Questões de Concurso Sobre auditoria
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Na perspectiva do cubo do COSO-ERM (COSO II): Gerenciamento de Riscos Corporativos – Estrutura Integrada –, que trata dos componentes do modelo, observa-se que a atividade “análise de riscos”, anteriormente prevista no COSO-IC, foi substituída e complementada pelas seguintes atividades: identificação de eventos, avaliação de riscos e resposta a riscos. Na identificação de eventos, verificam-se algumas classificações de fatores e categorias de eventos.
São exemplos de fatores externos na categoria de eventos econômicos, segundo o COSO-ERM:
Os procedimentos de auditoria podem ser utilizados como procedimentos de avaliação de riscos, testes de controles ou procedimentos substantivos, dependendo do contexto em que sejam aplicados pelo auditor.
Um dos procedimentos técnicos básicos é a inspeção, que
Risco de auditoria consiste na possibilidade de o auditor expressar uma opinião de auditoria inadequada quando as demonstrações contábeis estiverem significativamente incorretas.
O risco de auditoria pode ser definido como uma função dos seguintes riscos:
Um dos objetivos do auditor é definir e executar procedimentos de auditoria que permitam obter evidência de auditoria apropriada e suficiente e que lhe possibilitem obter conclusões razoáveis para fundamentar a sua opinião.
Na avaliação da relevância das informações a serem utilizadas como evidência de auditoria, os procedimentos substantivos são definidos para a
Os papéis de trabalho são parte da documentação de auditoria e são um auxílio ao auditor durante a execução de seu trabalho.
Dessa forma, os papéis de trabalho na Auditoria devem
A Estrutura Integrada de Controle Interno elaborada pelo Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission (COSO) tem sido uma referência no cenário corporativo. Essa estrutura se apresenta a partir de categorias de objetivos, componentes de controle interno e estrutura organizacional da entidade. Um dos princípios estabelecidos nessa estrutura se refere à demonstração de comprometimento com a integridade e os valores éticos por parte da organização.
Esse princípio está relacionado ao seguinte componente de controle:
A Norma Brasileira de Contabilidade NBC TA 200 (R1), que trata das responsabilidades gerais do auditor independente na condução da auditoria das demonstrações contábeis, dos riscos de auditoria, da probabilidade de apresentar opinião inadequada, em termos técnicos, sobre as demonstrações auditadas, apresenta, no item 13 Definições, o significado dos termos inerentes a esse conteúdo.
Nesse contexto, o entendimento técnico-conceitual que o auditor deve ter -
“a postura que inclui uma mente questionadora e alerta para condições que possam indicar possível distorção devido a erro ou fraude e uma avaliação crítica das evidências de auditoria” -
contempla a definição de
Auditoria interna é uma função independente de avaliação criada dentro da empresa para examinar e avaliar suas atividades, como um serviço a essa mesma organização. (...) A auditoria interna é de suma importância para as organizações, desempenhando papel de grande relevância, ajudando a eliminar desperdícios, simplificar tarefas, servir de ferramenta de apoio à gestão e transmitir informações aos administradores sobre o desenvolvimento das atividades executadas.
(ATTIE, Wiliiam. Auditoria Interna. Editora Atlas S.A. São Paulo. p.28/9/30.)
Sobre Auditoria Interna, marque a afirmação
INCORRETA.
Acerca dos controles interno e externo, julgue o item subsecutivo.
Compete ao controle interno auxiliar o Poder Legislativo no
julgamento das contas prestadas anualmente pelo presidente
da República.
Observe a hipotética linha de tempo posta a seguir.
X0 → X1 → X2 → X3 → X4 → X5
X0 – produção de perícia extrajudicial;
X1 – propositura da ação;
X2 – fase de produção de provas, inclusive periciais;
X3 – manifestações das partes sobre as provas produzidas;
X4 – prolação da sentença;
X5 – início do prazo para recurso.
