Questões de Concurso
Comentadas sobre assessoria de comunicação integrada em jornalismo
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É importante que os profissionais de comunicação compreendam os valores e as crenças que, na cultura das instituições públicas, norteiam o comportamento de todo o corpo interno − dirigentes e funcionários. O diagnóstico dos problemas estruturais e de relacionamento interno permite identificar dificuldades, ameaças, falhas e oportunidades de comunicação. Essa identificação possibilita criar um sistema de comunicação apropriado à cultura existente e, consequentemente, um modelo de gestão que garanta a consecução da missão da instituição.
(NOGUEIRA, Maria Francisca Magalhães: Gestão da comunicação interna das instituições públicas: um recurso esquecido. In: Comunicação Informação, v. 4, n. 1/2, jan./dez. 2001, p. 121-131)
Constitui trabalho da equipe de comunicação de uma instituição
pública, tal como o Tribunal de Justiça do Amapá,
Sobre “o mundo do assessor", nas assessorias de imprensa, públicas ou privadas, a preocupação que move esse profissional é tão somente a divulgação de notícias de interesse da gestão.
A agilidade e a rapidez de atuação das assessorias dos órgãos federais devem ser bem maiores, já que o governo não fecha depois das cinco ou seis horas da tarde: as autoridades e, da mesma forma, seus assessores estão 24 horas no ar.
Os sites de internet se tornaram ferramentas fundamentais de comunicação das instituições, de forma que, com base nessa informação, é correto afirmar que algumas organizações acreditam, inclusive, que seus sites são uma extensão de suas redes físicas, pois um bom site institucional é aquele que se preocupa somente em divulgar seus serviços/produtos.
No contexto contemporâneo da comunicação em empresas, organizações e instituições, é correto afirmar que, no Brasil, as atividades que mais se expandem são as de assessoria e consultoria, erroneamente denominadas apenas por “assessorias de imprensa", ainda que seu trabalho cotidiano não esteja restrito à divulgação e a contatos com a imprensa e, ao contrário, envolva ações de comunicação integrada com os clientes e a opinião pública.
Sobre o processo de gerenciamento da informação nas instituições, é correto afirmar que o profissional de imprensa deve cuidar tão somente do relacionamento com a mídia externa, atendendo a suas demandas e produzindo informações para alimentar essa mídia.
Toda atividade de audiência em relação à comunicação será exercida não apenas na comunidade empresarial, mas também fora dela e, assim, o conteúdo de um material publicado por jornal ou revista de empresa será comparado pelo leitor com o de outros jornais e revistas não empresariais, bem como sua forma e maneira de apresentar os fatos.
Agenda Legislativa da Confederação Nacional da Indústria - CNI
Desde que foi criada, em 1996, a Agenda Legislativa da Indústria é uma importante aliada na conquista de leis que ajudam a modernizar e aprimorar o ambiente de negócios brasileiro, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Há seis anos, a CNI reúne, na pauta mínima da agenda, o conjunto de propostas prioritárias para o setor que tramitam no Congresso Nacional, para sensibilizar os parlamentares brasileiros sobre temas que os industriais consideram fundamentais para as suas empresas e, consequentemente, para a nossa economia. Algumas das proposições merecem o apoio da indústria brasileira por buscarem benefícios como a redução da burocracia, a simplificação tributária e o estímulo ao investimento. Outras, pelo potencial de elevar os custos de produção e gerar insegurança jurídica, devem ser aprimoradas ou rejeitadas.
O planejamento, elaboração, confecção e execução da Agenda Legislativa envolve, diretamente, quatro setores da CNI, que são: Gerência Executiva de Jornalismo (que coordena toda a execução dos trabalhos, pois a ela cabe a comunicação externa), Gerência Executiva de Relações Públicas, Gerência Executiva de Desenvolvimento e Gestão e a Gerência Executiva de Publicidade e Propaganda. No dia do lançamento, é realizado um grande evento na sede da entidade, em Brasília, com a presença do presidente do Congresso Nacional, parlamentares, assessores e jornalistas que cobrem o setor.
Em 2013, duas propostas incluídas na pauta mínima saíram do papel. São elas:
Nova Leis dos Portos
O novo marco regulatório do setor portuário foi aprovado em maio de 2013. A lei permitirá um novo ciclo de investimentos nos portos e avanços na gestão e eficiência dos terminais marítimos e fluviais.
Lucro presumido
A MP 612, editada em 4 de abril, atualizou de R$ 48 milhões para R$ 72 milhões o teto da receita bruta para enquadramento no regime de lucro presumido, possibilitando às empresas simplificar a apuração de seus tributos. Esse limite não era atualizado há 10 anos, período em que a inflação acumulada pelo IPCA alcançou 76,6%. O novo teto entrou em vigor em 1º de janeiro de 2014.
Agenda Legislativa da Confederação Nacional da Indústria - CNI
Desde que foi criada, em 1996, a Agenda Legislativa da Indústria é uma importante aliada na conquista de leis que ajudam a modernizar e aprimorar o ambiente de negócios brasileiro, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Há seis anos, a CNI reúne, na pauta mínima da agenda, o conjunto de propostas prioritárias para o setor que tramitam no Congresso Nacional, para sensibilizar os parlamentares brasileiros sobre temas que os industriais consideram fundamentais para as suas empresas e, consequentemente, para a nossa economia. Algumas das proposições merecem o apoio da indústria brasileira por buscarem benefícios como a redução da burocracia, a simplificação tributária e o estímulo ao investimento. Outras, pelo potencial de elevar os custos de produção e gerar insegurança jurídica, devem ser aprimoradas ou rejeitadas.
O planejamento, elaboração, confecção e execução da Agenda Legislativa envolve, diretamente, quatro setores da CNI, que são: Gerência Executiva de Jornalismo (que coordena toda a execução dos trabalhos, pois a ela cabe a comunicação externa), Gerência Executiva de Relações Públicas, Gerência Executiva de Desenvolvimento e Gestão e a Gerência Executiva de Publicidade e Propaganda. No dia do lançamento, é realizado um grande evento na sede da entidade, em Brasília, com a presença do presidente do Congresso Nacional, parlamentares, assessores e jornalistas que cobrem o setor.
Em 2013, duas propostas incluídas na pauta mínima saíram do papel. São elas:
Nova Leis dos Portos
O novo marco regulatório do setor portuário foi aprovado em maio de 2013. A lei permitirá um novo ciclo de investimentos nos portos e avanços na gestão e eficiência dos terminais marítimos e fluviais.
Lucro presumido
A MP 612, editada em 4 de abril, atualizou de R$ 48 milhões para R$ 72 milhões o teto da receita bruta para enquadramento no regime de lucro presumido, possibilitando às empresas simplificar a apuração de seus tributos. Esse limite não era atualizado há 10 anos, período em que a inflação acumulada pelo IPCA alcançou 76,6%. O novo teto entrou em vigor em 1º de janeiro de 2014.