Questões de Concurso Comentadas sobre auditoria
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Sobre o parecer do auditor independente, analise as afirmativas a seguir.
I - Uma limitação na extensão do trabalho conduz aos tipos de parecer com Ressalva ou Abstenção de Opinião.
II - A discordância da administração da entidade, a respeito do conteúdo e da forma de apresentação das demonstrações contábeis, remete aos pareceres do tipo Ressalva ou Adverso, a juízo do auditor.
III - Quando houver incerteza em relação a fato relevante, cujo desfecho poderá afetar significativamente a posição patrimonial e financeira de uma entidade, bem como o resultado de suas operações, o auditor deve adicionar um parágrafo de ênfase em seu parecer, após o parágrafo de opinião.
IV - Quando o auditor não obtém comprovação suficiente para fundamentar a sua opinião sobre a adequação das demonstrações contábeis, deve emitir um parecer sem ressalva.
Ao avaliar uma empresa, um auditor se deparou com quatro indicadores:
• prejuízos operacionais substanciais de forma continuada;
• perda de fornecedor essencial;
• dificuldades de manter mão de obra especializada;
• Passivo a Descoberto ou Patrimônio Líquido Negativo.
Sobre as técnicas de auditoria, analise as afirmativas a seguir.
I - A existência, a efetividade e a continuidade dos controles internos da entidade são verificadas pelo auditor
independente por meio dos testes substantivos.
II - A divisão da população em subgrupos homogêneos, com o objetivo de diminuir o tamanho da amostra, é uma técnica denominada amostragem direcionada.
III - Os riscos de amostragem nos testes de observância podem ser classificados em subavaliação e superavaliação da confiabilidade.
IV - A carta de responsabilidade da administração deve ser emitida com a mesma data do parecer dos auditores sobre as demonstrações contábeis a que ela se refere.
2 - Examinar livros fiscais de apuração dos impostos.
3 - Conferir os cálculos, tendo por base as informações constantes da folha de pagamento.
4 - Realizar inventário físico.
5 - Realizar circularização, como forma de confirmar os saldos apresentados no balanço.
6 - Examinar os contratos sociais e/ou estatutos, visando a identificar a participação no capital das empresas.
7 - Conferir os cálculos de depreciação.
8 - Examinar documentação suporte da operação, como pedido de compra e nota fiscal, atentando para as evidências da entrada dos materiais na empresa.
9 - Realizar contagem física.
10 - Analisar documentação relativa à apuração do custo dos materiais e produtos com o objetivo de confirmar o correto critério de valorização.
11 - Examinar guias recolhidas após o encerramento do balanço, como forma de comprovar a existência da obrigação.
12 - Conferir as conciliações bancárias, atentando para a existência de pendências significativas que possam afetar os valores do balanço.
13 - Examinar a documentação suporte da compra, tais como pedido de compra, contratos, nota fiscal, escrituras e certificados de propriedade.
14 - Examinar folha de pagamento, confrontando com os respectivos créditos nas contas dos empregados, ocorridos em data posterior ao balanço.
15 - Conferir com declaração do Imposto de Renda. Verificar se a mesma foi corretamente preenchida e se o imposto foi apurado seguindo rigidamente as regras legais.
16 - Examinar documentação suporte da operação, tais como pedido de venda, nota fiscal acompanhada do respectivo canhoto assinado pelo cliente, duplicatas e borderôs de cobrança e/ou desconto.
17 - Verificar a correta apropriação dos rendimentos auferidos até a data do balanço.
18 - Examinar documentação relativa a recebimentos posteriores à data do balanço, como forma de confirmar a existência dos direitos.
19 - Examinar documentação relativa a pagamentos posteriores à data do balanço, como forma de confirmar a existência da obrigação decorrente da compra de materiais e/ou produto a prazo.
20 - Examinar o relatório de controle de estoques para confirmar os saldos quantitativos.
2 - Examinar livros fiscais de apuração dos impostos.
3 - Conferir os cálculos, tendo por base as informações constantes da folha de pagamento.
4 - Realizar inventário físico.
5 - Realizar circularização, como forma de confirmar os saldos apresentados no balanço.
6 - Examinar os contratos sociais e/ou estatutos, visando a identificar a participação no capital das empresas.
7 - Conferir os cálculos de depreciação.
8 - Examinar documentação suporte da operação, como pedido de compra e nota fiscal, atentando para as evidências da entrada dos materiais na empresa.
9 - Realizar contagem física.
10 - Analisar documentação relativa à apuração do custo dos materiais e produtos com o objetivo de confirmar o correto critério de valorização.
11 - Examinar guias recolhidas após o encerramento do balanço, como forma de comprovar a existência da obrigação.
12 - Conferir as conciliações bancárias, atentando para a existência de pendências significativas que possam afetar os valores do balanço.
13 - Examinar a documentação suporte da compra, tais como pedido de compra, contratos, nota fiscal, escrituras e certificados de propriedade.
