Questões de Concurso
Sobre gêneros e formatos jornalísticos em comunicação social
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Qual dos conceitos a seguir foi elaborado corretamente?
Qual é a principal estratégia textual no relato noticioso, pautada pela objetividade, simplicidade e pela hierarquia de informações, a partir dos critérios de atualidade e interesse público?
Ao estruturar um texto jornalístico, alguns recursos corroboram para a efetividade da comunicação. Quanto à escrita especificamente, há sugestões importantes que auxiliam seu trabalho. Algumas orientações a respeito da redação do texto jornalístico em meios impressos foram propostas a seguir.
No entanto, há uma alternativa inconsistente, assinale-a:
Há uma série de formas de pautar os fatos. Nesse contexto, há pautas que podem ser feitas a qualquer hora. Elas oportunizam o aprofundamento de algo que já é de domínio público, logo não se tratam de novidades, porém não perdem o valor-notícia. Destaque a alternativa que faz referência ao tipo de pauta anteriormente descrito.
A comunicação pode ser dividida em gêneros. Assim, destaque a alternativa que constitui o gênero que se faz presente em quase todos os atos comunicacionais. Ele prima pela valorização do conteúdo dos discursos e da descoberta de suas funções sociais, trata-se portanto da enunciação. Além disso, há um juízo de valor sobre determinado problema.
Qual é o tipo de texto jornalístico criado de forma livre e pessoal, a partir de fatos e acontecimentos da atualidade, com teor literário, político, esportivo, artístico e outros:
Tudo aquilo que é publicado, ou feito para ser publicado, por um jornal, revista, radio jornal ou telejornal, incluindo textos e ilustrações (visuais ou sonoras), tanto o original de qualquer notícia, artigo ou crônica, quanto a sua forma impressa recebem, genericamente, o nome de:
Essas características identificam
Esse tipo de nota caracteriza-se por:
De acordo com a premissa da fragmentação informativa, a notícia é:
Leia um trecho do artigo “Ofensas a crianças nas redes reabre debate sobre exposição infantil”, publicado em novembro de 2023, no site do Programa EducaMídia.
“No fim de outubro, a socialite estadunidense Paris Hilton publicou a primeira foto de Phoenix, de 9 meses, no Instagram e recebeu uma enxurrada de comentários terríveis falando sobre o tamanho da cabeça da criança, muitos dos quais tiravam sarro do menino e apontavam uma suposta negligência médica por parte dela. Por aqui, os influenciadores e ex-BBBs Viih Tube e Eliezer vêm falando há meses sobre a gordofobia que Lua, filha de 7 meses do casal, sofre nas mídias sociais, com mensagens extremamente maldosas. Situações como essas revelam o potencial tóxico das plataformas digitais, uma vez que crianças muito pequenas, que simplesmente não podem se defender, sofrem agressões sistemáticas de anônimos.”
Nada justifica esse tipo de comportamento agressivo, contudo ele
levanta o debate sobre o compartilhamento (muitas vezes
excessivo) de imagens dos filhos e filhas na internet, fenômeno
conhecido como
Aborto, um sentimento de alívio,
Por Débora Diniz e Giselle Carino
Por que falamos em alegria como sentimento para o aborto voluntário? Porque só uma mulher convicta de sua própria existência e projeto de vida se move contra a cadeia e o inferno para abortar em condições clandestinas na América Latina. O aborto é uma necessidade de vida para as mulheres, por isso quando uma mulher aborta ela se distancia das normas de gênero como um destino para desafiá-la em uma de suas táticas de controle do corpo das mulheres – a reprodução biológica –. Arriscamos dizer que as mulheres que abortam não são levianas, tampouco alienadas das normas sociais de gênero que insistem em colonizar nossos sentimentos com culpa, vergonha ou arrependimento. Ao contrário: as mulheres que abortam vivem a experiência singular de estranhar o patriarcado, e deslocam a maternidade do campo do destino da natureza para o da norma social. Por isso, imaginamos essas mulheres com a alegria da esperança e não sendo o aborto um trauma que seja também um alívio.
(Debora Diniz é brasileira, antropóloga, pesquisadora da Universidade de Brown. Giselle Carino é argentina, cientista política, diretora da IPPF/WHR.)
Esse trecho faz parte de um(a)
Eles listam cinco gêneros jornalísticos e suas respectivas funções, a saber:
• Gênero informativo: vigilância social;
• Gênero opinativo: fórum de ideias;
• Gênero interpretativo: papel educativo e esclarecedor;
• Gênero diversional: distração e lazer;
• Gênero utilitário: auxilio nas tomadas de decisões cotidiana
De acordo com a “Classificação Marques de Melo”, provavelmente uma das mais difundidas no Brasil, os formatos: 1. Perfil; 2. Caricatura; 3. Nota pertencem respectivamente aos gêneros
Esse recurso é conhecido como