Questões de Concurso
Comentadas sobre edição jornalística em comunicação social
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“Boa Noite. Estas são as manchetes do Telejornal Brasil: – Dois estudantes são assassinados por engano em frente a uma escola pública da grande São Paulo. – Encontrada uma bomba de baixa potência num banheiro da Bienal do Livro. – Castor de Andrade volta para a cadeia: a prisão domiciliar durou menos de 24 horas. – Sem-terra fazem novas exigências para não promover novas invasões. – Ieltsin reaparece no Kremlin e nega que vá passar por cirurgia do coração.”
Segundo Guilherme Jorge de Rezende, em Telejornalismo no Brasil, esse texto é chamado no jargão jornalístico de
Essa frase de Nilson Lage, no livro Ideologia e Técnica da Notícia, refere-se:
(...) O jornalista alertou que a falta de repórteres atrapalha todas as esferas do jornalismo. ‘Se não houver repórter, os outros gêneros do jornalismo serão prejudicados. O repórter é um historiador do tempo presente’.
Na ocasião, Caco apontou onde nasce uma pauta. De acordo com o jornalista, as melhores pautas estão na rua e as pessoas têm se esquecido disso. Para ele, a internet virou um lugar de reprodução e acaba tirando a verdadeira essência de uma boa reportagem.
(Extraído de: Fonseca, Priscila: O repórter é um historiador do tempo presente, diz Caco Barcellos. In: . Acesso em 4 de abril de 2012)
A partir da crítica do jornalista Caco Barcelos, é correto afirmar que, se a internet for usada na apuração jornalística, ela deve
O roteiro de um programa relaciona-se diretamente com a sua edição, visto que nele constam orientações acerca de como devem ser estruturadas as imagens e os sons gravados e do estilo a ser usado na montagem final.
Em caso de reportagens gravadas, as próprias respostas do entrevistado apontam para possíveis pontos de cortes para a edição; ganchos de separação das falas; enfoque para gravação de “cabeça”; uso, ou não, de sonoplastia; e, ainda, a gravação de um “pé”.
Fade in e fade out, antigos recursos provenientes do cinema e ainda hoje usados em televisão, servem, respectivamente, para a introdução e o desaparecimento de imagens.
A nota coberta, que pode ser gravada ou apresentada ao vivo, é lida pelo apresentador em função de imagens que mereçam ser divulgadas.
Denomina-se cabeça a abertura de uma matéria, lida, em TV, pelo apresentador, tanto para introduzir um assunto quanto para apresentar, em seguida, o relato de um repórter.
Ao gravar um off para a televisão, o repórter deve entrosar-se com o câmera, para que a narração da notícia mantenha alguma coerência com as imagens gravadas pelo cinegrafista e não sejam confundidas posteriormente, no processo de edição.
As deixas iniciais e finais correspondem às assinaturas musicais que caracterizam um programa ou noticiário de rádio, especialmente nos momentos de abertura ou encerramento dessas apresentações.
Em caso de reportagens ao vivo, o repórter tem de exercer o controle da situação, apresentar ao vivo a “cabeça da matéria”, realizar a entrevista e ainda finalizar a matéria com um “pé”; tudo isso, sem perder de vista o tempo estipulado para a sua entrada no radiojornal.
Quando um programa de rádio é definido como informativo, a quantidade de música, entretenimento ou publicidade mesclada à programação deve ser proporcional à quantidade de informações veiculadas, para prender a atenção dos ouvintes