Questões de Concurso Comentadas sobre comunicação social
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( ) Encontra-se jurisdição legal sobre acessibilidade virtual, por exemplo, no artigo 47 do Decreto nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004.
( ) Páginas acessíveis são mais facilmente indexadas por mecanismos de busca e são também compatíveis com uma maior variedade de aplicativos.
( ) Tecnologia assistiva é aquela voltada exclusivamente para o acesso a conteúdos audiovisuais que podem ser acessados por deficientes visuais.
( ) O sítio do Governo Federal disponibiliza o e-MAG, que traz recomendações de acessibilidade a serem seguidas por sítios e portais do governo brasileiro.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
No texto “Sala de Imprensa Online” (Jorge Duarte e Nino Carvalho), que consta na coletânea “Assessoria de Imprensa e Relacionamento com a Mídia: teoria e prática” (organizado por Jorge Duarte, Atlas, 2011), os autores comentam que uma sala de imprensa online deve estar em harmonia com os aspectos pesquisados pelo estudioso norte-americano Jakob Nielsen em suas análises sobre a experiência do usuário com um dado site. Considerando o que é recomendado para uma sala de imprensa online nos dias de hoje, é INCORRETO afirmar que se deve fornecer
Atente para as seguintes proposições:
I. Customização e personalização são termos sinônimos para uma mesma prática comum aos usuários na Internet.
II. SEO é uma série de técnicas de otimização de páginas, visando ao melhor posicionamento de um site em uma página de resultados de busca.
III. O número “404”, na Internet, significa que um dado arquivo foi encontrado, mas está acessível apenas através de outra URL.
IV. É possível acessar a home-page de um portal jornalístico sem o DNS, apenas digitando o seu endereço IP completo.
Está correto o que se afirma em
Na segunda edição do “Dicionário de Comunicação” organizado por Ciro Marcondes Filho (Paulus, 2014), encontra-se nas páginas 124-125 o verbete “curadoria”. Nele, há a seguinte passagem:
“A hipertelia informacional e a possibilidade de curadoria indicam que os holofotes migram dos produtores de conteúdo para os curadores de conteúdo”.
Nesse caso, é correto afirmar que “hipertelia” e
“curadoria” significam, respectivamente,
Leia atentamente o seguinte trecho do texto “Recordando a Guerra Civil”, do escritor inglês George Orwell (1903-1950), extraído do livro “Lutando na Espanha” (Globo, 2006), no qual o autor se refere à Guerra Civil Espanhola e à suposta presença de um exército russo naquele país:
“Esse tipo de coisa é aterrorizante para mim, porque sempre me dá a sensação de que o próprio conceito de verdade objetiva está desaparecendo do mundo. Afinal, há possibilidades de que essas mentiras, ou em todo caso mentiras semelhantes, passem para a história. Como a história da guerra civil espanhola será escrita? Se Franco continuar no poder, pessoas nomeadas por ele escreverão os livros de história e (para ser fiel ao exemplo escolhido) aquele exército russo que nunca existiu se tornará um fato histórico e gerações de estudantes aprenderão sobre ele, a partir daí. Mas suponha que o fascismo seja finalmente derrotado e algum tipo de governo democrático se restabeleça na Espanha num futuro razoavelmente próximo; mesmo então, como é que a história da guerra será escrita? Que tipo de arquivo Franco deixará para trás? Suponha até mesmo que os arquivos mantidos pelo governo atual sejam recuperáveis — mesmo assim, como uma história verdadeira da guerra será escrita? Pois, como já sublinhei, o governo também lidava amplamente com mentiras. Do ângulo antifascista, seria possível escrever uma história verdadeira da guerra em termos gerais, mas seria uma história parcial, em cujos pontos secundários não se pode confiar. Ainda assim, no final das contas, algum tipo de história será escrito e, depois que aqueles que de fato se lembrarem da guerra estiverem mortos, será universalmente aceita. Então, para todos os efeitos práticos, a mentira terá se tornado verdade (...).
Estou disposto a acreditar que a história é, em sua maior parte, incorreta e tendenciosa, mas o que é peculiar a nossa época é o abandono da ideia de que a história pudesse ser escrita com base na verdade ” (grifos no original).
