Questões de Concurso Sobre comunicação social
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A publicidade de atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos, embora seja uma prerrogativa do Estado e do governo, não pode servir à promoção de autoridades ou servidores públicos, sob pena de ser considerada propaganda pessoal.
O termo publicidade, que significava, originalmente, tornar público, referindo-se, inclusive, à livre circulação das ideias, adquiriu conotação relacionada aos atos legais do Poder Executivo.
Na organização de um sistema orgânico de distribuição de informações, as corporações podem utilizar três tipos de marketing: o massivo, o seletivo e o interno, feito por meio de veículos corporativos como boletins, jornais, revistas e portal.
As ações de marketing para a colocação de um produto no mercado devem preceder às de merchandising.
O marketing na blogosfera constitui um desafio para o profissional de relações públicas, pois o marketing está associado à visibilidade manipulativa, por meio da qual se busca obter determinado comportamento, atitude ou ação da audiência, e a blogosfera, por sua vez, é dotada de decodificação oposicionista ou negociada.
O uso permanente do marketing como ferramenta de comunicação requer a separação desse trabalho em dois eixos — marketing semântico e marketing estético. Ambos podem ser desenvolvidos em qualquer ordem.
Pesquisas de opinião constituem importante ferramenta para avaliação de cenários. O fato de essas pesquisas terem custo elevado pode ser contornado realizando-se a leitura atenta dos levantamentos divulgados na mídia relacionados com os negócios da corporação.
Em um portal corporativo, a presença de FAQ (frequently asked questions), que realiza a compilação de respostas às perguntas mais frequentes dirigidas à organização, facilita a comunicação com o público, por ser de fácil acesso e constituir fonte confiável de informações.
A construção de uma identidade visual é fundamental para as grandes corporações; por isso, é necessária a realização de um trabalho interno, por meio da uniformização de cartazes, avisos e vestuário, e externo, mediante a fixação de logomarca e conceito.
Um dos principais desafios da comunicação externa é a comunicação de valores à sociedade. Tal comunicação somente será bem-sucedida se os valores a serem comunicados forem também disseminados internamente, a ponto de adquirirem a consistência e a adesão dos próprios funcionários da empresa, que passarão a propagá-los no ambiente externo.
A influência dos denominados líderes informais não deve ser incentivada por meio de comunicação interna, uma vez que tal ação pode provocar efeitos indesejados, como quebras de hierarquia, e gerar duplos comandos.
A promoção de campanhas internas de aprimoramento, como, por exemplo, as de prevenção de acidentes e de estimulo à criatividade e à competitividade, constitui uma das preocupações da comunicação empresarial.
A vigilância sobre o meio, a harmonização da comunicação interna na resposta a estímulos e ameaças externas e a transmissão da cultura e da herança organizacional para os públicos interno e externo constituem três funções importantes da gestão estratégica da comunicação nas organizações.
A comunicação organizacional envolve pelo menos quatro tipos de comunicação: a cultural, a administrativa, a social — realizada por meio da assessoria de comunicação — e a comunicação referente à memória institucional, esta reunida em um banco de dados.
O monitoramento das redes sociais para avaliar o que se fala nelas da instituição deve ser tarefa rotineira da gestão da comunicação corporativa.
Ante o vertiginoso crescimento de redes sociais, a hipótese do two-step flow (fluxo da comunicação em dois passos) tornou-se irrelevante na atualidade.
A preocupação com a comunicação não verbal, que ocorre por meio dos gestos e das atitudes dos funcionários, extrapola as atribuições de um profissional de relações públicas.
Três preocupações em relação à mídia devem nortear o trabalho do profissional de relações públicas em uma situação de crise: avaliar as necessidades da mídia; avaliar as limitações da mídia; avaliar a capacidade interna da empresa de relacionamento com a mídia.
Instituições públicas e privadas necessitam de profissionais de comunicação com experiência em lidar com situações de crise, porque estas são imprevisíveis e demandam resposta imediata.
Todo exercício de comunicação pública deve ser acompanhado de monitoramento da mídia, com o propósito de avaliar se as informações transmitidas pelos veículos ao público atendem aos objetivos da corporação. Tal monitoramento pode indicar, como resultado, a necessidade de ações complementares.