Questões de Concurso Comentadas sobre sociologia

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Q2403768 Sociologia

A imaginação sociológica é fundamental para a sociologia, na medida em que estimula o estranhamento e a desnaturalização do mundo social. Segundo Anthony Giddens (2005), “um sociólogo é alguém capaz de se libertar da imediatidade das circunstâncias pessoais e apresentar as coisas em um contexto mais amplo”.


GIDDENS, A. Sociologia. Porto Alegre: Artmed, 2005, com adaptações.


Considerando a relevância do assunto para a prática profissional do sociólogo, é correto afirmar que o exercício da imaginação sociológica requer a (o)

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Q2399030 Sociologia

É o conjunto dos direitos e deveres civis e políticos de um indivíduo na sociedade. São justamente esses direitos que permitem aos cidadãos intervir nas ações do Estado e poder usufruir os serviços ofertados por órgãos estatais. Para exercer plenamente, o Estado precisa assegurar a liberdade e acesso aos direitos individuais.


Marque a alternativa CORRETA que corresponde ao contexto acima.

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Q2275962 Sociologia
João decidiu estudar as causas do crescimento da violência no ambiente urbano brasileiro. Ao fim de suas reflexões, observou que não é sustentável a tese de que os dogmas e os desdobramentos do capitalismo poderiam de algum modo ter contribuído para o crescimento da violência e da exclusão social.
Maria, ao analisar a afirmação de João, observou corretamente que 
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Q2275953 Sociologia
Odete e Irene travaram intenso debate a respeito das divisões estruturais dos movimentos sociais e de sua funcionalidade no ambiente sociopolítico. De acordo com Odete, os movimentos sociais podem ser analisados em uma perspectiva conjuntural ou em uma perspectiva estrutural, sendo que em ambas o objetivo é o de influenciar, em caráter duradouro, o processo decisório das estruturas estatais de poder. Irene, por sua vez, afirmava que o surgimento dos movimentos sociais, e as ações coletivas que praticam, tanto podem se identificar com manifestações espontâneas como com manifestações provocadas, orquestradas por iniciativas de líderes ou grupos de menor porte.
À luz das considerações de Odete e Irene, é correto afirmar que
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Q2251689 Sociologia
São características do Estado moderno: 
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Q2159821 Sociologia
Com relação à violência urbana e à exclusão de jovens, julgue os itens a seguir.
I. Nas grandes cidades, também se acirraram as diferenças de renda e de nível de vida. Sobretudo na cidade são mais visíveis as contradições de um regime que exclui grandes massas de jovens, negando-lhes o direito à infância, à escola, ao emprego e ao salário.
II. A pobreza é endêmica em nosso país, e essa é a principal causa do abandono dos jovens a sua própria sorte nas periferias de nossas cidades, mas também essa condição reflete a incapacidade individual de os jovens se transformarem em empreendedores.
III. A violência urbana é fator preponderante na exclusão de jovens nas grandes cidades, e a responsabilidade disso é o abusivo consumo de drogas ilícitas pela própria população jovem.

Assinale a alternativa correta.
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Q2159806 Sociologia
“Assim como se faz necessário definir as diferentes práticas de racismos, igualmente, não se pode deixar de distinguir a pessoa ou grupo que pratica racismo. Essa é uma das razões da nomeação da branquitude de forma distinta como branquitude crítica e branquitude acrítica. Pois nessa perspectiva esses conceitos podem contribuir para maior observação, análise e pesquisa do conflito racial.” Disponível em: https://www.geledes.org.br/definições-sobrebranquitude/. Acesso em: 19 jan. 2022.

Esse texto refere-se a quê? 
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Q2159618 Sociologia
A família contemporânea passou por transformações, influenciada pela mudança da própria sociedade em que se insere. De acordo com Gomes (2009), algumas novas tendências dessa família podem ser delineadas. Assinale a alternativa contrária a essas tendências.
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Q2123631 Sociologia
        No caso brasileiro, a dicotomia entre raça e classe se revigora diante das mudanças causadas pelas ações afirmativas, cujo debate levou estudiosos brasileiros de diferentes áreas e temas a fazerem considerações acerca da dinâmica de tal dicotomia.

Márcia Lima. “Raça” e pobreza em contextos metropolitanos. In: Tempo Social, 24(2), nov./2012, p. 247 (com adaptações).

Considerando o tema tratado no texto precedente e os debates que lhe são pertinentes, julgue o item a seguir.


