Questões de Concurso
Comentadas sobre mundo do trabalho em sociologia
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(Ricardo Antunes, 2009)
Considerando as pesquisas de Anna Pollert, Ricardo Antunes ressalta que
(Ricardo Antunes, 2009. Adaptado)
No texto, o autor aponta que a divisão do trabalho fabril
(Ricardo Antunes, 2009. Adaptado)
A crise do fordismo e do keynesianismo a que se refere o excerto consiste
(Ricardo Antunes, 2009)
Conforme o excerto, o autor argumenta que, no século XXI, o trabalho
Hoje em dia, deficit de poder e recursos afligem a maioria dos Estados-nação que luta para desempenhar a contento a tarefa da comodificação – deficit causados pela exposição do capital nativo à competição cada vez mais intensa resultante da globalização dos mercados de capitais, trabalho e mercadorias, e pela difusão planetária das modernas formas de produção e comércio, assim como dos deficit provocados pelos custos, em rápido crescimento, do “Estado de bem-estar social”, esse instrumento supremo e talvez indispensável da comodificação do trabalho.
A comodificação a que se refere Bauman (2022) no excerto é um fenômeno contemporâneo que permite
O sistema de metabolismo social do capital nasceu como resultado da divisão social que operou a subordinação estrutural do trabalho ao capital. Não sendo consequência de nenhuma determinação ontológica inalterável, esse sistema de metabolismo social é o resultado de um processo historicamente constituído. Os seres sociais tornaram-se mediados entre si e combinados dentro de uma totalidade social estruturada, mediante um sistema de produção e intercâmbio estabelecido. Um sistema de mediações de segunda ordem sobredeterminou suas mediações primárias básicas, suas mediações de primeira ordem.
(Antunes, 2009)
Segundo Ricardo Antunes, é característica das mediações de primeira ordem dos seres humanos:
Particularmente nas últimas décadas, a sociedade contemporânea vem presenciando profundas transformações, tanto nas formas de materialidade quanto na esfera da subjetividade, dadas as complexas relações entre essas formas de ser e existir da sociabilidade humana. A crise experimentada pelo capital, bem como suas respostas, das quais o neoliberalismo e a reestruturação produtiva da era da acumulação flexível são expressão, têm acarretado, entre tantas consequências, profundas mutações no interior do mundo do trabalho.
(Antunes, 2009)
A mutação a que se refere Ricardo Antunes no excerto é
No livro Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho, Ricardo Antunes caracteriza o cenário atual do trabalho do seguinte modo: “Estamos vivenciando [...] a erosão do trabalho contratado e regulamentado, dominante no século XX, e assistindo à sua substituição pelas terceirizações, por diferentes modos de flexibilização, pelas formas de trabalho part time, pelas diversas formas de ‘empreendedorismo’, ‘cooperativismo’, ‘trabalho voluntário’, terceiro setor etc.”.
Segundo Antunes, o cenário descrito ocorre devido à
Em seu livro Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho, Ricardo Antunes analisa a crise do capital: “A denominada crise do fordismo e do keynesianismo era a expressão fenomênica de um quadro crítico mais complexo. [...] Como resposta à sua própria crise, iniciou-se um processo de reorganização do capital e de seu sistema ideológico”.
Diante da crise mencionada, Ricardo Antunes argumenta que a resposta do capital à crise priorizou
Em seu livro Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho, Ricardo Antunes aborda a divisão sexual do trabalho: “Vivencia-se um aumento significativo do trabalho feminino, que atinge mais de 40% da força de trabalho em diversos países avançados. [...] Sabe-se que esta expansão do trabalho feminino tem, entretanto, significado inverso quando se trata da temática salarial, terreno em que a desigualdade salarial das mulheres contradita a sua crescente participação no mercado de trabalho”.
De acordo com o excerto, a divisão do trabalho mencionada
Ricardo Antunes, em seu livro Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho, apresenta a seguinte tese sobre o trabalho: “Posso afirmar também que, em vez da substituição do trabalho pela ciência, ou ainda da substituição da produção de valores de troca pela esfera comunicacional ou simbólica, da substituição da produção pela informação, o que vem ocorrendo no mundo contemporâneo é uma maior inter-relação”.
A tese apresentada por Antunes pode ser compreendida por meio da inter-relação entre
Com base no excerto, ao afirmar que “o consumismo é um atributo da sociedade”, Bauman ressalta que
Para Ricardo Antunes, o trabalho vivo consiste em
A lei do valor a que se refere Ricardo Antunes determina que
Ricardo Antunes entende, contrariamente a teses defendidas por Habermas, que o elemento fundante e estruturante da socialização humana é
Como argumenta Ricardo Antunes, a implementação de um novo metabolismo social permitiria a
Ricardo Antunes defende, no excerto, que a redução da jornada de trabalho constituiria um ponto de partida decisivo para
Como aponta Octavio Ianni no excerto, os principais desafios que o Brasil enfrentava no final do século XIX eram