Questões de Concurso
Comentadas sobre linguagens e suportes midiáticos em comunicação social
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( ) Uso de adjetivos como forma de fazer o espectador sentir a emoção de uma imagem. ( ) Uso de frases com gerúndio, especialmente no começo da oração. ( ) Reiteração de termos, de forma a não perder a atenção do espectador. ( ) Uso de voz passiva.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Leia o trecho a seguir.
“Palavra que define mudanças tecnológicas, industriais, culturais e sociais no modo como as mídias circulam em nossa cultura. Algumas das ideias comuns expressas por este termo incluem o fluxo de conteúdos por meio de vários suportes midiáticos e o comportamento migratório da audiência, que vai a quase qualquer lugar em busca das experiências de entretenimento que deseja.” (JENKINS, 2008, p. 45)
Esse conceito refere-se a
( ) Ao escrever para web, utilize intensamente trocadilhos e piadas prontas para obter um fácil entendimento. ( ) O uso de uma linguagem leve, mas firme, que demonstre mais vibração e objetividade, é recomendado na web. ( ) Deve-se reaproveitar na íntegra todo texto do jornalismo impresso para o webjornalismo, sem fazer adaptações. ( ) Uma linguagem passiva apresenta um bom resultado na web. ( ) O uso de ironia e sarcasmo, por destacar o texto entre os múltiplos conteúdos na web, deve ser empregado em títulos e subtítulos.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
“Levantamento realizado pela coluna aponta que a digitalização já atingiu 130 milhões de brasileiros em mais de 1.300 grandes cidades das 62 principais regiões do país. Agora faltam perto de 4.000 municípios menores e mais complexos economicamente. Muitos deles recebem os sinais de TV através de torres, construídas pelas prefeituras. Para o digital, existe a possibilidade de várias emissoras compartilharem a mesma torre e um transmissor único para 4 ou 6 sinais. A questão é que não há recursos para esse investimento, e a lei de responsabilidade fiscal limita a ação das prefeituras. Diferentemente do passado, não é mais permitida a colocação de dinheiro público em torres de televisão. A proposta da radiodifusão é usar parte do R$ 1 bi que sobrou da primeira etapa para financiar a conversão no restante do país. Mas o processo está parado. O próprio governo já fala em destinar uma parcela desse valor para o programa de ampliação da internet na Amazônia. O fato é que, diante do colocado, a implantação do digital está momentaneamente paralisada. E não há qualquer informação de quando e em quais condições será restabelecida.” (Disponível em: <https://tvefamosos.uol.com.br/colunas/flavio-ricco/2019/09/04/instalacao-do-digital-esta-parada-e-ninguem-sabe-quando-sera-retomada.htm>. Acesso em 15.set.2019)
De acordo com o texto dado, é CORRETO afirmar que: I– A ampliação da TV digital está paralisada porque o Governo pretende destinar a verba da radiofusão na ampliação da internet na Região Norte. II– Mais de dez anos depois da primeira transmissão oficial de televisão digital no Brasil, o País ainda passa por obstáculos em implantar o sistema em regiões consideradas remotas e de pouca visibilidade econômica. III– A Lei de Responsabilidade Fiscal proíbe uso de recursos municipais na ampliação do sistema digital de radiofusão porque a ação é de responsabilidade do Governo Federal.
I– A concentração desproporcional de veículos de comunicação mantém as outras regiões dependentes dos grandes grupos localizados na Região Sudeste. II– Por “afiliada”, entende-se um veículo de comunicação com conteúdo autossuficiente, independente de cabeças-de-rede. III– Por “cabeça-de-rede” entende-se a emissora líder da cadeia de rádio, TV ou outro veículo de comunicação, também conhecida como geradora. IV– Grandes conglomerados de comunicação exercem pressão sobre o governo com o fim de evitar a limitação, por lei, da propriedade de muitos veículos midiáticos por um mesmo grupo.
O desenvolvimento do webjornalismo audiovisual divide‐se em duas fases: a primeira marcada pela mera transposição de conteúdo da TV para sites na Internet; e a segunda marcada pelo desenvolvimento das webTVs, com projetos editoriais dirigidos exclusivamente para a web.