Ainda que não constituam uma instância de enfrentamento da discriminação racial, as políticas de ação afirmativa representam um poderoso instrumento de luta contra as desigualdades sociais, pois contribuem para o aumento das oportunidades de acesso da população negra à educação formal.

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Q2123630 Sociologia
        No caso brasileiro, a dicotomia entre raça e classe se revigora diante das mudanças causadas pelas ações afirmativas, cujo debate levou estudiosos brasileiros de diferentes áreas e temas a fazerem considerações acerca da dinâmica de tal dicotomia.

Márcia Lima. “Raça” e pobreza em contextos metropolitanos. In: Tempo Social, 24(2), nov./2012, p. 247 (com adaptações).

Considerando o tema tratado no texto precedente e os debates que lhe são pertinentes, julgue o item a seguir.


O resultado das políticas de ação afirmativa em relação à redução das desigualdades sociais é observado ao longo do tempo, como um efeito cascata, consequência do papel da educação na inserção do indivíduo no mercado de trabalho.

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Q2123629 Sociologia
        No caso brasileiro, a dicotomia entre raça e classe se revigora diante das mudanças causadas pelas ações afirmativas, cujo debate levou estudiosos brasileiros de diferentes áreas e temas a fazerem considerações acerca da dinâmica de tal dicotomia.

Márcia Lima. “Raça” e pobreza em contextos metropolitanos. In: Tempo Social, 24(2), nov./2012, p. 247 (com adaptações).

Considerando o tema tratado no texto precedente e os debates que lhe são pertinentes, julgue o item a seguir.


A inserção da população negra em espaços outrora quase exclusivamente ocupados por pessoas brancas, como as universidades, é um poderoso mecanismo de combate ao preconceito e à discriminação, ainda que esteja acompanhado de adversidades.

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Q2123628 Sociologia
        No caso brasileiro, a dicotomia entre raça e classe se revigora diante das mudanças causadas pelas ações afirmativas, cujo debate levou estudiosos brasileiros de diferentes áreas e temas a fazerem considerações acerca da dinâmica de tal dicotomia.

Márcia Lima. “Raça” e pobreza em contextos metropolitanos. In: Tempo Social, 24(2), nov./2012, p. 247 (com adaptações).

Considerando o tema tratado no texto precedente e os debates que lhe são pertinentes, julgue o item a seguir.


Em uma dicotomia como a citada no texto, as variáveis devem ser compreendidas de modo separado, ou seja, cada uma delas deve ser considerada isoladamente.  

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Q2123627 Sociologia
        No caso brasileiro, a dicotomia entre raça e classe se revigora diante das mudanças causadas pelas ações afirmativas, cujo debate levou estudiosos brasileiros de diferentes áreas e temas a fazerem considerações acerca da dinâmica de tal dicotomia.

Márcia Lima. “Raça” e pobreza em contextos metropolitanos. In: Tempo Social, 24(2), nov./2012, p. 247 (com adaptações).

Considerando o tema tratado no texto precedente e os debates que lhe são pertinentes, julgue o item a seguir.


A despeito da desconfiança de parte da sociedade em relação aos resultados da promulgação da Lei n.º 12.711/2012, conhecida como Lei de Cotas, atualmente sua relevância é reconhecida tanto no que se refere ao quantitativo de acesso à educação superior quanto no que diz respeito ao debate qualitativo do enfoque das áreas de conhecimento.

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Q2123626 Sociologia
        Recentemente, a “nova esquerda” dos novos movimentos sociais, dos movimentos das minorias sobretudo, passou a tematizar o “direito à diferença”. Com base na convicção da “legitimidade das diferenças”, passou-se a propor como novos imperativos categóricos para a esquerda o “respeito às diferenças”, a “defesa das identidades coletivas”, a “preservação das particularidades culturais”, o “respeito das mentalidades específicas”, a “irredutibilidade das experiências de gênero” e assim por diante. Ora muito bem, estas novas divisas de esquerda, que podem ser resumidas na reivindicação do “direito à diferença”, trazem em si mesmas um ardil, que a meu ver provém justamente desta sua ambiguidade, uma debilidade hereditária: o fato de ter sido o amor da diferença alimentado no campo (ultra)conservador duzentos anos a fio, e só mui recentemente incorporado em algumas faixas ou zonas do campo de esquerda, este fato torna o clamor pelo “direito à diferença” dificilmente distinguível da defesa das diferenças própria do estoque de certezas do senso comum conservador.

