Questões de Concurso Sobre auditoria
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No que se refere ao planejamento de auditoria e suas etapas, julgue o próximo item.
Para confirmar a recomendação de auditoria com a matriz de planejamento, o auditor deve registrar nos papéis de trabalho, a percepção da possibilidade de ocorrência de erros ou irregularidades relevantes, além de detalhar todos os outros passos e procedimentos necessários à execução do processo de auditoria.
No que se refere ao planejamento de auditoria e suas etapas, julgue o próximo item.
Quanto maior a materialidade do objeto auditado, o risco de
auditoria e o grau de sensibilidade do auditado a determinado
assunto, maior será a necessidade de evidências mais robustas.
No que se refere ao planejamento de auditoria e suas etapas, julgue o próximo item.
Caso um auditor tenha registrado em seu relatório
de acompanhamento de inventário de bens que a entidade
auditada não atendia aos preceitos vigentes por apresentar
lacunas no campo representativo da identificação física do bem
(etiqueta patrimonial), o achado de auditoria seria resultante
do teste de observância aplicado.
No que se refere ao planejamento de auditoria e suas etapas, julgue o próximo item.
O risco inerente deve ser avaliado desconsiderando-se a
existência de controles na instituição; por sua vez, o risco de
controle é avaliado quanto à vulnerabilidade do sistema de
controles internos. O risco de detecção, diferentemente,
relaciona-se ao fato de o auditor não descobrir eventuais erros
ou irregularidades relevantes por não estarem inclusos na pauta
do trabalho realizado.
Relativamente às normas internacionais para o exercício profissional da auditoria, julgue o item que se segue.
O auditor, ao conferir a regularidade da execução do objeto
examinado, deve manter atitude profissional alerta e
questionadora quando deparar com não conformidades formais
dos processos e emitir opinião adversa sobre a exatidão da
documentação obtida.
Relativamente às normas internacionais para o exercício profissional da auditoria, julgue o item que se segue.
A integridade exige que os auditores mantenham normas irretocáveis de conduta profissional, ajustem-se tanto à forma quanto ao espírito das normas de auditoria e de ética e evitem tomar decisões contrárias aos interesses públicos.
Relativamente às normas internacionais para o exercício profissional da auditoria, julgue o item que se segue.
O auditor deve aplicar o conceito de julgamento profissional
em todas as fases do processo da auditoria.
Julgue o próximo item, acerca das normas técnicas de auditoria.
Ao emitir parecer com abstenção de opinião para as
demonstrações contábeis de uma entidade, o auditor não estará
isento da responsabilidade de mencionar, no parecer, qualquer
desvio que possa influenciar a decisão do usuário das
demonstrações, independentemente da relevância ou da
materialidade desse desvio.
Julgue o próximo item, acerca das normas técnicas de auditoria.
O risco de auditoria é a possibilidade de o auditor, por
algum motivo alheio a sua vontade, vir a emitir uma opinião
tecnicamente inadequada sobre demonstrações contábeis
significativamente incorretas. Para fins de análise, o risco de
auditoria divide-se em três componentes: risco inerente,
risco de controle e risco de detecção.
Julgue o próximo item, acerca das normas técnicas de auditoria.
A determinação do escopo do trabalho constitui um dos pontos
essenciais a serem obrigatoriamente documentados nos papéis
de trabalho do auditor, que deve observar o conceito de
materialidade quanto aos procedimentos e à relevância da
informação, além de ter senso crítico e julgamento para
direcionar o seu trabalho.
Julgue o próximo item, acerca das normas técnicas de auditoria.
Situação hipotética: Um auditor independente verificou que
as taxas de depreciação utilizadas por uma empresa foram
calculadas pelo método das somas dos dígitos. Além disso, o
auditor verificou que tal procedimento diferia daquele
realizado no último exercício, quando foi adotado o método
das quotas constantes, sem evidenciar em notas explicativas.
Assertiva: Diante desses fatos, por se tratar apenas de uma
mudança de política contábil, a conduta adequada do auditor
independente seria considerar como não relevante a alteração
descrita.
Com relação às características e à forma de apresentação das demonstrações contábeis, julgue o item a seguir.
Situação hipotética: Os seguintes parágrafos fazem parte de um relatório de auditores independentes: I Conforme mencionado na nota explicativa n.º 3, em decorrência das reclassificações nela descritas, os valores correspondentes referentes à demonstração do fluxo de caixa consolidado para o exercício findo em 31 de dezembro de 2013, apresentados para fins de comparação, foram ajustados e estão sendo reapresentados como previsto no CPC 23 – Políticas Contábeis, Mudanças de Estimativa e Retificação de Erro e CPC 26(R1) – Apresentação das Demonstrações Contábeis. Nossa opinião não contém modificação relacionada a esse assunto.
II Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2014, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.
Assertiva: Nesse caso, considerando-se a estrutura do relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras (parecer dos auditores independentes), é correto afirmar que o parágrafo I é um parágrafo de ênfase e o parágrafo II é um parágrafo de opinião.
Julgue o item subsecutivo , referente ao principal grupo de usuários das demonstrações contábeis bem como às responsabilidades a elas relacionadas.
Cabe à administração da entidade que relata a informação e, quando apropriado, aos responsáveis pela governança a responsabilidade pela elaboração das demonstrações contábeis no caso de auditoria em relatórios contábil-financeiros de propósito geral.
Julgue o item subsecutivo , referente ao principal grupo de usuários das demonstrações contábeis bem como às responsabilidades a elas relacionadas.
No exercício de suas atividades de auditoria, o auditor independente, usuário interno da informação contábil, deve pautar-se pelos seguintes princípios éticos: integridade, objetividade, impessoalidade, competência e zelo profissional, confidencialidade e comportamento profissional.
Durante a execução de um trabalho de auditoria, o auditor responsável precisa de informações mais detalhadas sobre a suficiência dos seguros contratados pela empresa auditada para a cobertura dos seus ativos.
Nessa situação, a técnica recomendada é a:
O Comitê das Organizações Patrocinadoras da Comissão Treadway (COSO, na sigla em inglês) publicou, em 2004, o modelo denominado “Gerenciamento de Riscos Corporativos” (ERM, na sigla em inglês), popularizado como COSO II.
Segundo esse modelo, as quatro categorias de objetivos comuns à maioria das organizações são:
O Comitê das Organizações Patrocinadoras da Comissão Treadway (COSO, na sigla em inglês) apresentou, em 1992, um modelo amplamente aceito para o estabelecimento de controles internos denominado “Controle Interno – Estrutura Integrada” – aplicável a entidades de grande, médio e pequeno portes, com ou sem fins lucrativos, bem como ao setor público – , que ficou popularmente conhecido como COSO I.
Segundo esse modelo, controle interno:
Com relação aos procedimentos necessários para a realização e a correta conclusão da auditoria, julgue o item a seguir.
Caso considere que a avaliação da realização de determinado processo ou que a avaliação da prestação de determinado serviço pela entidade auditada é essencial para a formação de sua opinião, o auditor deve realizar uma inspeção física apropriada.
Com relação aos procedimentos necessários para a realização e a correta conclusão da auditoria, julgue o item a seguir.
A evidência de auditoria engloba tanto a informação que
respalda e corrobora as manifestações da administração da
entidade auditada quanto a informação que as contradiz.