Questões de Concurso Comentadas sobre cidadania e movimentos sociais em sociologia

Foram encontradas 801 questões

Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: IF-PA Prova: IDECAN - 2025 - IF-PA - Professor - Sociologia |
Q3722546 Sociologia
É de 2023 a Lei nº 14.532, que atualiza a Lei de Crime Racial, prevista desde 1989. Essa nova regra iguala o crime de injúria racial ao crime de racismo. A injúria racial consiste em ofender ou humilhar alguém com base em elementos referentes a raça, cor, etnia ou religião. Até 2023, a injúria racial não era considerada um crime de racismo. Com a modificação na lei, a injúria racial tornou-se crime inafiançável. Essa lei implica também a proteção à liberdade religiosa e tem como fundamento os preceitos de cidadania e direitos humanos. Com base nisso, é correto afirmar que a referida lei se fundamenta:
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: IF-PA Prova: IDECAN - 2025 - IF-PA - Professor - Sociologia |
Q3722538 Sociologia
A crise estrutural das políticas públicas e a ascensão das concepções neoliberais promoveram uma reconfiguração paradigmática acerca da gestão do envelhecimento no Brasil, o que reflete não apenas uma mudança nos arranjos institucionais, mas também na compreensão da velhice como um fenômeno socialmente construído. Neste sentido, assinale a alternativa correta.
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Q3716056 Sociologia
De acordo com Perlin (1998), “para o movimento surdo, contam as instâncias que afirmam a busca do direito do indivíduo surdo em ser diferente em questões sociais, políticas e econômicas, que envolvem o mundo do trabalho, da saúde, da educação, do bem estar”. Nesse sentido, marque a alternativa com as comunidades surdas mais significativas:
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711546 Sociologia
No século XX, Chica da Silva já era um mito. Fazia parte do conjunto dos raros indivíduos do século XVIII que se tornaram personagens históricas, a despeito de não pertencer à elite branca portuguesa. Além de parda e ex-escrava, era mulher. E por meio dessas exceções era compreendida. Em Diamantina, tornou-se lendária, alvo de inúmeras histórias. Chica da Silva teria entre 18 e 22 anos quando João Fernandes, então com 26 anos, a conheceu. A jovem possuía a beleza das mulheres oriundas da Costa da Mina, com frequência elogiadas pelos europeus. Os documentos da época a designam como parda, termo com que se descrevia a tonalidade de pele mais clara entre os mestiços. Somente em meados do século XIX, quando se assistia à consolidação da família patriarcal nas Minas Gerais, a existência de uma Chica da Silva passou a ser digna de registro, como única mulher do século XVIII elevada, por Joaquim Felício, à categoria de personagem histórica. Localizado no século XIX, o autor baseou-se em cenas de seu cotidiano social, em que a mulher e a família deviam regrar-se pela moral cristã e onde imperavam os preconceitos contra ex-escravos, mulheres de cor e uniões consensuais. Para os homens da época, as escravas eram sensuais e licenciosas, mulheres com as quais era impossível manter laços afetivos estáveis. A vida de Chica, similar à de um sem-número de negras forras que viveram em concubinato com homens brancos, decerto não era peculiar nem pitoresca. A alforria precoce, a promoção para que ela acumulasse patrimônio, o uso que Chica fez do sobrenome Oliveira, o número elevado de filhos (treze), cujos nomes se ancoraram nas tradições familiares dos pais, e a longevidade do relacionamento contestam essa imagem. A média de um parto a cada treze meses faz desmoronar o mito da figura sensual e lasciva, devoradora de homens ao qual Chica esteve sempre ligada. João Fernandes jamais teve dúvidas sobre a paternidade dos rebentos, pois os legitimou e lhes legou todo o seu patrimônio.

FURTADO, J. F. Chica da Silva e o contratador de diamantes – do outro lado do mito.

