Questões de Concurso Sobre tecnologias na comunicação e atualidades em comunicação social

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Q3656830 Comunicação Social
Segundo Tiago Mainieri (2011) no artigo “(Re)pensando a comunicação organizacional na era digital”, com relação à comunicação digital, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.

(    ) Alguns pensadores têm se dedicado ao estudo do digital nas últimas décadas. No entanto, poucos estudos têm trazido essa discussão para o âmbito mais específico da comunicação organizacional.

(    ) O fim das culturas e o fim dos monopólios são considerados partes integrantes das transformações decorrentes da comunicação digital.

(    ) Uma questão polêmica e sempre atual envolvendo a tecnologia diz respeito aos impactos desta na sociedade, sejam eles positivos ou negativos.

(    ) O velho receptor de mensagens é transformado num agente ativo do processo comunicacional e informativo na sociedade.

Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q3653468 Comunicação Social
O Código Q tornou-se universal com os anos, existem pessoas que utilizam as siglas até para trocar e-mails. Esse código é amplamente utilizado por Vigias em radiocomunicadores. No Código Q, a sigla utilizada para "na escuta" ou "estou na escuta" é representada por:
Alternativas
Q3641129 Comunicação Social
Assinale a operadora cujo número está incorretamente atribuído:
Alternativas
Q3639935 Comunicação Social
Na telefonia, as tarifas podem variar de acordo com a classificação das chamadas, considerando sua abrangência. Quando uma ligação é realizada entre cidades diferentes, ela se enquadra em uma categoria específica. Assinale a alternativa que representa a CORRETA classificação para esse tipo de chamada.
Alternativas
Q3628629 Comunicação Social

O modelo de comunicação contemporâneo, tendo como lastro a comunicação digital, tem transformado os modos de circulação e distribuição de conteúdo, bem como as formas de se consumir e produzir informação.


Com isso em mente, julgue as assertivas e coloque (V) para verdadeiro e (F) para falso, em relação à comunicação na era digital:



( ) O hipertexto é um elemento que conduz o usuário de uma página da web a outra ou de um arquivo para outro. Por outro lado, o hyperlink pode ser descrito como um processo de leitura e de escrita não linear, permitindo acesso a outros textos, imagens e sons.


( ) Os blogs se voltam para uma linguagem mais pessoal, de cunho mais crítico. Eles permitem que o autor atualize seu conteúdo de forma célere e fácil. Os textos postados têm nome de artigos ou posts.


( ) A página wiki funciona como um sistema de hipertexto para armazenagem de informações. Consiste em um imenso banco de dados editável pelos próprios usuários, com navegação simplificada, facilidade de uso e de acesso. Logo, qualquer usuário de qualquer lugar do globo, além de acessar o sistema, pode também editar o texto disponível.


( ) A cibercultura é a cultura organizacional atrelada à utilização da internet em relação às interações centradas em crenças, normas e valores que orbitam e influenciam o clima de uma organização.



Marque a alternativa que contém a sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses:

Alternativas
Q3628146 Comunicação Social
Qual dos seguintes itens NÃO é uma característica das transformações na forma como nos comunicamos e nos relacionamos devido ao avanço da tecnologia digital e das redes sociais?
Alternativas
Q3627282 Comunicação Social
Em um contexto de disseminação de informações na era digital, as fake news têm se tornado uma preocupação global. Sobre as fake news, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3626931 Comunicação Social

Leia os Textos 3 e 4 e responda à questão.


TEXTO 3:


Vídeos que viralizam nas redes sociais mostrando figuras públicas em situações quase inacreditáveis como, por exemplo, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky anunciando total rendição às tropas da Rússia. Será verdade? Afinal de contas parece tão real... A resposta é não, pois trata-se de uma "deep fake", "falsificação profunda" que, como a tradução indica, é tão bem feita que pode enganar até os mais atentos.


O que muita gente não sabe, porém, é que esse tipo de golpe, além de manipular vídeos com celebridades e políticos famosos, também prejudica empresas e cidadãos comuns, que podem ser envolvidas em fraudes de identidade e extorsões.


Segundo estudo da empresa de segurança Kaspersky, 65% dos brasileiros ignoram a sua existência e 71% não reconhecem quando um vídeo foi editado digitalmente usando essa técnica.