A partir dessas informações, e tendo em vista as regras de produção da prova pericial judicial em um ciclo normal de sequência de fatos, julgue o item subsequente.
Antes do momento X1, as partes poderão suscitar a
suspeição do perito, uma vez que elas já conhecerão os
envolvidos no litígio, neles incluso o perito.
Observe a hipotética linha de tempo posta a seguir.
X0 → X1 → X2 → X3 → X4 → X5
X0 – produção de perícia extrajudicial;
X1 – propositura da ação;
X2 – fase de produção de provas, inclusive periciais;
X3 – manifestações das partes sobre as provas produzidas;
X4 – prolação da sentença;
X5 – início do prazo para recurso.
A partir dessas informações, e tendo em vista as regras de produção da prova pericial judicial em um ciclo normal de sequência de fatos, julgue o item subsequente.
No momento X3, o perito deverá avaliar os quesitos
apresentados e poderá apontar aqueles que ele considerar
impertinentes.
Observe a hipotética linha de tempo posta a seguir.
X0 → X1 → X2 → X3 → X4 → X5
X0 – produção de perícia extrajudicial;
X1 – propositura da ação;
X2 – fase de produção de provas, inclusive periciais;
X3 – manifestações das partes sobre as provas produzidas;
X4 – prolação da sentença;
X5 – início do prazo para recurso.
A partir dessas informações, e tendo em vista as regras de produção da prova pericial judicial em um ciclo normal de sequência de fatos, julgue o item subsequente.
A perícia produzida e apresentada ao juízo poderá ensejar
outra perícia, se o interesse de opinião abranger um objetivo
que requeira amplo conhecimento de uma questão postulada.
Em determinada perícia contábil extrajudicial, o perito verificará a compatibilidade dos estoques de uma empresa frigorífica, confrontando-os com os saldos registrados em sistemas próprios.
Acerca dessa situação hipotética, julgue o item que se segue.
O perito poderá contar com o apoio de especialista de outra área de conhecimento especializado, não sendo responsável pelo trabalho desse profissional.
Em determinada perícia contábil extrajudicial, o perito verificará a compatibilidade dos estoques de uma empresa frigorífica, confrontando-os com os saldos registrados em sistemas próprios.
Acerca dessa situação hipotética, julgue o item que se segue.
O perito responderá pelos quesitos suplementares e
complementares elaborados pelas partes, em cumprimento à
obrigação de esclarecimentos acerca do trabalho produzido,
sem que isso motive novos honorários.
Em determinada perícia contábil extrajudicial, o perito verificará a compatibilidade dos estoques de uma empresa frigorífica, confrontando-os com os saldos registrados em sistemas próprios.
Acerca dessa situação hipotética, julgue o item que se segue.
O laudo ou parecer pericial a ser apresentado pelo perito
deverá registrar, de forma abrangente, o conteúdo da perícia
e generalizar os aspectos envolvidos no objeto pericial.
Em determinada perícia contábil extrajudicial, o perito verificará a compatibilidade dos estoques de uma empresa frigorífica, confrontando-os com os saldos registrados em sistemas próprios.
Acerca dessa situação hipotética, julgue o item que se segue.
Na conclusão do laudo, o perito poderá abordar elementos
que não constarem nos quesitos, desde que esses elementos
sejam relevantes para os fins da perícia.
Em determinada perícia contábil extrajudicial, o perito verificará a compatibilidade dos estoques de uma empresa frigorífica, confrontando-os com os saldos registrados em sistemas próprios.
Acerca dessa situação hipotética, julgue o item que se segue.
Para decidir, de forma técnica, a controvérsia instaurada, o
perito deverá aplicar o procedimento de avaliação.
Julgue o item que se segue, acerca dos papéis de trabalho do auditor e do conjunto de regras e princípios que devem ser seguidos pela auditoria e pelo controle interno.
Em uma auditoria, a identificação de atos irregulares deve
ser comunicada aos administradores, para que eles possam
tomar conhecimento do trabalho realizado.