Questões de Concurso
Comentadas sobre formatos midiáticos em jornalismo
Foram encontradas 740 questões
Um órgão público precisa lançar uma campanha institucional voltada para um público formador de opinião, de nível superior.
De modo geral, o meio mais adequado para atingir esse público é o(a):
Suíte é um jargão jornalístico que, em linhas gerais, significa “sequência que se dá a um determinado assunto, nas edições subsequentes do jornal”. Tomando como exemplo uma publicação impressa, suponha que será disponibilizada uma página já retrancada com capacidade para determinado número de caracteres e tipologia. O repórter incumbido da tarefa de redigir a notícia precisará tanto descrever resumidamente o que já se divulgou como acrescentar fatos novos. O texto em questão, composto no formato da pirâmide invertida, com 4 parágrafos, repetirá alguns dados divulgados anteriormente.
Tais elementos de repetição deverão figurar na seguinte posição:
Considere as proposições:
I. A fotografia, apesar de utilizada há mais de cem anos na imprensa, teve sua difusão nos primeiros tempos para arejar as páginas carregadas de texto, vindo posteriormente a ganhar importância nos veículos jornalísticos.
II. São publicações mais fáceis de transportar, além de serem impressas em papel de melhor qualidade, indo além de ser um resumo dos acontecimentos semanais.
Essas afirmações relacionam-se, respectivamente, com
“O abandono em que se encontram inúmeras praças públicas da Cidade pode se transformar num dos primeiros grandes desafios a serem vencidos pelo futuro prefeito de Mogi, Marcus Melo (PSDB), logo após assumir o comando administrativo da Prefeitura, em janeiro do próximo ano.”
Esse texto é parte de uma matéria não assinada. Foi publicado em 04 de novembro de 2016, em O Diário.
Pelas suas características, é correto afirmar que se trata de
Segundo André Barbosa Filho, “a(o)________ , no jargão radiofônico, significa um informe sintético de um fato atual, nem sempre inconcluso. Suas características principais são o tempo de irradiação, sempre curto, com quarenta segundos de duração, e as mensagens transmitidas mediante frases diretas, quase telegráficas”.
O termo que completa corretamente a afirmação do
autor é
Armand e Michèle Mattelart (História das teorias da comunicação) revelam que um dos principais pensadores a refutar os postulados da análise funcionalista da comunicação examina o processo televisivo segundo quatro momentos distintos: produção; circulação; distribuição/ consumo; e reprodução. Esse autor defende que a audiência é, a um só tempo, receptor e fonte. Os seus argumentos constam do artigo Encoding/Decoding, publicado em 1973.
O nome do autor do citado artigo é
A Organização das Nações Unidas, por intermédio da Unesco, disponibiliza aos jornalistas, desde 2009, a obra A Investigação a partir de histórias – um manual para jornalistas investigativos. O título procura discutir o papel da imprensa para a liberdade de expressão e a liberdade de informação como elementos indispensáveis para a democracia.
Com relação aos princípios do Jornalismo Investigativo, os autores do título concordam que esse tipo de cobertura midiática
Larissa Azubel, em artigo publicado na revista Verso e Reverso, afirma que “dentre as diversas estratégias retóricas da reportagem hodierna, uma se destaca peculiarmente no Jornalismo de revista: o emprego de Figuras de Linguagem como forma de encantamento e persuasão”.
Dentre os títulos a seguir, adaptados do Portalnews, aquele que apresenta pleonasmo é:
Em 15 de agosto de 2015, Luciano Pires publicou, em um dos jornais de Mogi das Cruzes, o texto Os velhinhos. O primeiro período define o gênero de sua matéria: “Final de ano, época de reflexões, de revisão de nossos atos, de calibrar expectativas. Um texto meu antigo cabe bem aqui. Eu o escrevi após ver na televisão uma cena terrível: uma empregada espancando uma anciã indefesa. Nós, com a energia dos 20, 30, 40, 50 anos, não entendemos como alguém pode ficar à mercê de uma agressão, como se fosse um bebê.”
As características de construção do texto permitem afirmar que se tratar de
O texto a seguir é o lead de uma matéria veiculada em um jornal de Valinhos:
“Ribeirinha é um mergulho na mestiçagem, na força, nas misturas de um povo e tem um sentido amplo para a intérprete Mariene de Castro. A começar pelas populações ribeirinhas, que vivem à beira dos rios. Comunidades tradicionais que construíram a identidade brasileira e que hoje sobrevivem com bravura às adversidades e desequilíbrios sociais do país. Ser ribeirinho é estar e viver à margem como sujeitos legítimos e dignos.”
(JTV Online, 31.07.2017)
A matéria foi planejada com ênfase no
Leia o trecho a seguir.
“Quanto se tem um trabalho fixo, com carteira assinada, o fim do domingo é motivo, para muitos, de grande agonia. A espera amarga pela segunda-feira tem gosto de um arrastar de correntes, bem rotulado pelo sistema, pela sociedade, chame como quiser. E quando não se tem emprego fixo, qual o sabor do domingo? No começo tem sabor de sorvete de pistache em tarde de férias, assim de pés descalços numa grama molhada ainda pelo orvalho, balão colorido de parque e sorriso certeiro. São tantas possibilidades, tantos projetos, tanto trabalho invisível correndo aos montes, que só pode dar certo e logo. E de repente você se dá conta de que não é bem assim, talvez não seja.”
O texto completo, de autoria de Daniela Vitor, foi publicado em http://confrariando.com. O seu estilo corresponde a
Observe as características do seguinte texto:
“A Irmandade da Santa Casa de Valinhos obteve uma importante conquista na última quarta-feira, dia 22. A assinatura do Contrato de Prestação de Serviços com a Prefeitura dá garantias fundamentais na relação que o hospital mantém com a municipalidade. A nova relação, com base contratual, colocará um fim ao rito desgastante que a Santa Casa vivia até então, tendo que “passar o chapéu” todo mês, algumas vezes até mesmo tendo que implorar para que o dinheiro da subvenção entrasse na conta, para assim poder honrar com seus compromissos”.
A matéria de onde foi extraído esse texto foi publicada no portal da Folha de Valinhos, no dia 25 de março deste ano, e não está assinada por nenhum jornalista. Pelas suas características editoriais, é correto afirmar que se trata de