"Deep fake pode ser definido como a criação de vídeos e áudios falsos por meio de inteligência artificial", explica Guilherme Bacellar, especialista de segurança cibernética e fraude da Unico.


A prática costuma utilizar um vídeo de referência e a face (ou corpo) de outra pessoa, que não fazia parte do vídeo original. "É possível ainda criar áudios falsos fazendo a inteligência artificial aprender como uma pessoa fala e, a partir daí, obter uma montagem com outras falas, inclusive alterando os lábios para acompanhar as palavras que são ditas", explica. Também há vídeos que alteram o rosto ou o corpo de uma pessoa e reconstroem o movimento dos lábios para manter o áudio original. "O objetivo dessas ações é prejudicar a imagem de figuras públicas ou obter ganhos financeiros enganando pessoas comuns", diz. A prática vem evoluindo rapidamente, tornando cada vez mais difícil a sua identificação. Isso ocorre porque as novas redes neurais (sistemas de computação que funcionam como neurônios do cérebro humano), a evolução da capacidade de processamento, a redução de custos da computação em nuvem e as novas placas de vídeo (GPUs) com foco em inteligência artificial têm facilitado o acesso a essa tecnologia, contribuindo para aumentar a qualidade dos vídeos.


No entanto, os criminosos não precisam de tanto conhecimento e tecnologia para aplicar seus golpes. Isso porque deep fakes criados para serem distribuídos por apps de mensagens não exigem tanta qualidade. Aplicativos para celular de troca (face swap) ou animação de face para fins de diversão são comumente usados. "As telas pequenas escondem as imperfeições de vídeos que são gerados por aplicativos on-line ou smartphones", explica o especialista.


O perigo é que, para o cidadão comum, o deep fake pode ser o ponto de partida para uma fraude financeira, a compra de um veículo ou de um imóvel. "Para empresas, um deep fake de um CFO ou CEO enviado para algum funcionário pode ser a origem de um desvio financeiro ou sabotagem de um grande negócio", explica.


Disponível em: <https://estudio.folha.uol.com.br/unico/2022/10/entenda-o-que-e-deep-fake-e-saiba-como-se-proteger.shtml>. Acesso em: 01 mar. 2023.


TEXTO 4: 

                   Q_13 S G 1.png (222×386)


                 Q_13 S G 2.png (446×248)



Disponível em: < https://estudio.folha.uol.com.br/unico/2022/10/entenda-o-que-e-deep-fake-e-saiba-como-se-proteger.shtml> Acesso em: 01 mar. 2023


De acordo com o Texto 3, os principais objetivos das "deep fakes" são:



I - Extorquir indivíduos por meio de fraudes de identidade.


II - Entreter o público nas redes sociais com vídeos inocentes.


III- Macular a imagem de políticos e celebridades.


IV- Prejudicar empresas e até cidadãos comuns.


V- Contribuir com fontes de informação para os usuários da web.



Estão CORRETOS apenas os itens:

Alternativas
Q3626795 Comunicação Social

Nas forças públicas de segurança e nas forças auxiliares, a comunicação via rádio é realizada através de um código internacional denominado como:

Alternativas
Q3624943 Comunicação Social
"Por volta de 1909, a radiocomunicação ainda possuía muitas limitações tecnológicas. Para facilitar a transmissão das mensagens, foi criado um conjunto de códigos chamado Código Q. Trate-se de uma coleção padronizada de três letras, todas começando com a letra "Q", muito utilizado nas duas grandes guerras mundiais."
Disponível em: https://www.remotatec.com.br/br. Acesso: 09/11/2023.

Atualmente o Código Q é utilizado na vigilância. Para passar a mensagem: "Horário Exato ou Hora Certa", assinale a alternativa que apresenta o Código Q a ser utilizado:
Alternativas
Q3614873 Comunicação Social
A linguagem de radiocomunicação ou código Q é um conjunto de códigos padronizados compostos por 3 letras, sempre iniciando com a letra Q. Assinale a alternativa que está incorreta com relação aos significados dos códigos da Radiocomunicação:
Alternativas
Q3573916 Comunicação Social
'Empresas já leem nossas mentes e vão saber ainda mais com neurotecnologia', diz pesquisadora


Alguns anos atrás, a ideia de "ameaça à privacidade de pensamento" estava mais para 1984, de George Orwell, e para o terreno da ficção científica distópica.