São Paulo: Cia. das Letras, 2003 (adaptado).
A fim de desenvolver e reforçar a prática da cidadania e valorizar as experiências de participação dos indivíduos e dos grupos sociais na construção coletiva da sociedade e da democracia, uma professora e os estudantes da 1ª série do Ensino Médio focalizaram os obstáculos ao longo da história na qual imperaram a redução dos direitos do cidadão e especialmente das mulheres. Após a leitura desse texto, foram discutidas as representações de poder e o lugar da mulher. Sobre esse tema, foi solicitado aos estudantes que formassem uma nuvem de palavras. Na tarefa proposta, a professora buscou que os estudantes fossem capazes de perceber o(a)
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711545 Sociologia
No século XX, Chica da Silva já era um mito. Fazia parte do conjunto dos raros indivíduos do século XVIII que se tornaram personagens históricas, a despeito de não pertencer à elite branca portuguesa. Além de parda e ex-escrava, era mulher. E por meio dessas exceções era compreendida. Em Diamantina, tornou-se lendária, alvo de inúmeras histórias. Chica da Silva teria entre 18 e 22 anos quando João Fernandes, então com 26 anos, a conheceu. A jovem possuía a beleza das mulheres oriundas da Costa da Mina, com frequência elogiadas pelos europeus. Os documentos da época a designam como parda, termo com que se descrevia a tonalidade de pele mais clara entre os mestiços. Somente em meados do século XIX, quando se assistia à consolidação da família patriarcal nas Minas Gerais, a existência de uma Chica da Silva passou a ser digna de registro, como única mulher do século XVIII elevada, por Joaquim Felício, à categoria de personagem histórica. Localizado no século XIX, o autor baseou-se em cenas de seu cotidiano social, em que a mulher e a família deviam regrar-se pela moral cristã e onde imperavam os preconceitos contra ex-escravos, mulheres de cor e uniões consensuais. Para os homens da época, as escravas eram sensuais e licenciosas, mulheres com as quais era impossível manter laços afetivos estáveis. A vida de Chica, similar à de um sem-número de negras forras que viveram em concubinato com homens brancos, decerto não era peculiar nem pitoresca. A alforria precoce, a promoção para que ela acumulasse patrimônio, o uso que Chica fez do sobrenome Oliveira, o número elevado de filhos (treze), cujos nomes se ancoraram nas tradições familiares dos pais, e a longevidade do relacionamento contestam essa imagem. A média de um parto a cada treze meses faz desmoronar o mito da figura sensual e lasciva, devoradora de homens ao qual Chica esteve sempre ligada. João Fernandes jamais teve dúvidas sobre a paternidade dos rebentos, pois os legitimou e lhes legou todo o seu patrimônio.

FURTADO, J. F. Chica da Silva e o contratador de diamantes – do outro lado do mito.

São Paulo: Cia. das Letras, 2003 (adaptado).
Ao abordar o tema, sob a atual análise das organizações dos movimentos feministas em defesa dos direitos das mulheres, aponta-se que
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Q3708887 Sociologia
Necessidade de trabalhar, desinteresse e gravidez são os principais motivos que levam jovens brasileiros a abandonarem os estudos. Dos quase 50 milhões de jovens de 14 a 29 anos do país, aproximadamente 20,2% não completaram alguma das etapas da Educação Básica. São 10,1 milhões nessa situação, entre os quais 58,3% homens e 41,7% mulheres. Destes, 71,7% eram pretos ou pardos e 27,3% eram brancos. Esses são alguns dados do segmento Educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), que traça um cenário do setor educacional em 2019.


CRELIER, C. Necessidade de trabalhar e desinteresse são os

principais motivos para o abandono escolar. Disponível em:

https://agenciadenoticias.ibge.gov.br. Acesso em: 7 jun. 2025.
Um estudante da 3ª série de uma escola pública de Ensino Médio compartilhou com o professor de Sociologia que dois amigos estavam faltando às aulas por terem vivenciado um episódio de LGBTfobia a caminho da escola. Tendo em seu planejamento bimestral a discussão dos Direitos Humanos, o professor pode abordar essa situação da seguinte forma:
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Q3708879 Sociologia
TEXTO 1

Ao longo do processo de colonização, os povos indígenas vivenciaram processos de genocídio e de epistemicídio, sendo desconsiderados seus direitos aos modos próprios de vida, conhecimentos ancestrais e territórios. Nas últimas décadas, fortaleceram suas demandas por direitos. Nesse movimento, as mulheres indígenas têm se colocado em luta na defesa dos seus direitos, incluindo o direito a uma vida livre de violências. Dessa perspectiva surge o conceito de corpo-território como uma expressão que liga a espoliação do território à violência contra os corpos das mulheres.

