Questões de Concurso
Comentadas sobre história da imprensa em jornalismo
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O sistema pictográfico gravado em um notório artefato arqueológico egípcio pressupunha o compartilhamento de um código entre emissor e receptor a fim de possibilitar a comunicação. Atribuiu-se ao linguista francês Jean-François Champollion, em meados do século 19, a decifração daqueles caracteres simbólicos da escrita hieroglífica. Para tanto, ele utilizou os fragmentos de um texto de caráter religioso, presentes na Pedra de Roseta.
De acordo com o modelo matemático da informação, proposto por Shannon e Weaver, é correto concluir que, para ser efetiva, a troca de mensagem entre emissor e receptor requer:
A invenção da prensa de Gutenberg no século XV, por volta do ano de 1441, foi um marco na evolução da imprensa.
Nesse contexto, é CORRETO afirmar em relação a esse período que:
A respeito da sociologia da comunicação, julgue o item seguinte.
O processo de urbanização aumentou a demanda por
informação e a influência da imprensa na sociedade, devido a
fatores como o crescimento do número de leitores em uma
mesma região.
A respeito da sociologia da comunicação, julgue o item seguinte.
Devido à precária transmissão de mensagens pelas linhas detelégrafo, os jornalistas passaram a redigir textos mais curtose objetivos, o que alterou a forma de noticiar.
A tipografia é um processo de impressão relevográfica de importância fundamentalmente histórica criado por Gutemberg no século XV. Nela a matriz é formada por tipos móveis - pequenos blocos de metal que contêm um caractere em relevo (letra, número, sinal de pontuação, etc.) em cada um deles. Montados lado a lado, eles compõem o texto, formando a matriz, chamada de rama.
Assinale a alternativa que contém uma característica que normalmente NÃO pertence ao processo de tipografia.
O Supremo Tribunal Regional acabou com a obrigatoriedade do curso superior específico para o exercício da profissão de jornalista, considerando que essa obrigatoriedade atenta contra a liberdade de expressão, sendo inconstitucional.
O ministro relator, Gilmar Mendes, na ocasião, afirmou que não há nenhuma especificidade técnica nem ética no jornalismo, nenhuma questão moral que não possa ser discernida por um cidadão comum, sem formação alguma e, foi além de avaliações técnicas, comparando a profissão de jornalista com a de um chefe de cozinha: “Da mesma forma que não há nenhuma especificidade ética ao cozinhar. Um excelente chefe de cozinha poderá ser formado numa faculdade de culinária, o que não legitima estarmos a exigir que toda e qualquer refeição seja feita por um profissional registrado mediante diploma de curso superior na área.” E a posição do Supremo foi de 8 votos contra 1, caindo então, a obrigatoriedade do diploma.
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O fato relatado no texto do Observatório da Imprensa em 15/4/2014, trazendo novas perspectivas em relação à regulamentação da profissão de jornalista, ocorreu em
Com relação a lide, julgue o próximo item.
O lide faz parte do modelo da pirâmide invertida, popularizado
pelos norte-americanos no século XIX, quando os princípios
da objetividade e da imparcialidade começaram a se impor,
junto com o modelo de jornalismo informativo.