Para Nita Farahany, professora da Universidade Duke (EUA) que se especializou em pesquisar as consequências das novas tecnologias e suas implicações éticas, essa ameaça já é presente hoje e deve ser levada a sério.

A iraniana-americana lançou neste ano o livro The Battle for your Brain: Defending the Right to Think Freely in the Age of Neurotechnology ("A Batalha pelo seu Cérebro: Defendendo o Direito de Pensar Livremente na Era da Neurotecnologia", em tradução livre, sem edição brasileira).

Mas como é possível ler o nosso cérebro? Bem, de fato ainda não existe — como na ficção — uma supermáquina que entra na cabeça de uma pessoa e entrega uma lista completa de ideias e conceitos.

Na verdade, explica Farahany, as defesas da nossa privacidade de pensamento começaram a ser derrubadas sem a necessidade de examinar diretamente o cérebro.

Isso foi possível com a vasta quantidade de dados pessoais compartilhada em redes sociais e outros apps, que é analisada por algoritmos e depois monetizada.

Hoje as companhias de tecnologia detêm informações importantes sobre nós: quem são nossos amigos, qual conteúdo gera emoção (e, importante, que tipo de emoção), as preferências políticas, em quais produtos clicamos, por onde circulamos ao longo do dia e algumas das transações financeiras.

"Tudo isso está sendo usado por empresas para criar perfis muito precisos sobre quem somos e assim entender nossas preferências e nossos desejos", diz Farahany em entrevista à BBC News Brasil.

"É importante as pessoas entenderem que elas já estão em um mundo onde mentes são lidas."

Outra fronteira do nosso funcionamento interno começa a ser explorada com a popularização de smartwatches (relógios inteligentes), que reúnem dados sobre batimento cardíaco, níveis de estresse, qualidade do sono e muito mais.

Mas o avanço da neurotecnologia, com equipamentos em contato direto com a cabeça, leva tudo isso a um novo patamar, com mais dados e mais precisão.

Ela explica que sensores cerebrais são justamente parecidos com sensores de frequência cardíaca encontrados nos smartwatches ou em anéis que medem a temperatura do corpo quando captam a atividade elétrica no cérebro.

"E toda vez que você pensa, ou toda vez que sente algo, os neurônios disparam em seu cérebro, emitindo pequenas descargas elétricas. Padrões característicos podem ser usados para tirar conclusões", afirma.

"Por exemplo, se você vê uma propaganda e sente alegria ou estresse ou raiva, tédio, envolvimento... todas essas reações podem ser captadas por meio da atividade elétrica em seu cérebro e decodificadas com a inteligência artificial mais avançada."

Ou seja, esses sinais cerebrais transmitem o que sentimos, observamos, imaginamos ou pensamos.

Farahany afirma que as pessoas precisam compreender e aceitar que o cérebro "não é inteiramente delas".

Essa situação leva a própria filosofia a questionar o conceito de livre arbítrio, ou seja, o poder de um indivíduo de optar por suas ações.

"Imagine que você se proponha no começo da semana a não passar mais de uma hora por dia nas redes sociais. Aí você descobre no final que você gastou quatro horas por dia. O que aconteceu?", pondera a professora de Direito e Filosofia na Duke.

"Se existem algoritmos projetados para te capturar quando você quer se desconectar, se existem notificações quando você fica muito tempo fora do celular, se você quer assistir a só um episódio da série e o próximo começa automaticamente, você usou seu livre arbítrio? São ferramentas e técnicas projetadas para prejudicar aquilo com que você se comprometeu."

'Tecnologia em si raramente é o problema'

Farahany, ao contrário do que se possa pensar, é uma grande entusiasta dos avanços da neurotecnologia.

Ela enumera ao longo de The Battle for Your Brain uma longa lista de contextos em que o monitoramento cerebral poderia melhorar a humanidade e salvar vidas.

"O que eu proponho é um equilíbrio. É tanto uma forma de as pessoas enxergarem os aspectos positivos da tecnologia, mas também de estarem protegidas contra os riscos mais significativos", diz.