Antônio Flávio Pierucci. Ciladas da diferença. In: Tempo Social.
São Paulo, 2 (2), p. 15-16, 1990 (com adaptações).

A partir das reflexões apresentadas no texto precedente, julgue o próximo item.


A preocupação com a diferença, presente na agenda contemporânea, está associada à defesa do indivíduo e, assim, remete às bases conservadoras em termos políticos. 

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Q2123625 Sociologia
        Recentemente, a “nova esquerda” dos novos movimentos sociais, dos movimentos das minorias sobretudo, passou a tematizar o “direito à diferença”. Com base na convicção da “legitimidade das diferenças”, passou-se a propor como novos imperativos categóricos para a esquerda o “respeito às diferenças”, a “defesa das identidades coletivas”, a “preservação das particularidades culturais”, o “respeito das mentalidades específicas”, a “irredutibilidade das experiências de gênero” e assim por diante. Ora muito bem, estas novas divisas de esquerda, que podem ser resumidas na reivindicação do “direito à diferença”, trazem em si mesmas um ardil, que a meu ver provém justamente desta sua ambiguidade, uma debilidade hereditária: o fato de ter sido o amor da diferença alimentado no campo (ultra)conservador duzentos anos a fio, e só mui recentemente incorporado em algumas faixas ou zonas do campo de esquerda, este fato torna o clamor pelo “direito à diferença” dificilmente distinguível da defesa das diferenças própria do estoque de certezas do senso comum conservador.

Antônio Flávio Pierucci. Ciladas da diferença. In: Tempo Social.
São Paulo, 2 (2), p. 15-16, 1990 (com adaptações).

A partir das reflexões apresentadas no texto precedente, julgue o próximo item.


Dado o amplo arcabouço de perspectivas em que se discute, hoje, a diversidade cultural e étnica, percebe-se que a defesa da diferença constitui agenda incontroversamente assumida pelo espectro político associado à esquerda e rechaçada pelo espectro conservador.

Alternativas
Q2123624 Sociologia
        Recentemente, a “nova esquerda” dos novos movimentos sociais, dos movimentos das minorias sobretudo, passou a tematizar o “direito à diferença”. Com base na convicção da “legitimidade das diferenças”, passou-se a propor como novos imperativos categóricos para a esquerda o “respeito às diferenças”, a “defesa das identidades coletivas”, a “preservação das particularidades culturais”, o “respeito das mentalidades específicas”, a “irredutibilidade das experiências de gênero” e assim por diante. Ora muito bem, estas novas divisas de esquerda, que podem ser resumidas na reivindicação do “direito à diferença”, trazem em si mesmas um ardil, que a meu ver provém justamente desta sua ambiguidade, uma debilidade hereditária: o fato de ter sido o amor da diferença alimentado no campo (ultra)conservador duzentos anos a fio, e só mui recentemente incorporado em algumas faixas ou zonas do campo de esquerda, este fato torna o clamor pelo “direito à diferença” dificilmente distinguível da defesa das diferenças própria do estoque de certezas do senso comum conservador.

Antônio Flávio Pierucci. Ciladas da diferença. In: Tempo Social.
São Paulo, 2 (2), p. 15-16, 1990 (com adaptações).

A partir das reflexões apresentadas no texto precedente, julgue o próximo item.


A “reivindicação do ‘direito à diferença’”, mencionada no texto e presente nos embates sociológicos atuais, está centrada, em especial, na maneira como os novos e os velhos movimentos sociais estão dando continuidade a uma disputa emanada da posição conservadora.

Alternativas
Q2123623 Sociologia
        Recentemente, a “nova esquerda” dos novos movimentos sociais, dos movimentos das minorias sobretudo, passou a tematizar o “direito à diferença”. Com base na convicção da “legitimidade das diferenças”, passou-se a propor como novos imperativos categóricos para a esquerda o “respeito às diferenças”, a “defesa das identidades coletivas”, a “preservação das particularidades culturais”, o “respeito das mentalidades específicas”, a “irredutibilidade das experiências de gênero” e assim por diante. Ora muito bem, estas novas divisas de esquerda, que podem ser resumidas na reivindicação do “direito à diferença”, trazem em si mesmas um ardil, que a meu ver provém justamente desta sua ambiguidade, uma debilidade hereditária: o fato de ter sido o amor da diferença alimentado no campo (ultra)conservador duzentos anos a fio, e só mui recentemente incorporado em algumas faixas ou zonas do campo de esquerda, este fato torna o clamor pelo “direito à diferença” dificilmente distinguível da defesa das diferenças própria do estoque de certezas do senso comum conservador.

