Questões de Concurso
Sobre cibercultura em jornalismo
Foram encontradas 205 questões
Considere as seguintes características dos portais de notícias na internet:
I. Os portais tentam atrair e manter a atenção do internauta, ao apresentar, na página inicial, chamadas para conteúdos díspares, de várias áreas e origens.
II. Os portais formam comunidades de leitores digitais, reunidas em torno de um determinado tema e interessadas no detalhamento da categoria de conteúdo em questão e seus respectivos hiperlinks, que surgem em novas janelas de browser.
III. A estruturação de um portal exige a organização dos dados e um código visual, tarefas desafiadoras para os jornalistas da área.
IV. Para fidelizar as comunidades de leitores, basta conhecer as preferências de consumo e perfil dos frequentadores, não sendo preciso oferecer outros atrativos e assuntos pertinentes à realidade socioeconômica de quem acessa o site.
Em relação a essas características, estão CORRETAS as afirmativas:
Sobre os portais jornalísticos no Brasil é correto afirmar que, EXCETO:
Um bloco de diferentes informações digitais interconectadas é um hipertexto, que, ao utilizar nós ou elos associativos (os chamados links), consegue moldar a rede hipertextual, permitindo que o leitor decida e avance sua leitura do modo que quiser, sem ser obrigado a seguir uma ordem linear. Na internet não nos comportamos como se estivéssemos lendo um livro, com começo, meio e fim. Saltamos de um lugar para outro − e seja na mesma página, em páginas diferentes, línguas distintas, países distantes etc.
(FERRARI, Pollyana. Jornalismo digital. São Paulo: Contexto)
Considera-se como o pai do hipertexto o teórico
Uma das grandes preocupações de gestores de comunicação organizacional está na disseminação de informações distorcidas e inverídicas que circulam nas mídias digitais, com velocidade cada vez maior, e que podem causar grandes danos à imagem de pessoas e instituições.
Esse tipo de informação é conhecido como:
Os computadores permitem destacar palavras-chave de um texto (highlight), utilizando cores.
De acordo com os princípios da boa redação jornalística, o uso de highlights nos textos nas mídias sociais é considerado:
Dentre alguns sites que se notabilizaram por atuar na área de fact-checking, pode-se citar o norte-americano Snopes. Boatos na internet, notícias publicadas em jornais menos conhecidos do público ou até mesmo lendas urbanas, por exemplo, são apurados à exaustão para que seja verificada a sua veracidade. No Brasil, algumas empresas de comunicação também encamparam a ideia da checagem de fatos em prol de uma prática jornalística que preze pelo conteúdo com credibilidade. No entanto, pode haver risco quando a autonomia dos grupos de comunicação que possuem fact-checkers está comprometida por interesses ideológicos e mercadológicos.
Assim, para manter a independência editorial, Snopes considera peremptório que:
Don Tapscott, no livro A hora da geração digital: como os jovens que cresceram usando a internet estão mudando tudo, das empresas aos governos, trata a imersão digital como algo ainda desconhecido, mas sinaliza algumas observações.
A esse respeito, assinale a alternativa INCORRETA.
Segundo Jenkins (2014), no modelo de mudança de distribuição para circulação, o público não é visto mais como simplesmente um grupo de consumidores de mensagens pré-construídas, mas como pessoas que estão moldando, remixando, reconfigurando e compartilhando conteúdos de mídia.
Para retratar isso, o autor cunhou o termo que ficou conhecido como:
Segundo Jenkins, em seu livro Cultura da Conexão (2014), na era do compartilhamento digital e no atual cenário de incertezas, muitos antigos modelos para compreender os públicos deixam de ser aplicáveis. Mesmo assim, considerações estratégicas e técnicas podem aumentar as chances de o conteúdo ser propagável.
As considerações estratégicas, a seguir, descritas pelo autor estão corretas no que se refere à mídia propagável, EXCETO:
I. Produzir um vídeo curto, de dois a três minutos, para redes como Twitter, Facebook e Youtube, divulgando também um link para informações mais detalhadas no website da autarquia, incluindo o atalho para o próprio parecer. II. Publicar uma postagem com o parecer dividido em diversos arquivos, em formato de imagem, para gerar viralização no Twitter e no Facebook. III. Criar um blogue, que posteriormente pode ser usado em outras campanhas similares, com textos didáticos e que esclareçam as mudanças, apresentando também o link para o parecer. IV. Postar as principais mudanças em séries de tweets, contando com o compartilhamento para potencializar o alcance. V. Criar memes que chamem a atenção para clicar em links de textos explicativos postados anteriormente no site ou blogue do Conselho, incluindo atalho para o parecer.
É válido, nas redes sociais, APENAS o que se afirma em