TEXTO 2

São joia esmeralda princesa minha rainha

Te passo essa mensagem não cai nessa ladainha

Conheço a história de quem se apaixonou

O homem mais bonito logo te abandonou

Muito das princesa não teve essa sorte

O homem mais amado se transformou em morte

Quebrando torturando no silêncio a sua amada

Mesmo no silêncio é grito de madrugada.


MC ANARANDÀ. Feminicídio. Disponível em: www.youtube.com.

Acesso em: 16 jul. 2025 (fragmento).
Uma equipe pedagógica decidiu abordar a temática dos direitos indígenas, com ênfase no direito ao território, objetivando desenvolver o discernimento crítico e autônomo dos estudantes. Assinale a sequência de atividades pedagógicas adequada a essa finalidade.
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Q3708878 Sociologia
TEXTO 1

Ao longo do processo de colonização, os povos indígenas vivenciaram processos de genocídio e de epistemicídio, sendo desconsiderados seus direitos aos modos próprios de vida, conhecimentos ancestrais e territórios. Nas últimas décadas, fortaleceram suas demandas por direitos. Nesse movimento, as mulheres indígenas têm se colocado em luta na defesa dos seus direitos, incluindo o direito a uma vida livre de violências. Dessa perspectiva surge o conceito de corpo-território como uma expressão que liga a espoliação do território à violência contra os corpos das mulheres.

TEXTO 2

São joia esmeralda princesa minha rainha

Te passo essa mensagem não cai nessa ladainha

Conheço a história de quem se apaixonou

O homem mais bonito logo te abandonou

Muito das princesa não teve essa sorte

O homem mais amado se transformou em morte

Quebrando torturando no silêncio a sua amada

Mesmo no silêncio é grito de madrugada.


MC ANARANDÀ. Feminicídio. Disponível em: www.youtube.com.

Acesso em: 16 jul. 2025 (fragmento).
Uma professora de Sociologia de uma escola urbana apresentou o rap Feminicídio, da rapper Anarandà, ao trabalhar com a temática da violência contra as mulheres e meninas. Nesse contexto, considera-se que
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Q3708855 Sociologia
Observe os trechos da letra de canção Não é sério, selecionados por um professor de Sociologia, que atua em uma escola de uma grande cidade, para o planejamento de uma aula sobre as juventudes e as desigualdades sociais e raciais brasileiras.


Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério

O jovem no Brasil nunca é levado a sério

Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério, não é sério

A polícia diz que já causei muito distúrbio

[...]

O que eu consigo ver é só um terço do problema

É o sistema que tem que mudar

Não se pode parar de lutar

Se não não muda

CHARLIE BROWN JR. e NEGRA LI. Nadando com tubarões. S.l.: Virgin, 2000 (fragmento).
Buscando consolidar a discussão sobre o tema e avaliar o aprendizado dos estudantes, o professor construiu, para a aula seguinte, uma proposta de atividade em grupo. Sabendo que parte da turma participa de coletivos artísticos na cidade, um exemplo de proposta adequada para cumprir os objetivos do professor é
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Q3708854 Sociologia
Observe os trechos da letra de canção Não é sério, selecionados por um professor de Sociologia, que atua em uma escola de uma grande cidade, para o planejamento de uma aula sobre as juventudes e as desigualdades sociais e raciais brasileiras.


Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério

O jovem no Brasil nunca é levado a sério

Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério, não é sério

A polícia diz que já causei muito distúrbio

[...]