Antônio Flávio Pierucci. Ciladas da diferença. In: Tempo Social.
São Paulo, 2 (2), p. 15-16, 1990 (com adaptações).

A partir das reflexões apresentadas no texto precedente, julgue o próximo item.


A ambiguidade existente na defesa de certos direitos é uma marca que, constatada no texto apresentado, que data de 1990, continua presente na atualidade.

Alternativas
Q2123622 Sociologia
        Como se sabe, os dispositivos elaborados para tratar da violência articulam diferenças de raça, de classe e de gênero e, assim, facilitam, naturalizando, as acusações que designam os homens negros como propícios ao crime e às incivilidades, em contraste com as mulheres, posicionadas, nesse jogo relacional, como aquelas que melhor corporificam os valores morais. [...] É como se houvesse um consenso difuso e amplamente partilhado sobre a superioridade moral das mulheres em relação à violência e ao crime, que abrange tanto pontos de vista religiosos como seculares; e, de certa forma, o que relatamos aponta para os homens como o alvo dos trabalhos pastorais e para as mulheres como aquelas que teriam uma pouco questionada e (muito acionada) aderência aos valores morais seculares e cristãos.

Patrícia Birman. Narrativas seculares e religiosas sobre a violência: as fronteiras do humano no governo dos pobres. In: Sociologia e Antropologia. 9(1), jan.-abr./2019, p. 122 (com adaptações).

A partir do texto precedente, julgue o próximo item.


Conforme se depreende do debate sociológico acerca da violência no Brasil, a maior incidência de violência policial sobre homens negros pode ser explicada pela maneira como o racismo permeia as relações sociais.

Alternativas
Q2123621 Sociologia
        Como se sabe, os dispositivos elaborados para tratar da violência articulam diferenças de raça, de classe e de gênero e, assim, facilitam, naturalizando, as acusações que designam os homens negros como propícios ao crime e às incivilidades, em contraste com as mulheres, posicionadas, nesse jogo relacional, como aquelas que melhor corporificam os valores morais. [...] É como se houvesse um consenso difuso e amplamente partilhado sobre a superioridade moral das mulheres em relação à violência e ao crime, que abrange tanto pontos de vista religiosos como seculares; e, de certa forma, o que relatamos aponta para os homens como o alvo dos trabalhos pastorais e para as mulheres como aquelas que teriam uma pouco questionada e (muito acionada) aderência aos valores morais seculares e cristãos.

Patrícia Birman. Narrativas seculares e religiosas sobre a violência: as fronteiras do humano no governo dos pobres. In: Sociologia e Antropologia. 9(1), jan.-abr./2019, p. 122 (com adaptações).

A partir do texto precedente, julgue o próximo item.


O fato de se atribuir um lugar de maior civilidade às mulheres contribui para que elas se tornem, frequentemente, alvos de outros tipos de violência.

Alternativas
Q2123620 Sociologia
        Como se sabe, os dispositivos elaborados para tratar da violência articulam diferenças de raça, de classe e de gênero e, assim, facilitam, naturalizando, as acusações que designam os homens negros como propícios ao crime e às incivilidades, em contraste com as mulheres, posicionadas, nesse jogo relacional, como aquelas que melhor corporificam os valores morais. [...] É como se houvesse um consenso difuso e amplamente partilhado sobre a superioridade moral das mulheres em relação à violência e ao crime, que abrange tanto pontos de vista religiosos como seculares; e, de certa forma, o que relatamos aponta para os homens como o alvo dos trabalhos pastorais e para as mulheres como aquelas que teriam uma pouco questionada e (muito acionada) aderência aos valores morais seculares e cristãos.

Patrícia Birman. Narrativas seculares e religiosas sobre a violência: as fronteiras do humano no governo dos pobres. In: Sociologia e Antropologia. 9(1), jan.-abr./2019, p. 122 (com adaptações).

A partir do texto precedente, julgue o próximo item.


A naturalização de atos violentos pode ser interpretada, à luz da teoria sociológica de Émile Durkheim, como um fato social de caráter patológico e, portanto, sua superação depende da normalização da sociedade.

Alternativas
Respostas
3241: D
3242: D
3243: D
3244: B
3245: C
3246: A
3247: B
3248: B
3249: E
3250: C
3251: C
3252: E
3253: C
3254: C
3255: E
3256: E
3257: C
3258: C
3259: E
3260: E