Questões de Concurso
Sobre história dos jornais brasileiros em jornalismo
Foram encontradas 149 questões
Eles são, respectivamente,
Esse recurso foi usado pelo jornal
I – O Brasil não teve acesso à tipografia e à imprensa por três séculos desde o Descobrimento, ou seja, até o século XIX. II – Esta ausência de tipografia e imprensa é, segundo alguns autores, consequência da proibição de industrialização, de sistema interno de correios e de construção de universidades pela coroa portuguesa. III – Com a chegada da corte portuguesa, no início do século XIX, jornais impressos na Europa começaram a circular no Brasil, entre eles, o Correio Braziliense. IV – A imprensa brasileira ficou livre da censura apenas no final do século XIX, coincidentemente com a abolição da escravatura em 1888.
O texto faz referência a:
O texto faz referência a que periódico?
Observe a imagem e leia o texto a seguir.

Nascido em Irajubá-BA, em 1935, tornou-se um dos principais e mais premiados nomes do fotojornalismo brasileiro. Trabalhou no Jornal do Brasil por mais de 40 anos. Suas imagens tornaram-se um ícone da denúncia da repressão durante a Ditadura Militar no país. Cobriu 6 Copas do Mundo e 6 Olimpíadas. Publicou diversos livros, entre eles: Fotojornalismo (1982), Canudos 100 Anos (1997), Livro das Águas (2001), Pablo Neruda: Vou Viver (2005), 68 Destinos: Passeata dos 100 Mil (2008), Retratos do Tempo, 50 anos de Fotojornalismo (2015).
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a quem se refere o texto.
Essa notícia foi publicada na revista Veja, em 01 de novembro de 2012, dando adeus
No dia 6 de abril de 2001, a Folha Online trouxe a seguinte notícia:
“As Organizações Globo compraram o jornal paulista ‘Diário Popular’. O valor do negócio é de R$ 200 milhões. O Globo vai assumir as dívidas de R$ 100 milhões do ‘Diário’”.
(http://twixar.me/FxCK. Adaptado)
E a nota terminava lembrando que o “Diário Popular” pertencia ao ex-governador
Sou jornalista, mas gosto mesmo é de marcenaria. Gosto de fazer móveis, cadeiras, e minha ética como marceneiro é igual à minha ética como jornalista – não tenho duas. Não existe uma ética específica do jornalista: sua ética é a mesma do cidadão.
(http://twixar.me/rYCK. Adaptado)
Essa declaração consta do livro Regra do jogo: o jornalismo e a ética do marceneiro, uma das mais importantes obras sobre o jornalismo brasileiro e sobre a ética na comunicação. O autor da frase faleceu em 12 de agosto de 1987. Seu nome era
Com relação aos tipos de notícia, estrutura e processo de construção, julgue o item subsequente.
Mais comumente utilizada em jornais, a pirâmide invertida é
a estrutura de notícia na qual o relato do acontecimento
apresenta o fato mais importante no final da matéria.