O que eu consigo ver é só um terço do problema

É o sistema que tem que mudar

Não se pode parar de lutar

Se não não muda

CHARLIE BROWN JR. e NEGRA LI. Nadando com tubarões. S.l.: Virgin, 2000 (fragmento).
Refletindo sobre os resultados das aulas a partir do tema, o professor se lembrou da fala de um estudante em relação à letra de canção trabalhada: “A música está certa. Só os adultos são levados a sério. Lá em casa é assim e aqui na escola também. Os adultos criam as regras, e a gente tem que seguir”.
Esse professor decidiu, então, aprofundar o tema do lugar das juventudes nas diferentes instituições sociais. Nesse sentido, uma atividade adequada para cumprir esse objetivo é
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Q3708845 Sociologia
Uma professora de Sociologia propôs uma reflexão sobre movimentos sociais, especialmente sobre a pauta das relações étnico-raciais no Brasil. A pesquisadora Nilma Lino Gomes problematiza a dupla condição do movimento negro de “educar” e “ser reeducado” continuamente, marcando assim os avanços nos campos político e teórico-acadêmico. Nesse sentido, o movimento negro está presente em diferentes contextos e possui como pautas históricas, entre outras: denúncia ao racismo e busca por equidade, por meio de políticas compensatórias, a exemplo das ações afirmativas.
A aprovação da Lei n. 12 711/13 constituiu-se em uma importante política de acesso ao Ensino Superior Federal, estipulando cotas para a escola pública, e, dentro destas, estabeleceu cotas étnico-raciais e sociais. Considerando os dados oficiais acerca dos impactos da Lei de Cotas, o professor de Sociologia trouxe material de apoio para a sala de aula, a fim de debater com os estudantes, o acesso ao Ensino Superior. Durante a aula, observou que, para os estudantes, a universidade era um sonho distante, e a maior parte não se percebia em posições de prestígio, sobretudo por desconhecer pessoas negras em profissões como médicos(as), engenheiros(as) etc. Nesse contexto, a proposição político pedagógica que se mostra adequada para entender a efetividade da luta do movimento negro brasileiro é um(a)
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Q3708844 Sociologia
Uma professora de Sociologia propôs uma reflexão sobre movimentos sociais, especialmente sobre a pauta das relações étnico-raciais no Brasil. A pesquisadora Nilma Lino Gomes problematiza a dupla condição do movimento negro de “educar” e “ser reeducado” continuamente, marcando assim os avanços nos campos político e teórico-acadêmico. Nesse sentido, o movimento negro está presente em diferentes contextos e possui como pautas históricas, entre outras: denúncia ao racismo e busca por equidade, por meio de políticas compensatórias, a exemplo das ações afirmativas.
O movimento negro no Brasil foi propulsor de políticas públicas importantes em vários campos, mas sobretudo na Educação. Autores como Abdias do Nascimento e Lélia Gonzalez problematizaram as desigualdades de oportunidades, com ênfase nas questões de raça e gênero. Com base na análise de textos sociológicos contemporâneos, é possível afirmar que a(s)
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Q3699597 Sociologia
Monlevade (2012) conta que, antes de 1988, os servidores públicos eram proibidos de se sindicalizar no Brasil. Para o autor, quando um trabalhador da educação passa a fazer parte do sindicato, ele participa de um movimento de
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Q3697569 Sociologia
É um modelo de organização econômica e social baseado no auxílio, onde pessoas se unem voluntariamente para atender suas necessidades comuns. Assinale a alternativa correta. 
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Ano: 2025 Banca: FUNCERN Órgão: IF-PE Prova: FUNCERN - 2025 - IF-PE - Assistente de Alunos |
Q3689596 Sociologia
A diversidade é entendida como uma construção histórica, cultural e social das diferenças, e a construção das diferenças ultrapassa as características biológicas observáveis a olho nu. Considerando essas afirmativas, é possível concluir que a análise sobre diversidade deverá ser realizada levando em consideração a sua interrelação com
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Q3676591 Sociologia
Os movimentos sociais expressam formas organizadas de ação coletiva que podem assumir diferentes estratégias e modos de atuação no espaço público. Considerando suas características e impactos, é correto afirmar que os movimentos sociais
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Q3676574 Sociologia
Leia o fragmento que segue.

