Questões de Concurso Comentadas sobre comunicação social
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— existem duas funções que distinguem os tipos de serviços de
atendimento ao consumidor. Na primeira delas, estão alojados os
serviços do tipo ombudsman, inovador, radar, agente de
mudanças e auditor, que são pró-ativos. Na segunda função, os
serviços do tipo caixa de reclamações, informativo e cosmético,
que não trazem contribuições à organização. Zülzke diz ainda que
essas duas funções caracterizam as organizações que possuem
uma cultura de participação do consumidor mais forte ou mais
fraca, respectivamente. Acerca desse assunto, julgue os itens que
se seguem.
— existem duas funções que distinguem os tipos de serviços de
atendimento ao consumidor. Na primeira delas, estão alojados os
serviços do tipo ombudsman, inovador, radar, agente de
mudanças e auditor, que são pró-ativos. Na segunda função, os
serviços do tipo caixa de reclamações, informativo e cosmético,
que não trazem contribuições à organização. Zülzke diz ainda que
essas duas funções caracterizam as organizações que possuem
uma cultura de participação do consumidor mais forte ou mais
fraca, respectivamente. Acerca desse assunto, julgue os itens que
se seguem.
Com base no texto, julgue os itens a seguir.
A atuação do profissional de relações públicas nas relações governamentais, com a mídia e cerimoniais é desprezada por Kunsch.
“Há muitas e muitas e muitas décadas que a imprensa e os meios de comunicação representam, no contexto democrático, um recurso dos cidadãos contra os abusos dos poderes. Na realidade, os três poderes tradicionais – legislativo, executivo e judiciário – podem falhar, se equivocar e cometer erros. Com maior freqüência, é claro, nos Estados autoritários e ditatoriais, onde o poder político se torna o principal responsável por todas as violações de direitos humanos e por todas as censuras contra as liberdades. Mas também são cometidos graves abusos nos países democráticos (...)Em tal contexto democrático, os jornalistas e os meios de comunicação consideraram, com freqüência, ser um dever importante denunciar estas violações de direitos. Às vezes, pagaram caro por isso: atentados, “desaparecimentos”, assassinatos (...). Foi por este motivo que, durante muito tempo, se falou no “quarto poder”. Definitivamente, e graças ao senso cívico dos meios de comunicação e à coragem de jornalistas audaciosos, as pessoas dispunham deste “quarto poder” para criticar, rejeitar e resistir, democraticamente, às decisões ilegais que poderiam ser iníquas, injustas e até criminosas para com pessoas inocentes. Dizia-se, muitas vezes, que era a voz dos sem-voz.” (RAMONET, Ignácio - O Quinto Poder – (Publicado na edição brasileira do Le Monde Diplomatique nº 45, outubro de 2003, ; tradução: Jô Amado; intertítulos da redação do OI, disponível em http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos/jd211020032.htm, acessado em 23 de abril de 2008).
Frente aos desafios da globalização, os grupos de mídia assumem novas características. Encarregam-se de tudo o que envolve texto, imagem e som e o divulgam por meio dos canais mais variados (jornais, rádios, televisões abertas, a cabo ou por satélite, internet e por todo tipo de rede digital). São grupos mundiais, planetários e globais – e não apenas nacionais e locais. Diante desse contexto, o autor propõe a criação do Observatório da Mídia como um “Quinto Poder”. Sua função seria