o jornalista atua mais como aquele que examina os fatos para avaliar sua veracidade e boa-fé, como um autenticador dos jornalistas cidadãos e curador do que é reportado nas redes sociais” (CANAVILHAS, 2014, cap. 7).
A nova função apontada pelo autor é conhecida como:
Observe a figura, a seguir, que apresenta três formas estruturais de redes sociais apresentadas por Baran e Ugarte (2008).

MARQUES, Angela; et al. Esfera Pública, redes e jornalismo:
Rio de Janeiro: E-papers, 2009. p. 193.
A partir da figura, analise as afirmativas a seguir e assinale V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) A rede centralizada possui um nó forte central em torno do qual se formam os laços sociais associativos.
( ) A forma descentralizada possui vários centros de agregação, distribuindo fluxos de comunicação e poder.
( ) A forma distribuída apresenta equilíbrio entre nós e laços, o que mostra uma dialogia menos simétrica entre os participantes.
( ) Os modelos são fixos, portanto, uma mesma rede social pode ter características de vários deles.
Assinale a sequência CORRETA.
Segundo Jenkins, em seu livro Cultura da Conexão (2014), na era do compartilhamento digital e no atual cenário de incertezas, muitos antigos modelos para compreender os públicos deixam de ser aplicáveis. Mesmo assim, considerações estratégicas e técnicas podem aumentar as chances de o conteúdo ser propagável.
As considerações estratégicas, a seguir, descritas pelo autor estão corretas no que se refere à mídia propagável, EXCETO:
De acordo com a Escala Midis, que mede a credibilidade da informação na internet, relacione a COLUNA I com a COLUNA II, associando os tipos de fontes com suas respectivas características.
COLUNA I
1. Governo Federal, Estadual e Municipal
2. Sites pessoais
3. Grupos de interesse e Ongs
4. Pesquisas científicas de universidades
COLUNA II
( ) “Muitos estudos podem ainda não ter sido defendidos publicamente. Mas são também fontes confiáveis.”
( ) “Quem é a pessoa e porque publica aquela informação? Checar sempre!”
( ) “Mesmo que estes grupos estejam politicamente engajados em uma causa, não há risco em dar a notícia citando a fonte. Mas sempre ouvir o outro lado.”
( ) “Você pode discordar ou questionar os dados, mas estará garantido ao citar a fonte.”
Assinale a sequência CORRETA.
Talvez você já tenha se perguntado do motivo pelo qual o teste do pezinho é feito no pé do bebê. Essa escolha foi feita por ser uma região bastante irrigada do corpo, o que facilita o acesso ao sangue para a coleta da amostra. Em todo o mundo, a coleta do exame é realizada pela punção no calcanhar e por isso, aqui no Brasil, é popularmente chamado de Teste do Pezinho.
Apesar de muitos bebês chorarem durante o exame, a picadinha no calcanhar é muito importante para dar as melhores condições de desenvolvimento para as crianças brasileiras. Esse não é um exame que traz riscos ao bebê. Muito pelo contrário, é rápido, pouco invasivo e até bem menos incômodo do que a coleta com seringa em uma veia no bracinho.
A primeira pesquisa utilizando esta metodologia aconteceu em 1961, nos Estados Unidos. Em 1964, graças ao teste, 400 mil crianças já tinham sido testadas para a doença chamada fenilcetonúria, em 29 estados americanos. Essa metodologia de detecção foi sendo substituída e melhorada com o passar dos anos por outras mais precisas e simples, e várias outras doenças puderam ser incluídas nos programas de triagem neonatal. (Entenda a importância do teste do pezinho para o bebê. In: Blog da Saúde. Disponível em: < http://www.blog.saude.gov.br/index.php/ materias-especiais/51815-entenda-a-importancia-do-teste-do-pezinho-para-o-bebe>)
Este trecho faz parte de uma postagem voltada
I. Produzir um vídeo curto, de dois a três minutos, para redes como Twitter, Facebook e Youtube, divulgando também um link para informações mais detalhadas no website da autarquia, incluindo o atalho para o próprio parecer. II. Publicar uma postagem com o parecer dividido em diversos arquivos, em formato de imagem, para gerar viralização no Twitter e no Facebook. III. Criar um blogue, que posteriormente pode ser usado em outras campanhas similares, com textos didáticos e que esclareçam as mudanças, apresentando também o link para o parecer. IV. Postar as principais mudanças em séries de tweets, contando com o compartilhamento para potencializar o alcance. V. Criar memes que chamem a atenção para clicar em links de textos explicativos postados anteriormente no site ou blogue do Conselho, incluindo atalho para o parecer.
É válido, nas redes sociais, APENAS o que se afirma em