“Movimento indígena, segundo uma definição mais comum entre as lideranças indígenas, é o conjunto de estratégias e ações que as comunidades, organizações e povos indígenas desenvolvem de forma minimamente articulada em defesa de seus direitos e interesses coletivos. O líder indígena Daniel Munduruku costuma dizer que no lugar de movimento indígena dever-se-ia dizer ÍNDIOS EM MOVIMENTO. Ele tem certa razão, pois não existe no Brasil um movimento indígena. Existem muitos movimentos indígenas, uma vez que cada aldeia, cada povo ou cada território indígena estabelece e desenvolve seu movimento de luta em defesa de seus direitos. Mas as lideranças indígenas brasileiras, de forma sábia, gostam de afirmar que existe sim um movimento indígena, aquele que busca articular todas as diferentes ações e estratégias dos povos indígenas, na perspectiva de uma luta articulada em níveis locais, regionais, nacional e internacional em torno dos direitos e interesses comuns, frente a outros segmentos e interesses nacionais e regionais. É importante dissociar a existência de movimento indígena nacional da existência de uma organização indígena nacional.”
Fonte: BANIWA, Gersem Luciano. Movimentos e políticas indígenas no Brasil. Tellus, ano 7, n. 12, abr. 2014. p. 128

Diante dessa perspectiva sobre o Movimento Indígena, a noção de identidades coletivas se refere a um grupo social 
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Q3676569 Sociologia
Leia o trecho a seguir.

“Ser negra e mulher no Brasil, repetimos, é ser objeto de tripla discriminação, uma vez que os estereótipos gerados pelo racismo e pelo sexismo a colocam no nível mais alto de opressão. [...] ela se volta para a prestação de serviços domésticos junto às famílias das classes média e alta da formação social brasileira. Enquanto empregada doméstica, ela sofre um processo de reforço quanto à internalização da diferença, da subordinação e da “inferioridade” que lhe seriam peculiares.”
Fonte: Gonzalez, Lélia. Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Ed Zahar, 2020. p. 143

O conceito de tripla discriminação, desenvolvido por Lélia Gonzalez, pode ser a associado a outro importante conceito desenvolvido por feministas negras estadunidenses, como Patricia Hill Collins e Kimberle Creenshaw, denominado
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Q3676568 Sociologia
O Nome Social, regulamentado pelo Decreto Presidencial nº 8.727/2016, foi uma importante conquista dos Movimentos Sociais LGBTTQIAPN+, em especial, das pessoas travestis e transexuais no âmbito da administração pública federal direta, autárquica e fundacional.
Essa conquista visa a garantia de
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Q3676567 Sociologia
Leia o trecho que segue.

“Ainda estou aqui” retrata a trajetória de vida da advogada e ativista Eunice Paiva (1929-2018), que teve o marido, o ex-deputado Rubens Paiva (1929-1971), sequestrado e assassinado pela ditadura militar brasileira (1964-1985). Após saber que o marido foi morto pela repressão, Eunice iniciou uma incansável luta por justiça. Ela queria saber onde estava o seu marido e como ele havia sido morto. Essa luta, e algumas outras, fizeram dela uma liderança no campo dos direitos humanos.”
Disponível: https://www.cafehistoria.com.br/ainda-estou-aqui-historia-real/. Acesso em: 21/09/2025

O período retratado pelo filme “Ainda estou aqui” representou a supressão de direitos e a suspensão da democracia. Tal situação histórica foi somente revertida com a Constituição de 1988 e o processo das Diretas Já, os quais se estabeleceram enquanto marcos da redemocratização no Brasil e também de um certo tipo de cidadania denominada
Alternativas
Respostas
101: E
102: B
103: C
104: D
105: B
106: D
107: B
108: C
109: A
110: A
111: B
112: C
113: D
114: B
115: B
116: C
117: D
118: C
119: B
120: A