Questões de Concurso
Sobre novas mídias na comunicação social em comunicação social
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Considere as afirmações a seguir:
I. O receptor se torna, na Cultura da Convergência, alguém capaz de reconstruir as mensagens e devolvê-las ao espaço público através das mídias digitais.
II. Um dos princípios da Cultura da Convergência é a possibilidade dos indivíduos se tornarem produtores de mensagens.
III. A convergência implica na invalidação do meio antigo pela nova mídia transformada em meio de comunicação de massa.
Está correto o que se afirma em
[...] Para se ter uma ideia do que determinada faixa etária ou região do planeta pensa sobre um assunto, o Twitter pode parecer inicialmente um bom começo. Porém, quem depende somente do sistema de microblogs para ver a reação a assuntos delicados pode estar obtendo uma versão deturpada da opinião pública em geral. Segundo uma pesquisa feita pelo Pew Research Center, as opiniões divulgadas no site diferem muito daquelas expressas em outros meios. O relatório mostra que quem participa do serviço tende a ser mais liberal do que a média − exemplo disso foi a última eleição presidencial norte-americana, na qual Barack Obama aparecia de forma mais positiva no Twitter do que em outros veículos. (Tecmundo, 5 de março de 2013. Disponível em: <https://www.tecmundo.com. br)
A aparente inviabilidade de medição da opinião pública pelas tendências apresentadas numa rede social como o Twitter, no momento em que a matéria acima foi escrita, é:
Acerca deste texto, é correto afirmar que:
I. A internet contribuiu, junto com outros avanços tecnológicos, para a segmentação da mídia.
PORQUE
II. A mídia de massa se contraiu enquanto a mídia especializada, por meio da internet, atende quem busca informação segmentada.
É correto afirmar que
Considerando o uso de influencers no marketing digital e os efeitos do “boca-a-boca em massa”, em grande escala. Analise as afirmativas sobre as vantagens associadas à utilização desse tipo de profissional para as marcas:
I Veicular conteúdos de comunicação da marca, à audiência certa; Expandir o alcance da marca, antes limitado pelo uso de meios tradicionais.
II. Criar buzz numa campanha, de modo a aumentar e estimular a expectativa; Gerar credibilidade, o que funciona para ambos os lados, legitimando também o influencer.
III. Beneficiar da confiança entre clientes já estabelecida entre influencer e o seu público; Captar novos clientes através de recomendação.
IV. Fidelizar clientes com o reforço positivo por parte do influencer associado; Observar impacto positivo sobre as vendas, como resultado da ação.
V. Adicionar a utilização de influencers (mais um meio) à utilização de outros meios dentro de uma mesma campanha.
Estão corretas as afirmativas:
( ) Além dos celulares, smartphones, PDAs, outros dispositivos integram as plataformas mobile, como PSPs, aparelho GPS e e-book readers. ( ) As redes sociais digitais cada vez mais perdem espaço para outras tendências de comportamento e relacionamento menos “virtuais”. ( ) A difusão mobile em todas as populações do mundo transforma os dispositivos móveis em uma das plataformas mais dominantes e promissoras. ( ) É essencial, para utilização bem-sucedida das redes sociais, compreender a dinâmica de funcionamento, possibilidades e ameaças.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
( ) Ao escrever para web, utilize intensamente trocadilhos e piadas prontas para obter um fácil entendimento. ( ) O uso de uma linguagem leve, mas firme, que demonstre mais vibração e objetividade, é recomendado na web. ( ) Deve-se reaproveitar na íntegra todo texto do jornalismo impresso para o webjornalismo, sem fazer adaptações. ( ) Uma linguagem passiva apresenta um bom resultado na web. ( ) O uso de ironia e sarcasmo, por destacar o texto entre os múltiplos conteúdos na web, deve ser empregado em títulos e subtítulos.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Não podemos negar que a internet tornou-se um dos principais meios para a disseminação de informações. Em 2018, a rede cruzou a marca de 4 bilhões de usuários. Mais da metade da população mundial está conectada a ela. Este ano, o consumo diário de mídia online passará o de TV. A tendência é que a diferença se acentue nos próximos anos.
Graças às redes sociais e as plataformas de comunicação instantânea, a distância entre as pessoas diminui drasticamente. Já a velocidade de disseminação de informação aumentou de maneira brutal. Quando uma informação – um meme, ou uma notícia – cai na malha, ela é rapidamente replicada e enviada a outros pontos da rede. Quantas vezes não recebemos a mesma mensagem em diferentes grupos de Whastsapp ou vemos aquela notícia repetidas vezes no Twitter e no Facebook?
Mas não é só a escala e a velocidade da internet que são fatos novos. Ao contrário de seus predecessores – TV e rádio –, a internet está ao alcance de todos. Qualquer pessoa pode usá-la para disseminar suas ideias a milhões. Por outro lado, foi possível dar voz a milhares de pessoas que não eram representadas e que agora têm como lutar por seus direitos. Do outro, colocamos um canhão nas mãos dos que usam a desinformação como ferramenta.
Em 2016, na campanha para a eleição presidencial dos EUA, vimos o surgimento do termo “fake news”. Notícias bem elaboradas, com cara de autênticas, mas que não eram verídicas e foram desenhadas para propagar determinada linha de pensamento. Elas sempre existiram, mas nunca alavancadas com uma plataforma como a internet. Com elas, o arsenal de guerra na era da informação ganhou uma arma de alto calibre.
Agora, com a popularização da inteligência artificial, as “fake news” estão passando por um processo bem perigoso. Uma das maneiras de combater as notícias falsas era a de trazer ao público evidências claras da manipulação, como imagens, vídeos e áudios que pudessem tirar qualquer dúvida. Porém, ferramentas de síntese computacional estão dando origem ao que chamamos de “deep fakes”, deixando as “fake news” ainda mais robustas. Como os “deep fakes”, é possível, a partir de imagens e vídeos reais, gerar novas imagens e vídeos que colocam as pessoas do material original fazendo coisas que não acorreram – a troca do rosto de uma pessoa por outra, a criação de uma fala completamente fictícia e até a de rostos realistas, mas de pessoas que não existem.
Esse tipo de manipulação já acontecia. As técnicas, porém, custavam caro, levavam tempo para serem produzidas e a qualidade final não era tão boa. Agora, tudo é feito de maneira cada vez mais automática. Todos sabem que já passou da hora de não acreditar em tudo que se lê e recebe pela internet. Agora é bom deixar de lado o “só acredito vendo”.
(Por Manuel Lemos – O Estado de São Paulo. Disponível em: https://link.estadao.com.br/noticias/geral,a-era-dadesinformacao,70002915133. Acesso em: 10/06/2019.)
De acordo com o texto, a internet pode se tornar uma arma de guerra poderosa, porque:
O desenvolvimento do webjornalismo audiovisual divide‐se em duas fases: a primeira marcada pela mera transposição de conteúdo da TV para sites na Internet; e a segunda marcada pelo desenvolvimento das webTVs, com projetos editoriais dirigidos exclusivamente para a web.