Considerando o que se pode deduzir a partir da leitura desse trecho, analise as seguintes proposições:
I. Os pseudoacontecimentos (pseudoevents), conforme descritos e previstos pelo historiador norte-americano Daniel Boorstin na metade do século XX, têm sua origem durante o advento da Guerra Civil Espanhola com as ações promovidas pelo general Francisco Franco.
II. A pós-verdade retratada caracteriza certas situações bélicas, como a Guerra no Iraque em 2003, promovida pelo presidente George Bush e pelo primeiro-ministro britânico Tony Blair, dada a posterior confirmação da inexistência de armas nucleares naquele país.
III. O agendamento da opinião pública, conforme hipótese sugerida e estudada por Maxwell McCombs e Donald Shaw na década de 1970, foi um fato potencializado pelos meios de comunicação de massa e pelos historiadores ibéricos durante a Guerra Civil Espanhola.
IV. O desenvolvimento da infografia como recurso de visualização em jornais espanhóis como “El Mundo” e “El País”, no começo dos anos 1990, quando da cobertura da Guerra do Golfo, é fruto direto dos acontecimentos retratados no trecho acima, já que se dão no mesmo período histórico e no mesmo país.
Está correto o que se afirma somente em
O linguista russo Roman Jakobson (1896-1982) definiu, em 1960, em seu texto “Linguística e Poética”, que consta do livro “Linguística e Comunicação” (Cultrix, 1991) as seis funções da linguagem, conforme os seis elementos da comunicação que ele propõe. Assinale a opção que apresenta corretamente um exemplo de uma dessas funções propostas por Jakobson no cotidiano das pessoas na Internet.
“A imprensa organizou o pensamento e o pensamento em breve irá tirar proveito do mundo. Uma folha de papel, frágil instrumento de uma ideia imortal, pode nivelar o globo”.
O trecho acima exposto, em particular nas partes destacadas, exemplifica as ideias de um pensador em relação aos meios de comunicação e às tecnologias. Assinale a opção que corresponde a esse pensador e sua respectiva teoria.
Assinale a opção que completa correta e respectivamente os seguintes trechos extraídos do livro de John B. Thompson “A Mídia e a Modernidade: uma teoria social da mídia” (Vozes, 1998), nos quais o autor discute os inícios da globalização da comunicação e da informação, destacando três desenvolvimentos-chave para tal processo ocorrido entre o fim do século XIX e o início do século XX:
I. “O __________1 foi o primeiro meio de comunicação que explorou com sucesso o potencial comunicativo da eletricidade”.
II. “Um segundo desenvolvimento do século XIX que teve considerável importância para a formação das redes de comunicação global foi o estabelecimento de __________2”.
III. “Um terceiro desenvolvimento que exerceu
um importante papel na globalização da
comunicação provém também do final do
século XIX: diz respeito ao desenvolvimento de novos meios de transmitir informação
através de __________3 e a sucessão de
tentativas para regular a distribuição do
__________
4”.
Coluna I
1. Edward T. Hall 2. Stuart Hall 3. Gregory Bateson 4. Jésus Martín-Barbero
Coluna II
( ) proxêmica ( ) cismogênese ( ) mediações ( ) diásporas e migrações
A sequência correta, de cima para baixo, é:
Nas relações comerciais entre países, muitas vezes é preciso observar certas categorias específicas para que não haja qualquer ruído de comunicação que possa comprometer o diálogo e as negociações entre nações.
Considerando essa informação, assinale a alternativa correta.
Leia o trecho abaixo.
A esfera cultural, examinemos o caso muitas vezes citado dos museus. Teme-se (ou deseja-se) que os “museus virtuais” substituam os museus “reais”, ou seja, que a visita a serviços on-line dos museus ou dos sites dedicados à arte faça cessar o fluxo de visitantes nos prédios que abrigam as obras originais. Repito: os preocupados com uma possível desencarnação da arte ou da relação com o mundo em geral, que a pálida cópia digital que pode ser processada pela Internet nunca terá a mesma riqueza sensível da peça fisicamente presente. Todos concordam quanto a isso. Mas, se examinarmos a história, constatamos que a multiplicação das reproduções impressas das revistas e livros de arte, dos catálogos de museus, dos filmes ou dos programas de televisão a respeito da cerâmica, pintura ou escultura não impediu – pelo contrário, incentivou a ida aos museus.
(LEVY, Pierre: Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 1999, p. 215)
As tecnologias de comunicação digital apresentam uma tendência de