Questões de Concurso
Comentadas sobre linguagens e suportes midiáticos em comunicação social
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São recomendações para a elaboração de um texto jornalístico em rádio:
I. Evitar as aspas, pois dificultam a entonação do locutor e podem parecer um texto opinativo perante o ouvinte.
II. O “não” deverá ser evitado no lead, já que transmite a impressão negativa de um fato e ninguém liga um aparelho de rádio para saber o que não aconteceu.
III. Nunca repitir uma palavra no mesmo texto, pois irá parecer pobreza vocabular perante o ouvinte.
IV. O “que” é muito importante, pois realiza uma “ponte” eficaz entre duas orações diferentes.
V. Os artigos em rádio são essenciais, principalmente nas manchetes.
Estão corretas apenas as afirmativas:
É hoje sociologicamente inquestionável a alta relevância que a TV assume em nosso cotidiano. Sabe-se também que ela se tornou objeto de preocupação de governantes, dirigentes políticos, empresários, artistas e, por último, mas não por fim, pais e educadores.
Com relação ao poder atribuído às imagens que chegam a nossos lares, despertando nossa curiosidade e motivando nosso interesse, assinale a afirmativa correta.
No que diz respeito à Comunicação Social, analise as afirmativas a seguir:
I. Trata-se de um processo pelo qual um indivíduo, uma comunidade ou uma organização, situados em dada época e lugar, fazem uso de elementos de expressão manifesta e de recepção sempre imediata de idéias e sentimentos.
II. É um conjunto de meios pelos quais um ou mais indivíduos, pelo envio de suas mensagens, suscitam respostas por parte de outros, com os quais pretendem chegar a um entendimento, recíproco ou não.
III. Diz-se, com esse registro, da troca continuada de mensagens, por meio das quais se estabelece e consolida a unidade social alcançada pelo convívio cotidiano, a transmissão de informações e a partilha de bens simbólicos.
IV. É essa a designação genérica de atos, ações e atitudes pelos quais um emissor acede a uma partilha de sentidos, procedendo de imediato à expressão de seus sentimentos e ao intercâmbio de suas idéias.
V. Faz-se aqui referência a um procedimento designativo da influência indiscriminada que uma fonte emissora jamais deixa de exercer sobre receptores-destinatários, atendendo a seus anseios e satisfazendo suas expectativas.
Assinale:
O regulamento do Online Journalism Awards favorece um novo cenário, no qual a categorização da informação na Web contempla, entre outras categorias, o breaking news, as notícias de última hora com cobertura especial e o jornalismo de serviços, que privilegia conteúdos para a melhoria da qualidade de vida em todos os sentidos.
No modo de apresentação das notícias, há variações significativas entre mídia e hipermídia, sendo mais apropriado ao primeiro contexto a primazia da seqüência e ao segundo, a primazia do agrupamento.
No que diz respeito à apresentação das notícias, no ambiente de hipermídia, a busca da velocidade exige um fácil rolamento das páginas em detrimento da abertura de links.
A vantagem do jornal impresso sobre a televisão é que o leitor pode voltar quantas vezes quiser à notícia. Em contrapartida, o jornal impresso é essencialmente descritivo, enquanto a TV, além de descrever os acontecimentos, mostra-os.
Na linguagem radiofônica, a repetição é uma prática recomendável apenas em se tratando de manchetes de impacto, excetuando-se as entrevistas ou trechos delas.
Entre os veículos de comunicação, o rádio é aquele em que a repetição (de palavras, notícias ou entrevistas) é uma prática recomendável.
“Há muitas e muitas e muitas décadas que a imprensa e os meios de comunicação representam, no contexto democrático, um recurso dos cidadãos contra os abusos dos poderes. Na realidade, os três poderes tradicionais – legislativo, executivo e judiciário – podem falhar, se equivocar e cometer erros. Com maior freqüência, é claro, nos Estados autoritários e ditatoriais, onde o poder político se torna o principal responsável por todas as violações de direitos humanos e por todas as censuras contra as liberdades. Mas também são cometidos graves abusos nos países democráticos (...)Em tal contexto democrático, os jornalistas e os meios de comunicação consideraram, com freqüência, ser um dever importante denunciar estas violações de direitos. Às vezes, pagaram caro por isso: atentados, “desaparecimentos”, assassinatos (...). Foi por este motivo que, durante muito tempo, se falou no “quarto poder”. Definitivamente, e graças ao senso cívico dos meios de comunicação e à coragem de jornalistas audaciosos, as pessoas dispunham deste “quarto poder” para criticar, rejeitar e resistir, democraticamente, às decisões ilegais que poderiam ser iníquas, injustas e até criminosas para com pessoas inocentes. Dizia-se, muitas vezes, que era a voz dos sem-voz.” (RAMONET, Ignácio - O Quinto Poder – (Publicado na edição brasileira do Le Monde Diplomatique nº 45, outubro de 2003, ; tradução: Jô Amado; intertítulos da redação do OI, disponível em http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos/jd211020032.htm, acessado em 23 de abril de 2008).
Frente aos desafios da globalização, os grupos de mídia assumem novas características. Encarregam-se de tudo o que envolve texto, imagem e som e o divulgam por meio dos canais mais variados (jornais, rádios, televisões abertas, a cabo ou por satélite, internet e por todo tipo de rede digital). São grupos mundiais, planetários e globais – e não apenas nacionais e locais. Diante desse contexto, o autor propõe a criação do Observatório da Mídia como um “Quinto Poder”. Sua função seria
I - evitar as frases curtas;
II - fazer uso de clichês;
III - adotar a ordem direta;
IV - evitar a repetição;
V - adotar a fragmentação.
Estão corretos os itens