Questões de Concurso
Comentadas sobre gêneros e formatos jornalísticos em comunicação social
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Disponível em: https://memoriaglobo.globo.com/perfil/vera-iris paternostro/noticia/vera-iris-paternostro.ghtml. Acesso em 24 jan. 2023.
A principal orientação deste manual em relação ao texto na TV pode ser definida assim:
Capítulo 1 Hipertextualidade: novas arquiteturas noticiosas - 3 João Canavilhas
Capítulo 2 Multimidialidade: informar para cinco sentidos - 25 Ramón Salaverría
Capítulo 3 Interatividade: Definições, estudos e tendências - 53 Alejandro Rost
Capítulo 4 Memória: Jornalismo, memória e história na era digital - 89 Marcos Palacios
Capítulo 5 instantaneidade: efeito da rede, jornalistas mobile, consumidores ligados e o impacto no consumo, produção e distribuição - 111 Paul Bradshaw
Capítulo 6 Personalização: análise aos 6 graus - 137 Mirko Lorenz
Capítulo 7 Ubiquidade: o 7.o princípio do jornalismo na era digital - 159 John V. Pavlik
Tratando da fruição do texto nas web em seu artigo “Hipertextualidade: novas arquiteturas noticiosas”, o pesquisador português João Canavilhas retoma o conceito “pirâmide deitada”, que vem trabalhando desde 2006. O conceito prevê uma organização textual que tira proveito do espaço da web para oferecer conteúdo aprofundado por meio de hiperlinks. Nesta conceituação de Canavilhas, prevêse níveis e organização da leitura, na ordem a seguir:
Considerando os critérios a seguir na elaboração de textos jornalísticos, de modo a fazer que estes tenham legitimidade e formato apropriado, julgue o próximo item.
A crônica política procura antecipar fatos e revelar
tendências, razão por que se assemelha a um noticiário ou a
uma reportagem.
Tendo em vista que a assessoria de imprensa deve levar informações relevantes sobre o assessorado à sociedade ou a públicos específicos, com o objetivo de formar uma imagem positiva da organização, julgue o próximo item, relativos à assessoria de imprensa.
Os componentes exotéricos e esotéricos na divulgação da
notícia se diferenciam pela visibilidade pública midiática
adotada pelos setores público e privado, exigindo-se do setor
público que sua comunicação seja mais exotérica.