14 - Examinar folha de pagamento, confrontando com os respectivos créditos nas contas dos empregados, ocorridos em data posterior ao balanço.
15 - Conferir com declaração do Imposto de Renda. Verificar se a mesma foi corretamente preenchida e se o imposto foi apurado seguindo rigidamente as regras legais.
16 - Examinar documentação suporte da operação, tais como pedido de venda, nota fiscal acompanhada do respectivo canhoto assinado pelo cliente, duplicatas e borderôs de cobrança e/ou desconto.
17 - Verificar a correta apropriação dos rendimentos auferidos até a data do balanço.
18 - Examinar documentação relativa a recebimentos posteriores à data do balanço, como forma de confirmar a existência dos direitos.
19 - Examinar documentação relativa a pagamentos posteriores à data do balanço, como forma de confirmar a existência da obrigação decorrente da compra de materiais e/ou produto a prazo.
20 - Examinar o relatório de controle de estoques para confirmar os saldos quantitativos.
2 - Examinar livros fiscais de apuração dos impostos.
3 - Conferir os cálculos, tendo por base as informações constantes da folha de pagamento.
4 - Realizar inventário físico.
5 - Realizar circularização, como forma de confirmar os saldos apresentados no balanço.
6 - Examinar os contratos sociais e/ou estatutos, visando a identificar a participação no capital das empresas.
7 - Conferir os cálculos de depreciação.
8 - Examinar documentação suporte da operação, como pedido de compra e nota fiscal, atentando para as evidências da entrada dos materiais na empresa.
9 - Realizar contagem física.
10 - Analisar documentação relativa à apuração do custo dos materiais e produtos com o objetivo de confirmar o correto critério de valorização.
11 - Examinar guias recolhidas após o encerramento do balanço, como forma de comprovar a existência da obrigação.
12 - Conferir as conciliações bancárias, atentando para a existência de pendências significativas que possam afetar os valores do balanço.
13 - Examinar a documentação suporte da compra, tais como pedido de compra, contratos, nota fiscal, escrituras e certificados de propriedade.
14 - Examinar folha de pagamento, confrontando com os respectivos créditos nas contas dos empregados, ocorridos em data posterior ao balanço.
15 - Conferir com declaração do Imposto de Renda. Verificar se a mesma foi corretamente preenchida e se o imposto foi apurado seguindo rigidamente as regras legais.
16 - Examinar documentação suporte da operação, tais como pedido de venda, nota fiscal acompanhada do respectivo canhoto assinado pelo cliente, duplicatas e borderôs de cobrança e/ou desconto.
17 - Verificar a correta apropriação dos rendimentos auferidos até a data do balanço.
18 - Examinar documentação relativa a recebimentos posteriores à data do balanço, como forma de confirmar a existência dos direitos.
19 - Examinar documentação relativa a pagamentos posteriores à data do balanço, como forma de confirmar a existência da obrigação decorrente da compra de materiais e/ou produto a prazo.
20 - Examinar o relatório de controle de estoques para confirmar os saldos quantitativos.
I – Parecer sem ressalvas
II – Parecer com ressalvas
III – Parecer adverso
P – É emitido quando o auditor não obtém elementos comprobatórios suficientes para formar sua opinião sobre as demonstrações financeiras tomadas em conjunto; ocorre, normalmente, em função de limite no escopo do exame ou de incertezas que possam ter efeito bastante relevantes sobre a situação patrimonial e financeira e sobre o resultado das operações.
Q – Caso em que o parágrafo-padrão da opinião deve ser alterado de modo a deixar de forma clara a natureza da ressalva e seu efeito sobre a situação patrimonial e financeira, o resultado das operações, as mutações do patrimônio líquido e as origens e aplicações de recursos, se esse efeito puder ser razoavelmente determinado.
R – É emitido quando o auditor possui, de acordo com os princípios fundamentais de contabilidade, informações suficientes para formar a opinião de que as demonstrações financeiras não representam adequadamente a posição patrimonial e financeira assim como o resultado das operações.
S – É emitido quando o exame foi efetuado de acordo com as normas de auditoria geralmente aceitas, as demonstrações financeiras foram elaboradas de acordo com os princípios fundamentais de contabilidade e os princípios contábeis, aplicados com uniformidade, sendo que as demonstrações financeiras contêm todas as exposições informativas necessárias.
São corretas as associações
I. O nível de risco que o auditor está disposto a aceitar não afeta o tamanho da amostra exigido em razão da existência de outros controles a serem utilizados;
II. O auditor seleciona itens para a amostragem de forma que cada unidade de amostragem da população tenha a mesma chance de ser selecionada;
III. Existem outros riscos não resultantes da amostragem tais como o uso de procedimentos de auditoria não apropriados;
IV. Para os testes de controle, uma taxa de desvio da amostra inesperadamente alta pode levar a um aumento no risco identficado de distorção relevante.