"Para chegar lá, é necessário mudar a forma como pensamos a nossa relação com a tecnologia. A tecnologia raramente é o problema. Quase sempre é o mau uso."

"Não se trata de encampar posições absolutas do tipo 'tudo isso é ruim' ou 'tudo isso é ótimo', mas tentar definir quais são as funcionalidades dessa tecnologia para o bem comum e quais são os riscos de uso indevido."

Esses cenários de um futuro não tão distante, no entanto, são complexos, cheios de facas de dois gumes.

A neurotecnologia poderá reduzir o número de acidentes fatais ao acompanhar os graus de desatenção e, principalmente, de fadiga que atingem caminhoneiros e condutores de trem/metrô, por exemplo.

Essa mesma funcionalidade pode ser abusada por uma empresa ou escola em busca da produtividade total, em que momentos de distração de um empregado ou aluno são vigiados, registrados e eventualmente punidos.

Uma pulseira que capta ondas eletromagnéticas enviadas pelo cérebro para movimentar braços e mãos poderá transformar esses impulsos em sinais eletrônicos e tornar experiências digitais ou de realidade virtual muito mais intuitivas e integradas.

E há um potencial ainda mais importante nesse dispositivo: o de detectar os estágios iniciais de uma doença neurodegenerativa. A análise das atividades cerebrais como um todo poderá representar um salto imenso para a medicina e a longevidade.

Por outro lado, escreve Farahany no livro, a mesma pulseira também perceberá "se você está envolvido em uma atividade íntima usando suas mãos em seu quarto".

E todos esses dados nas mãos de governos?

Mas para a professora iraniana-americana a grande preocupação em relação à privacidade individual está em governos de posse de uma gama cada mais ampla de dados pessoais.

Ela relata que o Departamento de Defesa dos EUA financiou uma empresa que desenvolveu um sistema biométrico que combina dados de ondas cerebrais, estados cognitivos, reconhecimento facial, análise das pupilas dos olhos e mudanças na quantidade de suor produzido.

Já na China, uma reportagem de 2018 do jornal South China Morning Post contava que trabalhadores de diversos ramos e integrantes de forças militares do país já usavam monitores de ondas cerebrais para detectar picos emocionais como depressão, ansiedade ou raiva.

Além do uso para melhorar performances e assim o resultado financeiro de empresas, a reportagem dizia que outro objetivo era "manter a estabilidade social" chinesa.

Farahany afirma que, na maioria dos países, as leis sobre privacidade não contemplam explicitamente o direito à privacidade mental.

"Acredito que as Nações Unidas precisam avançar no sentido de reconhecer o que chamo de 'direito à liberdade cognitiva'. Um direito universal que nos direcionaria a uma atualização da privacidade, que diga explicitamente que há direito à privacidade mental, um direito de estar protegido contra interferências na maneira como pensamos e sentimos."

Ela diz que "liberdade de pensamento" é hoje aplicada e entendida como sendo estritamente a respeito de liberdade de religião e de crença.

"Acho que precisamos expandir esse entendimento para haver uma proteção contra a interferência, a manipulação e a punição contra o pensamento."

O problema é que a tecnologia se desenvolve sempre mais rápido que o debate e a aprovação de uma legislação, e empresas e governos se aproveitam dos vazios de legalidade.

"Trata-se realmente de tentar descobrir o quanto antes, e também conforme a tecnologia evolui, quais são seus benefícios e riscos. E depois esclarecer o que está em jogo e desenvolver um regime regulatório que aborde isso. Nem sempre é fácil de fazer", reconhece Farahany.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c88jmpl902lo
De acordo com a professora Nita Farahany, como as empresas de tecnologia estão coletando informações sobre as pessoas para entender suas preferências e desejos?
Alternativas
Q3550669 Comunicação Social

Analise o texto abaixo:



A universalização da _________________ propaga a copresença e a interação de quaisquer pontos do espaço físico, social ou informacional. Neste sentido, ela é complementar a uma segunda tendência fundamental, a virtualização. (Lévy, 1999).



Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto:

Alternativas
Q3255903 Comunicação Social
O código Q é um conjunto de códigos padronizados por 3 letras, sempre iniciando com a letra Q. Seu objetivo na radiocomunicação é facilitar a comunicação, por isso é muito aplicado no setor de segurança, especialmente o militar. Ao citar QTH a informação indicará: 
Alternativas
Q2648941 Comunicação Social

A relação entre as plataformas de streaming e vídeo on demand com a produção de conteúdo noticioso em áudio ou audiovisual está se desenvolvendo no sentido de

Alternativas
Q2645398 Comunicação Social

Em relação às novas tecnologias da comunicação, analise as assertivas abaixo:

I. Uma das vantagens da utilização de meios de comunicação em ambiente digital (ex.: redes sociais, site etc.) em relação aos meios de comunicação físicos (ex.: outdoors) é a facilidade de mensurar os resultados das ações.

II. A convergência das mídias torna menos complexa a estratégia de distribuição de conteúdo, pois limita o número de meios de divulgação.

III. O grande poder dos meios de comunicação digitais é a possibilidade de transmitir mensagens utilizando recursos de áudio, vídeo, texto e fotografia, sem precisar levar em consideração as características do público-alvo.

Quais estão corretas?

Alternativas
Q2525840 Comunicação Social
Milton Santos propunha uma revisão da globalização, que deveria ser “mais humana”, sem descartar a base técnica que sustenta a globalização econômica e financeira. Milton Santos queria um mundo globalizado diferente, baseado nas relações humanas, com a cidadania garantida
Alternativas
Q2436292 Comunicação Social

O que antes era descartado ganhou novo valor com as tendências de reutilização e upcycling que continuam agitando o mercado, inspirando muitos negócios e dando às sobras um enorme potencial. Materiais e resíduos podem ser comercializados ou trocados entre empresas parceiras, doados, reaproveitados em novos processos produtivos, convertidos em bioenergia, etc. As possibilidades são infinitas e podem fazer parte de diferentes campos. Uma delas é a moda upcycling, que vai além dos brechós tradicionais, segmento em que a ideia é reaproveitar materiais já existentes, como tecidos, estofados, roupas e alguns outros que são classificados como sobras, ou mesmo sucatas para transformar em roupas novas, geralmente feitas à mão.


Disponível em: https://sebrae.com.br. Acesso em: 19 jul. 2023.


Como o conceito de sustentabilidade está relacionado ao mercado de moda upcycling?

Alternativas
Q2436290 Comunicação Social

A pesquisa de mercado é um estudo que consiste na coleta e na interpretação de informações com o objetivo de gerar insights e fornecer suporte no processo de tomada de decisões. A partir de um problema específico, define-se a melhor metodologia para coletar os dados necessários. Dependendo dos objetivos da pesquisa, podem-se realizar abordagens quantitativas ou qualitativas, assim como estudos com questionários simples ou projetos mais complexos, envolvendo profissionais de diferentes áreas do conhecimento. A partir dessas considerações, analise as afirmações a seguir.


I. Há dois tipos de dados em pesquisa de mercado: os dados primários, coletados especificamente para o estudo em questão; e os dados secundários, que já foram coletados e analisados anteriormente por outros pesquisadores.

II. No planejamento de pesquisa, são definidos diversos elementos, incluindo objetivos, questões a serem resolvidas, variáveis a serem consideradas, fontes de dados, metodologia a ser utilizada, organização do estudo, cronograma e orçamento.

III. Na pesquisa de mercado, as variáveis podem ser classificadas em simples e complexas. As variáveis simples são facilmente detectáveis e podem ser apuradas com uma única pergunta, enquanto as variáveis complexas requerem múltiplas perguntas para serem devidamente analisadas.

IV. O objetivo da pesquisa de mercado é fornecer informações relevantes, precisas, confiáveis e atualizadas para a empresa, oferecendo suporte nas tomadas de decisões.


É correto o que se afirma em

Alternativas
Q2436285 Comunicação Social

As mídias sociais foram desenvolvidas a partir de bases tecnológicas e ideológicas promovidas na fase da web 2.0, também conhecida como a fase do compartilhamento. A criação e a troca de conteúdo gerado pelo público são pilares importantes, e podemos destacar ainda dois aspectos ligados a essa fase, são eles:

Alternativas
Respostas
301: D
302: C
303: C
304: D
305: B
306: B
307: D
308: C
309: D
310: C
311: C
312: D
313: B
314: C
315: A
316: A
317: B
318: C
319: E
320: B