Questões de Concurso
Comentadas sobre gestão de crises na comunicação social em comunicação social
Foram encontradas 224 questões
A imagem institucional de uma organização é fruto da combinação de ações de relações públicas e de marketing. As primeiras são voltadas para a construção de relacionamentos com diversos públicos; as segundas, para relações de consumo com os clientes.
Logomarca e logotipo são dois termos que apontam para diferentes aspectos constitutivos da marca; a primeira é de caráter predominantemente verbal, e a segunda, visual.
adotados e outros que são considerados erros. Com base nessa
afirmativa, julgue os itens de 42 a 46.
I.Um assessor de imprensa deve instruir seu assessorado sobre como tratar a imprensa, de modo geral, e como se portar durante as entrevistas, em particular. É conveniente, inclusive, que esse aconselhamento seja feito não apenas oralmente, mas também reforçado pela elaboração de um material por escrito, que possa ser consultado pelo representante da instituição toda vez que estiver se preparando para conceder uma entrevista ou tiver contato com jornalistas. As orientações devem incluir desde normas de procedimento moral até dicas de como se portar, por exemplo, diante de um microfone.
II. O relacionamento com os veículos de comunicação deve ser constante e atualizado, abastecendo-os com informações relativas ao assessorado (por meio de releases, press-kits, sugestões de pautas e outros produtos), intermediando as relações e atendendo às solicitações dos jornalistas de quaisquer órgãos de imprensa.
III., Há duas situações em que os press-kits ganham destaque: nas entrevistas coletivas ou eventos. Jornalistas de emissoras de rádio e televisão, de revistas e jornais precisam receber um maior volume de dados para ter mais embasamento sobre o tema, o que é oferecido pelos press-kits.
IV. Para as entrevistas coletivas, inclusive ao falar com os públicos de interesse, as assessorias desenvolvem o serviço de media-training, relacionando os veículos de comunicação do seu interesse e dos seus clientes. Os dados ali contidos possibilitam que o assessor de imprensa saiba exatamente a quem - dentro de um jornal, emissora de rádio ou de televisão - deve mandar o release, o press-kit e outros produtos de divulgação.
V. Em uma situação específica de crise, se a organização for procurada pela imprensa para falar sobre o evento, recomenda-se o fornecimento de todos os dados possíveis. Também se orienta que, caso a entrevista trate de assuntos delicados, o porta-voz da organização esteja preparado para responder com informações e exemplos concretos às perguntas embaraçosas, não recorrendo à mentira como um recurso, porque esta será apenas um paliativo que não resolverá o problema, mas, sim, criará outros ainda maiores.
Pode-se afirmar que:
A estratégia de Embrey consta do Manual de Assessoria de Imprensa da FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas) como atividade de Assessoria de
I. o fortalecimento da imagem do assessorado, buscando a criação de uma massa crítica a partir do que é divulgado na mídia.
II. a defesa do assessorado ou esclarecimento ao público em geral sobre problemas ou acusações anteriormente publicados.
III. a atuação preventiva visando uma blindagem por problemas ou crises que já se sabe que vão acontecer.
IV. a reestruturação do setor produtivo, pois ele é de suma importância para o desenvolvimento da empresa em todos os seus escalões.
V. a administração do setor de Recursos Humanos, que deve investir na formação profissional do seu quadro de colaboradores.
Está correto o que se afirma APENAS em
J. J. Forni. Comunicação em tempo de crise. In: Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia: teoria e técnica. 2..ª ed. São Paulo: Atlas, 2003, p. 363 (com adaptações).
Considerando o fragmento de texto acima e os procedimentos que devem ser adotados na gestão e comunicação de crise, julgue o item.
Um dos principais desafios do assessor responsável pela comunicação de crise é preparar o público interno para as situações de crise, uma vez que é atribuição desse profissional o planejamento de contingências, do tempo de envio de respostas à mídia e do discurso dos principais gestores.
J. J. Forni. Comunicação em tempo de crise. In: Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia: teoria e técnica. 2..ª ed. São Paulo: Atlas, 2003, p. 363 (com adaptações).
Considerando o fragmento de texto acima e os procedimentos que devem ser adotados na gestão e comunicação de crise, julgue o item.
A comunicação da empresa com a mídia, em momentos de crise, demanda, além do posicionamento da empresa frente à imprensa, a adoção de ações imediatas em relação aos diversos stakeholders e a divulgação dessas ações à opinião pública.
J. J. Forni. Comunicação em tempo de crise. In: Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia: teoria e técnica. 2..ª ed. São Paulo: Atlas, 2003, p. 363 (com adaptações).
Considerando o fragmento de texto acima e os procedimentos que devem ser adotados na gestão e comunicação de crise, julgue o item.
Diversas pesquisas têm demonstrado que o mapeamento prévio dos principais fatos negativos que podem acontecer e gerar uma crise e a formulação de planos de prevenção a eles não impactam a comunicação de uma crise no momento em que ela ocorre de fato.
Considerando o fragmento de texto acima e os procedimentos que
devem ser adotados na gestão e comunicação de crise, julgue os
itens de 61 a 66.
A preocupação com a comunicação não verbal, que ocorre por meio dos gestos e das atitudes dos funcionários, extrapola as atribuições de um profissional de relações públicas.
Três preocupações em relação à mídia devem nortear o trabalho do profissional de relações públicas em uma situação de crise: avaliar as necessidades da mídia; avaliar as limitações da mídia; avaliar a capacidade interna da empresa de relacionamento com a mídia.
Instituições públicas e privadas necessitam de profissionais de comunicação com experiência em lidar com situações de crise, porque estas são imprevisíveis e demandam resposta imediata.
Todo exercício de comunicação pública deve ser acompanhado de monitoramento da mídia, com o propósito de avaliar se as informações transmitidas pelos veículos ao público atendem aos objetivos da corporação. Tal monitoramento pode indicar, como resultado, a necessidade de ações complementares.
As ações de convocação de consumidores para o reparo de defeitos em veículos, denominadas recall, promovidas pelas montadoras de automóveis por meio de seu departamento de relações públicas, contribuem para a preservação da imagem da corporação.